A Fotoativa abre inscrições para a
oficina de iniciação à fotografia “De Olhos Vendados” com Miguel
Chikaoka. Entre os meses de março e abril deste ano, serão duas turmas
paralelas, uma às terças e quintas pela parte da noite, e outra aos
sábados pela parte da tarde. Para ambas as turmas, haverá momentos de
prática a combinar em grupo. Os interessados devem se candidatar por
meio de formulário de inscrição on-line até o dia 18 de fevereiro e aguardar a chamada para as entrevistas presenciais.
A oficina “De Olhos Vendados” é
destinada ao público geral, amadores e experientes, interessados no
aprendizado e na prática da fotografia através de experimentos
inspirados na leitura da gênese do processo de produção de imagens. Sua
metodologia se compõe de vivências que envolvem práticas de construção e
uso de dispositivos de visualização e captura de imagens, jogos e
exercícios sensoriais, expedições e rodas de conversa.
Segundo o fotógrafo e educador Miguel
Chikaoka, o objetivo da oficina é estimular o exercício do pensamento
crítico-criativo sobre as possibilidades do fazer fotográfico e seus
desdobramentos nas mais diversas áreas do conhecimento.
Miguel Chikaoka é
natural de Registro-SP, vive e trabalha em Belém desde 1980. Seu
trabalho voltado à experimentação, pesquisa e reflexão do fazer
fotográfico resultou numa prática educativa pautada na potência
inspiradora da luz em todas as suas dimensões. Como artista acumula uma
dezena de exposições individuais e uma extensa lista de participações de
em coletivas no Brasil e no exterior. Em 2012, recebeu o Prêmio Brasil
de Fotografia e a Comenda da Ordem do Mérito Cultural – MinC por sua
contribuição à cultura brasileira. Em 2014 foi contemplado com o Prêmio
de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça / Funarte.
O homem que assassinou na manhã de hoje a subtenente Silva, SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO, foi preso na tarde de hoje na cidade de Rurópolis.
Segundo informações a
policia encontrou com ele: 1kg e 165g de substancias entorpecente
(maconha) 8 chips da operadora VIVO, 2 TIM, 3 da CLARO, 1 CLRV de uma
moto, um aparelho celular Lg, 262 reais em especie além de uma balança
de precisão, o mesmo foi abordado na feirinha durantes rondas
rotineiras.Depois
da prisão do mesmo que foi efetuado pela GU, mas que não sabia que se
tratava do matador da subtenente, a equipe do NRI entrou em ação e
depois de troca de informações foi confirmado que o malandro era o
matador da policial, tratava de Sebastião de Sousa Neto, da cidade de
Juruti, foi ele que assaltou várias farmácias aqui em Santarém e
responde a vários processos no Amazonas.
Dinheiro, drogas, catões telefônicos e outros objetos foram encontrados com o assassino
Depois disso o assassino confessou que foi ele que matou a subtenente
Silvia, ele disse a policia que a arma usada no crime está em uma
residencia no bairro do Santarenzinho.
Neste momento uma guarnição da polícia está a caminho de Rurópolis para traze-lo a Santarém.
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa disse, em
entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, exibida ontem (2) na
GloboNews, que não vê, hoje, condições para o impeachment da presidente
Dilma Rousseff. A entrevista de Barbosa foi gravada antes de o
presidente da Câmara, Eduardo Cunha, aceitar o pedido de abertura de
processo de impeachment contra Dilma.
"Impeachment é um
mecanismo regular do sistema presidencialista, mas é traumático. Pode
trazer consequências que não temos condições de avaliar hoje”, afirmou.
Para Joaquim Barbosa, parte das instituições brasileiras não está
funcionando. "E a que menos funciona, a meu ver, é a mais importante
delas, a Presidência da República. Acho que há uma crise na Presidência
da República. No nosso sistema político a Presidência é o centro de
gravidade. O presidente é o catalisador de todas as ações, ele se
comunica diretamente com a nação, esse é o seu papel mais importante.
Isso não ocorre no Brasil."
O ex-presidente do STF ressaltou que
"o Brasil precisa de lideranças políticas lúcidas, com uma visão muito
clara de sociedade e do que precisa ser feito para mudar o país, para
completar essa formação inacabada do Estado". Segundo Barbosa, falta
alguém para dizer a verdade para o brasileiro.
