Se na bola o Flamengo não consegue quebrar a sequência de jogos sem
vitórias, é com o celular que a presidente Patricia Amorim tenta fazer
gol. Após a derrota para o Atlético-PR, domingo, a dirigente decidiu
chamar o líder do time, Ronaldinho Gaúcho, para uma conversa. Enviou-lhe
um torpedo, como quem quisesse ajuda para identificar o problema que
contaminou o grupo.
— Mandei uma mensagem para o Ronaldo, dizendo a
ele que estou à disposição para uma conversa. Só não telefonei porque
todo mundo fica de cabeça quente depois de uma derrota. Mas ele viajou
ao encontro da seleção — disse Patricia.
O encontro com o líder do
time não tem data programada, mas a presidente do clube não vai ficar
de braços cruzados. Amanhã, dia da reapresentação do elenco, Patricia
irá ao Ninho do Urubu. E tentará adaptar sua agenda para repetir a
visita aos jogadores na sexta e no sábado, véspera do clássico diante do
Botafogo.
— Talvez, eu tenha de estar mais presente para uma
conversa olho no olho. Sou uma só, mas vou me dividir em trezentas —
afirmou Patricia, decidida a fazer uma reunião com o time.
O tom
da conversa será ameno. A presidente não enxerga nenhum foco de
insatisfação no grupo. Segundo ela, as premiações referentes ao título
estadual já foram pagas, e os salários estão em dia. Apenas os direitos
de imagem de Deivid estão atrasados. E as luvas de alguns jogadores
estão sendo pagas em três parcelas.
— Vou cobrar, mas com
habilidade. Não estou vendo os jogadores com a motivação de antes. Mas
se o problema fosse financeiro, o Ronaldo já tinha me chamado para
conversar. A premiação extra pela conquista invicta do Estadual foi paga
há um mês. Os jogadores reclamaram e na mesma semana a gente pagou —
disse.
Patricia não banca Luxa
A presidente jura que não vai
entrar no clima de contestação da torcida, mas não chega a bancar a
permanência do técnico Vanderlei Luxemburgo, embora garanta estar
satisfeita com seu trabalho até agora.
— A questão não é bancar ou
não o Vanderlei. Chegamos a uma situação desconfortável, mas, antes,
fomos campeões estaduais. A gente tem que ir analisando rodada por
rodada. O próprio treinador, que é experiente, lê, ouve e percebe as
coisas. Ele não é um amador que chegou ontem. É lógico que a torcida
está ficando impaciente, mas não estou no estágio de tomar uma decisão
em cima da emoção. Ainda não estamos numa situação de desequilíbrio.
Digamos que a luz vermelha acendeu — destacou Patricia.
Linha dura contra as festinhas
A
notícia de que alguns jogadores estiveram numa festa na Rocinha — após o
jogo contra o Bahia — deixou Patricia Amorim em estado de alerta. A
dirigente, que num passado recente sofreu na pele com as aventuras de
Bruno, Adriano e Vagner Love, não vai admitir que históricos semelhantes
se repitam no clube.
— Não trabalhamos esse ano todo para que
essas coisas voltem a acontecer. Não tenho como aceitar. Não quero mais
esse tipo de coisa no Flamengo — decretou.
A dirigente, porém, frisou que não recebeu de fontes confiáveis a informação da festa na Rocinha.
—
Ouvi em tom de fofoca e espero que não seja verdade. Eu não gostaria de
ter de passar novamente por problema semelhante — destacou, preocupada,
lembrando que, hoje, duas cláusulas inseridas nos contratos dos
jogadores protegem o Flamengo de episódios que possam manchar a sua
imagem.
Quanto ao episódio do pum, que abalou Vanderlei Luxemburgo, Patricia prefere não buscar fantasmas:
— Será que não foi sem querer?
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Pediu pra sair
ESTE SIM, É O CARA!
REPASSO, POR CONSIDERAR O ASUNTO DE EXTREMA IMPORTÂNICA.
ABRAÇO.
Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete agentes federais fortemente armados. Oliveira é juiz federal em Ponta Porã , cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime organizado, está morando no fórum da cidade. Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta. Em um ano, o juiz condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e ainda confiscou seus bens. Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. 'A única diferença é que tenho a chave da minha prisão.'
Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas.Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no País.
Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12.832 hectares , 3 mansões - uma, em Ponta Porã , avaliada em R$ 5,8 milhões - 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por presos, Oliveira soube que estavam dispostos a comprar sua morte.
'Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.' No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. 'Estou valorizado', brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.' É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família - mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. 'Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada..'
Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai com a escolta. 'Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.' Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu 'bunker', auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão e multa de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda.
Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 'As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.' O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar o narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança.'
ESTE É O CARA E MERECE NOSSOS APLAUSOS!
POR ACASO A MÍDIA NOTICIOU ESSA BRAVURA QUE O BRASIL PRECISA SABER? NÃO, AGORA SE ELE FOSSE UM BBB OU O JOGADOR DE FUTEBOL... APARECIA EM TUDO!
ESTE SIM, É UM VERDADEIRO BRASILEIRO!!!!
POR FAVOR, FAÇA A SUA PARTE!
DIVULGUE O MÁXIMO QUE PUDER!! DIVULGUEM PARA O EXTERIOR PARA QUE VEJAM COMO É FEITA A "JUSTIÇA" NO BRASIL.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Começa hoje propaganda do plebiscito Tapajós/Carajás
13 de setembro 2011 as 10:23 am
Moradores dos municípios da região Oeste acordaram com queima de fogos
Começa
hoje a contagem regressiva para o Plebiscito Carajás e Tapajós que vai
acontecer em todo o Estado no dia 11 de dezembro. O juiz eleitoral Cosme
Ferreira Neto, adverte as frentes que estejam atentas sobre as
orientações. O Tribunal Superior Eleitoral editou as resoluções que
disciplinam as determinações, que deverão ser observadas durante o
período eleitoral.
A partir de hoje, das 8:00 às 22:00
horas, por exemplo, é permitido o uso de alto falantes e comícios, que
não podem ultrapassar a meia noite.
A propaganda impressa nos jornais,
conhecida como propaganda paga, também está liberada. Desde que dentro
dos tamanhos estabelecidos. Já a propaganda pela internet, também já
está liberada, e tem que ser gratuita.
Na lista de proibições, estão os bens
públicos, como prédios, postes e áreas de lazer. Uma diferença das
resoluções de eleições passadas, está proibido o uso de Out door,
qualquer que seja o tamanho. Nas eleições anteriores, era permitido,
desde que não ultrapassasse dos 2 metros quadrados, independente da
forma geométrica.
Segundo o juiz Cosme Ferreira Neto, a
fiscalização está sob a responsabilidade da 140ª Zona Eleitoral, com o
apoio do Ministério Público Federal e Polícia Federal. O juízo tem poder
de Polícia para coibir qualquer conduta ilícita, à luz das resoluções.
Representações, reclamações e direitos
de respostas serão administrados diretamente pelo Tribunal Regional
Eleitoral, em Belém, que terá atuação em todo o Estado, para acolher as
reclamações e dar provimento aos direitos de respostas.
Os órgãos de comunicação de concessão
pública, também serão monitorados, no sentido de atuarem com isenção,
sendo vetado o privilégio de qualquer frente. As informações deverão
ser dadas de forma equânime. O Juiz reforma a necessidade de se estar
atento ao estabelecidos nas resoluções, sobre as vedações. A propaganda
gratuita no rádio e na TV começa no dia 11 de novembro.
Patricia Amorim envia mensagem a Ronaldinho e não banca permanência de Vanderlei Luxemburgo
Quase....
Não foi dessa vez... Na primeira vez em que o nosso país é sede do Miss
Universo a nossa representante quase chega lá. Priscila Machado ficou
em terceiro lugar. A bela angolana Leila Lopes foi a escolhida entre
todas as concorrentes a mulher mais linda do mundo. Leila recebeu a
faixa, o cetro e a coroa de Miss Universo, batendo concorrentes de 88
países que participaram da competição, em sua 60ª ediçãoPlebiscito sobre a divisão do Pará será a eleição mais cara da história
Diego Abreu/Correio Braziliense
Daqui a três meses, os eleitores do Pará vão às urnas para decidir se o estado será dividido em três partes. Por trás de toda a discussão que envolve a criação de duas unidades da Federação, existe o custo financeiro: o plebiscito custará R$ 24 milhões e, proporcionalmente, será a votação mais cara da história.
