Foi um Sucesso o Auto de Natal promovido pela Secretaria de Educação do Municipio.
Foto: Rozinaldo Garcia
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Noticia do R7
Lula foi aplaudido durante discurso e recebeu elogios
do presidente da convenção, Lars Loekke Rasmussen
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (18) que o Brasil está disposto a contribuir com um fundo econômico para ajudar os países pobres a lidar com os efeitos do aquecimento global, desde que o munco chegue a um acordo sobre o assunto durante a Convenção das Nações Unidas para Mudança Climática, que acontece em Copenhague, na Dinamarca.
O objetivo da reunião, que começou na semana passada e termina hoje, é firmar um acordo para a redução das emissões de gases do efeito estufa, como o CO2 (dióxido de carbono), na tentativa de conter o aumento da temperatura na Terra. Mas as negociações andam a passos lentos.
Durante discurso na cúpula, Lula reconheceu que ainda não conversou com membros do Congresso brasileiro ou com sua bancada na Casa sobre o assunto, mas disse que o país pode fazer esse "sacrifício" de "colocar dinheiro para ajudar os outros países".
Ontem, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, disse que o país está pronto para se juntar a outras nações para a criação de um fundo financeiro de US$ 100 bilhões (R$ 178 bilhões) por ano até 2020 para ações contra a mudança climática. Não está claro se a ajuda do Brasil seria para esse fundo.
A questão do financiamento para ações que ajudem os países pobres a lidar com o aquecimento global é um dos principais entraves da negociação, sem um acordo sobre os valores a serem investidos por cada nação.
Lula fez um discurso de tom crítico aos rumos da negociação (ele começou sua fala dizendo que estava "um pouco frustrado"). Ele foi bastante aplaudido pelo auditório, principalmente quando falava sobre o papel dos países ricos na ajuda aos pobres nesse contexto. Para Lula, mesmo que o fundo financeiro seja mesmo concretizado, é preciso tomar cuidado com a "intrusão" nas estratégias de cada país.
Confira também
Nova prévia de acordo ignora metas
Obama chega a Copenhague
Lula diz que "está rindo para não chorar"
Membros do Greenpeace são presos
– Os países que derem dinheiro têm o direito de exigir transparência e até de exigir o cumprimento daquela política que foi financiada. Mas é preciso tomar cuidado com a intrusão nos países em desenvolvimento e nos países mais pobres. A experiência que tivemos com medidas do FMI [Fundo Monetário Internacional] e do Banco Mundial mostram que não é recomendável que isso continue a acontecer no século 21.
O presidente também disse que as negociações, que só foram interrompidas por volta das 2h30 (horário de Copenhague), fizeram com que ele se lembrasse "dos tempos de dirigente sindical", no momento de negociar por causa dos patrões. Ele disse que as dificuldades nas conversas existem porque "não cuidamos antes de trabalhar com a responsabilidade que era necessária".
– Era uma reunião onde tinha chefes de Estado, figuras das mais proeminentes do mundo político. E, sinceramente, submeter chefes de Estado a situações como nós fizemos ontem era algo que há muito tempo eu não assitia.
Líderes tentam salvar a reunião
Hoje, lideres mundiais, como chefes de Estado e de governo, correm contra o tempo para chegar ao menos a um acordo político, um compromisso de manter as negociações no ano que vem, quando seria feito um acordo mais ambicioso, com metas concretas, prazos e valores financeiros para conter o aquecimento global.
Um documento que vazou para a imprensa mostra que os negociadores que participam da convenção chegaram a um esboço de acordo para a limitação do aumento da temperatura global em 2ºC em relação à era pré-industrial,
Mas, segundo fontes da agência Reuters, o documento, que deve sofrer mudanças, não fala em metas de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa, como o CO2 (dióxido de carbono), por parte dos países industrializados. Ou seja, um acordo sobre o assunto não determinaria objetivos concretos para a redução dessas emissões.
do presidente da convenção, Lars Loekke Rasmussen
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (18) que o Brasil está disposto a contribuir com um fundo econômico para ajudar os países pobres a lidar com os efeitos do aquecimento global, desde que o munco chegue a um acordo sobre o assunto durante a Convenção das Nações Unidas para Mudança Climática, que acontece em Copenhague, na Dinamarca.
O objetivo da reunião, que começou na semana passada e termina hoje, é firmar um acordo para a redução das emissões de gases do efeito estufa, como o CO2 (dióxido de carbono), na tentativa de conter o aumento da temperatura na Terra. Mas as negociações andam a passos lentos.
Durante discurso na cúpula, Lula reconheceu que ainda não conversou com membros do Congresso brasileiro ou com sua bancada na Casa sobre o assunto, mas disse que o país pode fazer esse "sacrifício" de "colocar dinheiro para ajudar os outros países".
Ontem, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, disse que o país está pronto para se juntar a outras nações para a criação de um fundo financeiro de US$ 100 bilhões (R$ 178 bilhões) por ano até 2020 para ações contra a mudança climática. Não está claro se a ajuda do Brasil seria para esse fundo.