"Não vejo, tanto na ala governamental quanto na oposição, a liderança lúdica que dê a direção correta", disse.
Barbosa afirmou que as instituições de controle do Estado, como o
Judiciário e o Ministério Público, continuam funcionando e que não se
surpreendeu com o escândalo da Lava-Jato: "Para mim, isso é uma
sequência natural (do mensalão)."
Em relação ao julgamento do
mensalão, Barbosa disse que as pressões não o abalaram, mas o que chamou
a atenção dele foi a questão racial.
"Fazia o que qualquer juiz
sério naquela posição teria que fazer. Era um mero executor de decisões
coletivas. Estou convicto de que por trás daqueles ataques insensatos,
violentos estava a velha questão racial", ressaltou.
Barbosa
disse que não pensa em entrar para a política: "Acho que não tenho
vocação para política. Nunca gostei, nem mesmo na época de estudante.
Acho que sou uma pessoa livre demais para dar esse passo."
Edson Ribeiro (ao fundo) com o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró
O advogado Edson Ribeiro, que defende Nestor Cerveró, foi preso no
Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (27).
Ribeiro retornava dos Estados Unidos quando foi detido pelas
autoridades brasileiras.
Na noite dessa quinta (26), o ministro
do STF Teori Zavascki autorizou a inclusão do nome do advogado na lista
da Interpol. Edson Ribeiro estava foragido desde o dia da prisão do
senador Delcídio do Amaral (PT-MS), acusado de tentar interferir nas
investigações da Lava-Jato.
O senador, o advogado e o banqueiro
André Esteves foram gravados pelo filho de Nestor, Bernardo Cerveró, em
um quarto de hotel em Brasília oferecendo fuga e mesada de R$ 50 mil ao
ex-diretor da Petrobras para que ele não fizesse um acordo de delação
premiada.
Um pouco Círio de Nossa Senhora da Conceição 2015, muita fé e homenagem que marcam essa festa da fé do povo de Santarém, é o momento que ninguém pode julgar, é um momento pessoal, é um encontro da fé e devoção da maneira mais pura de cada um.
Os paroquianos de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, estiveram reunidos para fazer os últimos acertos para a grande missão, que será nos 06/07/08 de Novembro. Foi maravilhoso esse encontro de irmãos.
A proposta chamada de PEC da Bangala adiou a
aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal, dos
tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União, e foi proposta
originalmente pelo senador José Serra (PSDB); a norma valeria apenas
para quem optasse por se dedicar mais tempo à carreira, mas, nos
bastidores do Planalto, comenta-se que a razão do veto foi a pressão de
entidades representativas de servidores, contrárias ao aumento no tempo
de serviço
23 de Outubro de 2015 às 06:44
Por Marcos de Vasconcellos, do Consultor Jurídico
A presidente Dilma Rousseff vetou, nesta quinta-feira (22/10), o
projeto de lei que permitira aos servidores públicos a aposentadoria aos
75 anos. A mudança era esperada — e comemorada — por juízes e
servidores desde que entrou em vigor a chamada PEC da Bengala, que adiou
a aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal,
dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União.
A proposta (apelidada de PL da Bengalinha) era tão aguardada que
gerou uma corrida por liminares nos tribunais, protagonizada por
desembargadores que queriam ficar mais tempo nas cortes. Decisões foram
concedidas pelos tribunais de Justiça deSão Paulo, de Pernambuco e do
Rio de Janeiro permitindo que magistrados se mantivessem na carreira.
Para o STF, no entanto, a mudança dependia da edição de uma lei
complementar — que acaba de ser vetada pela presidente.
A norma valeria apenas para quem optasse por se dedicar mais tempo à
carreira, mas, nos bastidores do Planalto, comenta-se que a razão do
veto foi a pressão de entidades representativas de servidores,
contrárias ao aumento no tempo de serviço. A regra valeria também para
os membros do Poder Judiciário, do Ministério Público, das Defensorias
Públicas e dos tribunais e dos Conselhos de Contas.
O texto esperava sanção presidencial desde o dia 29 de setembro,
quando o Plenário do Senado aprovou por unanimidade a proposta. O PLS
274/2015 foi proposto pelo senador José Serra (PSDB-SP) e passou por
algumas mudanças na Câmara dos Deputados, com o acréscimo de duas
emendas ao texto original.