Levantamento do Correio com base em dados das últimas eleições mostra que os gastos da consulta, na qual os paraenses responderão se querem dividir o estado em três partes, serão de R$ 4,98 por eleitor — 37% a mais do que o registrado nas eleições gerais de 2010, quando as despesas da Justiça Eleitoral brasileira totalizaram R$ 490 milhões, o equivalente a R$ 3,63 por pessoa apta a votar. Com valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as eleições custariam hoje, em média, R$ 3,90 — ainda assim, o plebiscito sairia 27,6% mais caro.
Marcada para 11 de dezembro, a consulta pública sobre a criação dos estados de Carajás e Tapajós vai custar mais que o dobro do valor despendido pelos cofres públicos para a realização do referendo do desarmamento, em outubro de 2005. Segundo dados do TSE, aquela consulta pública custou R$ 2,07 por eleitor. Na época, 64% dos brasileiros disseram não à proibição da venda de armas no país. Levada em conta a inflação do período, ainda assim, o referendo custou menos que o plebiscito paraense, com média de R$ 2,77 per capita.
O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA) informou ao Correio que a previsão de gastos com o plebiscito, cuja campanha começa hoje, é de R$ 11,3 milhões. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por sua vez, detalhou que o orçamento destinado à consulta gira em torno de R$ 24 milhões, sendo que a Corte deverá arcar com até R$ 12,7 milhões. Segundo a assessoria de imprensa do TSE, ambos os tribunais estão buscando reduzir gastos, inclusive com a procura de materiais excedentes que possam ser cedidos por outros TREs.
“O valor citado é uma previsão orçamentária e pode não corresponder ao montante gasto ao final do plebiscito, uma vez que a Justiça Eleitoral vem adotando uma série de atos para reduzir os custos. O remanejamento de materiais excedentes de outros estados e a licitação dos serviços de logística são exemplos de medidas que devem contribuir para a redução do custo do voto”, destaca o TSE. A expectativa do tribunal é de que possa haver economia de até 20%.
Os gastos se justificam, segundo o TRE, pela montagem das instalações em todas as partes do Pará, o que inclui locais de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas, e também com os pagamentos das Forças Armadas e das pessoas que irão trabalhar no dia do plebiscito. A Justiça Eleitoral não soube informar a quantia gasta somente no Pará nas eleições de 2010.
Além do custo financeiro, existe a discussão sobre a necessidade de se realizar o plebiscito. No Congresso, existe o questionamento sobre quais interesses estão em jogo. “A divisão é cara, não melhora a vida do povo e só é boa para poucos”, afirma o deputado Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) (leia ponto crítico acima).
Calendário
O prazo para a transferência de títulos eleitorais para participar do plebiscito terminou no último domingo. Balanço parcial do TRE, com dados atualizados na sexta-feira, mostra que 13.705 eleitores de outras unidades da Federação pediram a troca de domicílio desde o começo de junho. Só os municípios que compreendem a região onde poderá ser criado o estado de Carajás receberam 8.931 novos eleitores, quantidade que corresponde a 65% das transferências. Tapajós recebeu 2.038 novos títulos, enquanto o chamado Pará remanescente contabilizou 2.736.
O período de campanha para o plebiscito começa oficialmente hoje, inclusive na internet. A propaganda no rádio e na TV, porém, só será exibida a partir de 27 de outubro, 45 dias antes de os eleitores irem às urnas.
Na última quinta-feira, a frente que luta pela criação de Carajás sofreu um duro golpe, quando o deputado federal Asdrúbal Bentes (PMDB-PA) foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele permanecerá no mandato até que a Câmara delibere sobre a sua permanência ou não na Casa. No entanto, teme-se que a imagem de Asdrúbal, que é uma das principais lideranças da região sudeste do Pará, seja atingida pela condenação a três anos e um mês de prisão, em regime aberto. Ele é acusado de ter comprado votos em troca de cirurgias de laqueadura de trompas oferecidas a eleitoras, em 2004, quando disputou a Prefeitura de Marabá. Ele foi condenado por violar a lei que trata da esterilização
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Aviso
Amanhã haverá reunião da Associação dos fotógrafos, será no Museu apartir das 19:hs não falte pois sue presença é muito importante para o crescimento da categoria ser mais valotrizada.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Zenaldo some do debate em Belém Por Jeso Carneiro em 9/9/2011 às 17:28 · 7 Comentários Zenaldo O deputado federal Zenaldo Coutinho
O deputado federal Zenaldo Coutinho, arqui-inimigo do Tapajós e do Carajás,
tomou chá de sumiço ontem à noite (8) logo após o início do debate
sobre o plebiscito, realizado na sede da OAB/Pará, em Belém.