A questão do financiamento para ações que ajudem os países pobres a lidar com o aquecimento global é um dos principais entraves da negociação, sem um acordo sobre os valores a serem investidos por cada nação.
Lula fez um discurso de tom crítico aos rumos da negociação (ele começou sua fala dizendo que estava "um pouco frustrado"). Ele foi bastante aplaudido pelo auditório, principalmente quando falava sobre o papel dos países ricos na ajuda aos pobres nesse contexto. Para Lula, mesmo que o fundo financeiro seja mesmo concretizado, é preciso tomar cuidado com a "intrusão" nas estratégias de cada país.
Confira também
Nova prévia de acordo ignora metas
Obama chega a Copenhague
Lula diz que "está rindo para não chorar"
Membros do Greenpeace são presos
– Os países que derem dinheiro têm o direito de exigir transparência e até de exigir o cumprimento daquela política que foi financiada. Mas é preciso tomar cuidado com a intrusão nos países em desenvolvimento e nos países mais pobres. A experiência que tivemos com medidas do FMI [Fundo Monetário Internacional] e do Banco Mundial mostram que não é recomendável que isso continue a acontecer no século 21.
O presidente também disse que as negociações, que só foram interrompidas por volta das 2h30 (horário de Copenhague), fizeram com que ele se lembrasse "dos tempos de dirigente sindical", no momento de negociar por causa dos patrões. Ele disse que as dificuldades nas conversas existem porque "não cuidamos antes de trabalhar com a responsabilidade que era necessária".
– Era uma reunião onde tinha chefes de Estado, figuras das mais proeminentes do mundo político. E, sinceramente, submeter chefes de Estado a situações como nós fizemos ontem era algo que há muito tempo eu não assitia.
Líderes tentam salvar a reunião
Hoje, lideres mundiais, como chefes de Estado e de governo, correm contra o tempo para chegar ao menos a um acordo político, um compromisso de manter as negociações no ano que vem, quando seria feito um acordo mais ambicioso, com metas concretas, prazos e valores financeiros para conter o aquecimento global.
Um documento que vazou para a imprensa mostra que os negociadores que participam da convenção chegaram a um esboço de acordo para a limitação do aumento da temperatura global em 2ºC em relação à era pré-industrial,
Mas, segundo fontes da agência Reuters, o documento, que deve sofrer mudanças, não fala em metas de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa, como o CO2 (dióxido de carbono), por parte dos países industrializados. Ou seja, um acordo sobre o assunto não determinaria objetivos concretos para a redução dessas emissões.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Noticia do R7
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), anunciou nesta quinta-feira (17) que vai se candidatar a uma vaga no Senado em 2010 e desistiu de disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aécio disputava a indicação do partido com o governador de São Paulo, José Serra. Aécio disse durante coletiva de imprensa que deixou a disputa para atender a "questões partidárias" e que vai trabalhar por seu vice, Antonio Anastasia, para sucedê-lo no governo de Minas.
O R7 apurou com assessor do governador que, antes de tomar a decisão, o governador passou a manhã reunido com o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), no palácio das Mangabeiras, a residência oficial do governo. A assessoria de Guerra confirmou que ele estava em Minas hoje.
Aécio defendia que os tucanos convocassem prévias para decidir quem seria o candidato do partido no ano que vem. Serra, no entanto, ainda não admite sua candidatura, mas lidera pesquisas de intenção de voto para 2010. Com a desistência do mineiro, o governador paulista fica com o caminho livre para se candidatar no ano que vem.
O R7 apurou com assessor do governador que, antes de tomar a decisão, o governador passou a manhã reunido com o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), no palácio das Mangabeiras, a residência oficial do governo. A assessoria de Guerra confirmou que ele estava em Minas hoje.
Aécio defendia que os tucanos convocassem prévias para decidir quem seria o candidato do partido no ano que vem. Serra, no entanto, ainda não admite sua candidatura, mas lidera pesquisas de intenção de voto para 2010. Com a desistência do mineiro, o governador paulista fica com o caminho livre para se candidatar no ano que vem.
Aprovado o piso salarial dos agentes de saúde
Aprovado o piso salarial dos agentes de saúde
Por unanimidade, o Senado aprovou ontem (16), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria o plano de carreira e o piso salarial nacional para os agentes de saúde.
A PEC foi aprovada com 57 votos favoráveis.
A proposta atribui à União a competência, por meio de lei federal, de definir o valor do piso.
Para aprovar a PEC, os líderes tiveram que fazer um acordo para eliminar os prazos constitucionais entre uma e outra votação.A Constituição estabelece um intervalo de cinco sessões entre uma votação e outra. O líderes concordaram em abrir e fechar as cinco sessões extraordinárias seguidas de discussão, que permitiu a votação da PEC em dois turnos.
Com a proposta aprovada, os agentes de saúde que lotavam as galerias do Senado cantaram o Hino Nacional. O senador Mão Santa (PSC-PI), que presidia a sessão no momento da votação do segundo turno, interrompeu sua fala e se colocou de pé, em reverência aos agentes. Os demais senadores que estavam em plenário também reverenciaram os agentes
Por:
Amigo Jeso Carneiro.