No dia 7 de outubro, o Supremo Tribunal Federal analisou o projeto
econsiderou-o constitucional, mesmo atingindo membros do Judiciário. Em
sessão administrativa, os ministros do Supremo deliberaram, por sete
votos a um, que a possível sanção do projeto pela presidente Dilma
Rousseff não infringiria a Constituição. O ministro Luiz Fux foi o único
a votar pela inconstitucionalidade da medida.
Após
ver a cópia de seu passaporte que o incrimina sobre suas contas
bancárias secretas na Suíça, o presidente da Câmara dos deputados,
Eduardo Cunha, se emocionou ao ver o documento e decidiu assumir, de uma
vez por todas, que tem um irmão gêmeo desaparecido há muitos anos.
Enquanto chorava de emoção, Eduardo Cunha explicou a
situação: “Agora que acharam os documentos, não tenho mais como esconder
a verdade. Tenho um irmão gêmeo que não vejo há anos. Nos separamos
pois ele tinha uma vida moralmente condenável, diferente de mim que
sempre fui honesto e integro”
“A última vez que vi meu irmão gêmeo foi quando ele roubou
meu passaporte para fugir do país, após ter cometido uma série de
crimes. Ele disse que iria para Itália para dividir um apartamento com o
Pizzolato, e pelo visto ele também foi na Suíça” disse Cunha.
A emissora Record anunciou que pretende fazer o reencontro dos dois irmãos gêmeos no programa do Rodrigo Faro.
A nossa Paróquia esteve visitando a comunidade de Cipoal2, e celebrando junto na festa de Nossa Senhora de Aparecida e foi muito maravilhoso, desde de nossa saída como a celebração, obrigado pela acolhida desta comunidade irmã.
"Não há nem haverá qualquer acordo com o
parlamentar Eduardo Cunha para barrar o processo em trânsito na Comissão
de Ética da Câmara dos Deputados", afirmou ao blog o presidente
nacional do PT, Rui Falcão, na manhã dessa quinta-feira. "Quem tem
acerto com ele é a oposição de direita, como é público e notório."
"Notícias a este respeito são deslavadas mentiras ou plantações de
quem eventualmente deseja semear confusão", continuou. "Denúncias contra
Cunha seguirão seu rito normal e os representantes petistas votarão
conforme as provas e sua consciência, enquanto continuaremos a lutar
contra o golpismo nas ruas e nas instituições, em defesa da legalidade
constitucional e do mandato da presidente Dilma Rousseff."
"Tanto o governo quanto o PT já deixaram claro que não existe
hipótese de complacência com o malfeito e a corrupção, que devem ser
apurados e punidos doa a quem doer", concluiu. "Nosso compromisso é com a
democracia e o Estado de Direito."
Estas declarações devem ser lidas com atenção, em um momento no qual
boa parte da imprensa se dedica a registrar, em letras garrafais, que o
Palácio do Planalto e a direção petista estariam negociando a recusa ou o
protelamento de trâmites para o impeachment presidencial, em troca da
aliança PT-PMDB para bloquear o pedido de cassação do presidente da
Câmara no Conselho de Ética.
Mais de metade da bancada partidária, 34 entre 62 deputados, assinou a
denúncia contra Cunha ao órgão responsável por sua investigação
intramuros. Mas distintas tendências internas apresentaram, à Comissão
Executiva Nacional do PT, demanda por posição oficial da legenda em
favor de processo contra o parlamentar peemedebista.
"Não faz sentido pedir para abrir o que já está aberto", destaca Rui
Falcão. "Além do mais, em um momento delicado como o que estamos
vivendo, fechar questão sobre tema desta natureza apenas abalaria
relações dentro da coalizão, possivelmente até ajudando o presidente da
Câmara a ampliar frente de proteção junto a seus pares."
A ausência de resolução formal do comando petista, associada à
omissão dos parlamentares filiados ao PC do B, de toda forma, podem ter
facilitado a vida dos meios de comunicação e setores oposicionistas
ansiosos por colocar tanto o PT quanto o governo em escandalosa cena de
cambalacho com Eduardo Cunha.