O auditório, segundo fonte do blog ali presente, ficou lotado para o encontro promovido pelo Sinjor (Sindicato dos Jornalistas)/Pará e pela OAB.
Como deferência aos deputados presentes, a coordenação do debate deu a palavra aos parlamentares para uma saudação aos presentes. Nesse momento, Zenaldo desfilou o mesmo lári-lári de sempre, baixando o nível do encontro logo no início.
Em seguida, foi dada a palavra ao primeiro debatedor, o jornalista santareno Manuel Dutra que, após exibir um breve percurso histórico da luta autonomista, botou por terra a velha argumentação de Zenaldo e de outros contras, de que os novos estados não podem ser criados porque ainda não há “estudos de viabilidade”.
Dutra mostrou que há, sim, estudos, inclusive do IBGE, todos eles demonstrando a viabilidade sócio-econômica do Tapajós e do Carajás. Dutra disse, inclusive, que existe um estudo conclusivo da década de 1990, mandado fazer pelo governo do Pará, estudo esse que foi executado pelo IDESP, um órgão técnico do governo estadual.
O jornalista disse que esse estudo está publicado na revista do IDESP, chamada Estudos Paraenses, onde está citado o outro estudo feito pelo IBGE. O IDESP chega quase a aconselhar o abandono da rodovia BR-163, a Santarém-Cuiabá, porque, segundo o instituto, com a estrada pronta, ninguém será capaz de segurar o Tapajós, esvaziando o porto de Belém, em virtude das grandes potencialidades econômicas e de desenvolvimento da região oeste.
Quando Dutra se dirigiu ao deputado Zenaldo Coutinho e indagou: “então, deputado, há, sim, estudos de viabilidade do Tapajós, o senhor nunca os leu?”.
Nesse instante, o debatedor percebeu que Zenaldo tinha se mandado do auditório sem ser percebido pelo expositor.
De modo geral, no debate de ontem, os contrários não apresentaram argumentos aceitáveis nem explicaram claramente por que são contra.
Foi uma goleada em favor do Tapajós
O auditório, segundo fonte do blog ali presente, ficou lotado para o encontro promovido pelo Sinjor (Sindicato dos Jornalistas)/Pará e pela OAB.
Como deferência aos deputados presentes, a coordenação do debate deu a palavra aos parlamentares para uma saudação aos presentes. Nesse momento, Zenaldo desfilou o mesmo lári-lári de sempre, baixando o nível do encontro logo no início.
Em seguida, foi dada a palavra ao primeiro debatedor, o jornalista santareno Manuel Dutra que, após exibir um breve percurso histórico da luta autonomista, botou por terra a velha argumentação de Zenaldo e de outros contras, de que os novos estados não podem ser criados porque ainda não há “estudos de viabilidade”.
Dutra mostrou que há, sim, estudos, inclusive do IBGE, todos eles demonstrando a viabilidade sócio-econômica do Tapajós e do Carajás. Dutra disse, inclusive, que existe um estudo conclusivo da década de 1990, mandado fazer pelo governo do Pará, estudo esse que foi executado pelo IDESP, um órgão técnico do governo estadual.
O jornalista disse que esse estudo está publicado na revista do IDESP, chamada Estudos Paraenses, onde está citado o outro estudo feito pelo IBGE. O IDESP chega quase a aconselhar o abandono da rodovia BR-163, a Santarém-Cuiabá, porque, segundo o instituto, com a estrada pronta, ninguém será capaz de segurar o Tapajós, esvaziando o porto de Belém, em virtude das grandes potencialidades econômicas e de desenvolvimento da região oeste.
Quando Dutra se dirigiu ao deputado Zenaldo Coutinho e indagou: “então, deputado, há, sim, estudos de viabilidade do Tapajós, o senhor nunca os leu?”.
Nesse instante, o debatedor percebeu que Zenaldo tinha se mandado do auditório sem ser percebido pelo expositor.
De modo geral, no debate de ontem, os contrários não apresentaram argumentos aceitáveis nem explicaram claramente por que são contra.
Foi uma goleada em favor do Tapajós
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