Por unanimidade, o Senado aprovou ontem (16), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria o plano de carreira e o piso salarial nacional para os agentes de saúde.
A PEC foi aprovada com 57 votos favoráveis.
A proposta atribui à União a competência, por meio de lei federal, de definir o valor do piso.
Para aprovar a PEC, os líderes tiveram que fazer um acordo para eliminar os prazos constitucionais entre uma e outra votação.A Constituição estabelece um intervalo de cinco sessões entre uma votação e outra. O líderes concordaram em abrir e fechar as cinco sessões extraordinárias seguidas de discussão, que permitiu a votação da PEC em dois turnos.
Com a proposta aprovada, os agentes de saúde que lotavam as galerias do Senado cantaram o Hino Nacional. O senador Mão Santa (PSC-PI), que presidia a sessão no momento da votação do segundo turno, interrompeu sua fala e se colocou de pé, em reverência aos agentes. Os demais senadores que estavam em plenário também reverenciaram os agentes
Por:
Amigo Jeso Carneiro.
Nâo se Fazem Conventos como Antes.
Convento combina com festa sexy?Depois de abrigar a Fundação Sarney, o Convento dos Mercês, no Maranhão, nunca mais será o mesmo. A fundação que leva o sobrenome do presidente do Senado brasileiro, José Sarney, teria alugado o convento para a realização de uma "festa sexy" no último dia 7, divulgou o Estadão.De acordo com o jornal, o pátio e os corredores do convento teriam servido de palco para um evento com show do grupo Female Angels (do inglês, anjos femininos, em tradução livre), cujo destaque é a sensualidade das integrantes.Com a chamada "liberte suas fantasias", o convite destacava a proibição de entrada de menores de 18 anos. Segundo o empresário Alexandre Maluf, que organizou o evento, a festa reuniu 1,5 mil pessoas. Ele disse que tudo foi feito dentro da "mais absoluta responsabilidade", com distribuição de camisinhas. Pode deixar, Malug, que “Deus ‘tá vendo”!
Conheça as Female Angels no vídeo abaixo. Elas esperam "com música e alegria
Conheça as Female Angels no vídeo abaixo. Elas esperam "com música e alegria
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
CAIU FORA.
As notícias vindas de Copenhague mostram como o encontro COP-15 tende, cada vez mais, ao fiasco. A novidade agora é que a presidente da conferência das Nações Unidas para mudanças climáticas, Connie Hedegaard, renunciou ao cargo na quarta-feira (16).Ela vinha sendo acusada por representantes de países em desenvolvimento de querer beneficiar os países ricos nas negociações, mas ainda não está claro se a decisão da renúncia teve a ver com isso. O argumento é o de que “é mais apropriado” que a conferência seja presidida pelo primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen.O evento, marcado para terminar na sexta-feira, e as negociações seguem travadas por divisões. Copenhague continua em ebulição: os protestos na rua da cidade estão a todo vapor na reta final.
LULA DISSE
A liberdade de imprensa foi tema central do discurso do presidente Lula na abertura da primeira Conferência Nacional de Comunicação, iniciada ontem. Apesar das bonitas palavras em defesa da liberdade, continua a censura da Justiça ao jornal O Estado de São Paulo, que desde 31 de julho, está proibido de publicar informações sobre a Operação Boi Barrica, que apura supostas irregularidades cometidas pelo empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP).Na abertura da conferência, Lula disse ter "orgulho de dizer que a imprensa no Brasil é livre, apura e deixa de apurar o que quer, divulga e deixa de divulgar o que quer, opina e deixa de opinar quando quer". Apesar de manifestações contrárias à censura ao Estadão, por parte de entidades nacionais e internacionais como a OAB e a ONU, o governo federal continua "paciente" e "imparcial" no assunto. É um caso para a Justiça resolver sozinha?
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Ela vai ser Lançada.
Campanha de Dilma será lançada em evento dos grandes
A campanha presidencial de Dilma Rousseff terá início oficial com tudo que tem direito. Durante quatro dias (de 18 a 21 de fevereiro) será realizado o 4º Congresso do partido, que reunirá 1.400 delegados, 200 observadores, 100 delegações estrangeiras e um total de 3.000 participantes. Para acontecer, o grande evento vai contar com a cifra de R$ 6,5 milhões, tornando-se o maior da história petista e um dos maiores organizados por partidos nos últimos anos. Isso que é investimento!
A campanha presidencial de Dilma Rousseff terá início oficial com tudo que tem direito. Durante quatro dias (de 18 a 21 de fevereiro) será realizado o 4º Congresso do partido, que reunirá 1.400 delegados, 200 observadores, 100 delegações estrangeiras e um total de 3.000 participantes. Para acontecer, o grande evento vai contar com a cifra de R$ 6,5 milhões, tornando-se o maior da história petista e um dos maiores organizados por partidos nos últimos anos. Isso que é investimento!
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