Caso os petistas e a presidente aceitassem este roteiro, claramente
negado por Rui Falcão, estaríamos diante do axioma de Boulay de la
Meurthe, político e magistrado sob o governo de Napoleão Bonaparte. Ao
saber do assassinado do duque de Enghien, um dos líderes das fileiras
pela restauração monárquica, comentou: "Pior que um crime, foi um grande
erro."
As recentes decisões do STF, aliadas às fortes evidências delituosas
contra o presidente da Câmara dos Deputados, criaram condições melhores
para o impeachment ser derrotado nas ruas, no plenário e até na própria
corte suprema.
Mesmo que Cunha, em gesto de vingança e desespero, paute a
admissibilidade do afastamento da chefe de Estado, seriam necessários
342 votos, dos 513 possíveis, para sua efetivação.
Os riscos a correr, em movimento social e institucional contra o
impeachment, confrontando-se abertamente com o chefe da Câmara e a
oposição de direita, são bem menores que o custo político de um pacto
que provavelmente dilapidaria, talvez de forma irreversível, a
credibilidade do PT e da presidente.
Afinal, o contundente discurso da presidente Dilma Rousseff contra o
golpismo, na abertura do Congresso da CUT, não é almoço grátis. Seria
impagável a conta devedora entre pedir para os trabalhadores ficarem de
guarda erguida contra os "moralistas sem moral" e abraçar, logo em
seguida, o expoente mais visível e poderoso dessa camarilha reacionária
Clemerson José Pinheiro da Silva (de cabelo branco, à direita), chega à superintendência da PF em Brasília
A Polícia Federal prendeu o secretário-executivo do extinto Ministério
da Pesca, Clemerson José Pinheiro, nesta quinta-feira, 15. Agentes
fizeram uma busca e apreensão no edifício da atual Secretaria da Pesca
durante a deflagração da Operação Enredados. A ação da PF tem o objetivo
de desarticular um grupo que teria vendido concessão ilegal de
permissão de pesca industrial.
Os funcionários do antigo Ministério estão do lado de fora do prédio, esperando a PF finalizar as buscas no edifício.
Clemerson José Pinheiro da Silva é secretário de Monitoramento e
Controle da Pesca e Aquicultura. Em 2014, ele ocupou o cargo de diretor
do Departamento de Registro da Pesca e Aquicultura da pasta.
“A investigação identificou inúmeros ilícitos, desde a pesca ilegal,
passando por fraudes em documentação para inserir no mercado o pescado
sem origem, até a identificação de organização criminosa com
ramificações no Ministério da Pesca e no Ibama, causando sérios
prejuízos ambientais também em outros Estados”, informa a PF, em nota.
Foram emitidos 19 mandados de prisões e 63 de busca e apreensão em São
Paulo, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina, no Rio Grande do Norte, Rio
Grande do Sul, Pará e Distrito Federal. Quatrocentos policiais cumprem
os mandados.
Segundo a PF, servidores públicos, armadores de pesca, representantes
sindicais e intermediários, mediante atos de corrupção, tráfico de
influência e advocacia administrativa, atuavam concessão ilegal das
permissões emitidas pelo Ministério da Pesca. Investigadores apontam que
muitas das embarcações licenciadas irregularmente não possuíam os
requisitos para obter autorização.
“Em outros casos, eram colocados empecilhos para embarcações aptas, com o
objetivo de pressionar os proprietários dos barcos para o pagamento de
propina. Um dos fatos investigados envolveu o licenciamento para pesca
da tainha na safra 2015. A organização criminosa chegou a cobrar R$ 100
mil por embarcação para emissão de permissão de pesca, sem observância
dos requisitos legais”, diz nota da PF.
De acordo com a PF, espécies ameaçadas de extinção, cuja pesca é
proibida, como Tubarão Azul, Tubarão Cola-fina, Tubarão Anjo e Raia
Viola foram apreendidos na Operação Enredados. Ao longo da investigação,
mais de 240 toneladas de pescado capturado de forma ilegal, com preço
de mercado superior a R$ 3 milhões, foram apreendidos em abordagem da PF
em diversos pontos da costa brasileira.
“Dentre as ilegalidades constatadas, algumas foram de forma reiterada,
como a desconsideração dos dados do PREPS – Programa Nacional de
Rastreamento de Embarcações por Satélite -, que monitora a atividade dos
barcos pesqueiros”, informa a PF.