sábado, 3 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Dilma reduz em 10% seu próprio salário e o de ministros; confira 11 pontos da reforma
Dilma
também reduziu em 20% gastos com custeio e terceirização, além de
extinguir 3 mil cargos comissionados. Roberto Stuckert Filho/PR
A reforma tem o objetivo de melhorar a gestão pública, elevar a competitividade do País e continuar assegurando a igualdade de oportunidade aos cidadãos.
Confira os principais pontos da reforma:
– Redução de 8 ministérios
– Redução de 30 secretarias nacionais
– Extinção de 3 mil cargos comissionados
– Redução em 10% do salário da presidenta, do vice-presidente e dos ministros
– Redução de 20% em gastos de custeio e terceirização
– Revisão dos contratos de aluguel e de serviços como vigilância, segurança e TI
– Revisão do uso do patrimônio da União; governo só ficará com prédios que servirem a políticas públicas
– Criação de central de automóveis, com objetivo de reduzir e otimizar a frota
– Limites de gastos com telefones, passagens e diárias
– Metas de eficiência no uso da água e da energia
– Criação da Comissão Permanente de Reforma do Estado
sábado, 26 de setembro de 2015
“Brasil tem reservas suficientes para não haver nenhum problema”, afirma Dilma sobre dólar
A presidenta Dilma Rousseff assegurou a jornalistas, neste sábado (26), que o Brasil tem reservas suficientes para lidar com as oscilações do dólar e que o país tem uma posição firme e clara sobre a questão.
Dilma ressaltou a atuação que o Banco Central teve na semana passada para conter a alta brusca da moeda norte-americana. Na quinta-feira (24), o presidente do banco, Alexandre Tombini, declarou que as reservas internacionais “são um seguro, podem e devem ser utilizadas”.
“O governo terá uma posição bem clara e firme como foi essa que o Banco Central teve ao longo do final da semana passada”, declarou a presidenta.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Dilma chega a Nova York para cumprir agenda de 4 dias
SEDUC tem nova titular
Foi ela quem esteve à frente das negociações com os professores na última greve dos profissionais da rede estadual. Doutoranda em Ciências da Educação, Mestre em Educação: Ensino Superior e Gestão Universitária, pela Universidade da Amazônia, ela também é Especialista em Avaliação e Currículo, pela Universidade Federal do Pará e Graduada em Licenciatura Plena em Pedagogia pelas Faculdades Integradas Colégio Moderno e UnB.
Hage também já foi candidata à reitoria da Universidade do Estado, onde também já foi professora. Na UEPA ela ocupou a direção do Centro de Ciências Sociais e Educação por dois mandatos.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) disse que espera que a saída de Pontes “resulte numa mudança significativa na gestão da Secretaria de Educação”. Eles lembraram que a passagem do ex-titular da Seduc foi marcada por uma série de problemas e crises no trato com a categoria, bem como possíveis indícios de superfaturamento.
Para o Sintepp, existe a esperança que a nova secretária “possa enfim compreender que a superação dos problemas que afligem a educação pública do nosso estado, em todos os seus níveis e modalidades, só será possível mediante a combinação de esforços de vários atores envolvidos diretamente com a questão e que a construção de uma educação pública de qualidade, laica, universal e democrática, pressupõe a valorização profissional”.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
TIREI DO JK.
ADVOGADOS DA EX-PREFEITA MARIA DO CARMO, EMITE NOTA AO BLOG A RESPEITO DA DECISÃO PROFERIDA PELA JUSTIÇA FEDERAL. "É APENAS UMA DECISÃO LIMINAR, A EX-PREFEITA MARIA DO CARMO EM NENHUM MOMENTO FOI ACUSADA DE TER SUPERFATURADO O REFERIDO CONTRATO"
Ex-prefeita Maria do Carmo
A
respeito da decisão proferida pelo Juiz federal da 2 vara da comarca de
Santarém, indisponibilizando bens de Maria do Carmo Martins, Ludmila
Ribeiro, Marcus Alan, Eduardo Araújo, Alba Valeria e Construtora Melo
de Azevedo, temos a informar que se trata de uma decisão liminar,
contra qual estão sendo apresentados recursos de agravo de instrumento,
por entender que não estão presentes os pressupostos para a concessão de
uma medida exepcional.
Na
verdade, a origem do processo é a fiscalização feita pela CGU, e um
pedido do senador Flexa Ribeiro, constatando suposta irregularidade nas
obras do PAC Mapiri e Uruara. Das denúncias apresentadas, o TCU acolheu
a defesa excluindo 5 supostas irregularidades ficando apenas 1.
Essa decisão do tribunal não é definitiva, pois foi instaurada uma
tomada de contas especial que pode rejeitar a denúncia sobre esta
irregularidade remanescente.
A decisão do TCU, gera a perda do objeto do processo judicial, não
sendo possível neste momento, imputar a responsabilidade sobre nenhum
dos réus, eis que ainda não foram sequer apresentadas as respectivas
defesas preliminares.
No relatório do TCU, em nenhum momento a Prefeita Maria do Carmo foi
acusada de ter superfaturado referido contrato. Ela responde por ter
supostamente desobedecido ordem do TCU de ter retido cautelarmente os
pagamentos da empresa. Mas assim o fez porque entendeu que deveria
deixar na conta pelo menos o valor retido, assim o fazendo, respeitando a
ordem do TCU.
Advogados (a): Dra Aline Hoyos e Dr. Eder Coelho
Mudança.
A partir de agora você pode acessar minha pagina no blog como: rgfotografias.blogspot.com, mudamos um pouco por causa da marca RG Fotografias. então pode entrar e curtir nosso trabalho. um grande abraço a todos os amigos.
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
sábado, 30 de maio de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
A marcha do MBL: megalomania e o fiasco do impeachment
A caminhada tragicômica de um grupo que um dia sonhou em derrubar a
presidenta da República acabou em um ato esvaziado nesta quarta em
Brasília
Divulgação
Tinha tudo para os planos do Movimento Brasil Livre (MBL)
darem certo. Primeiro, duas manifestações que, somadas, levaram mais de
2 milhões de pessoas às ruas pedindo o impeachment da presidenta Dilma
Rousseff –segundo os cálculos generosos da Polícia Militar.
Logo em seguida, a encomenda de um estudo feito pela oposição para
validar juridicamente a cassação da petista. O apoio político
e a comoção popular haviam criado o ambiente propício para o que foi
vendido como uma manifestação arrojada, nova, diferente de tudo o que se
tinha visto no Brasil desde os protestos de 2013. Como
resultado, milhares de brasileiros vestindo verde e amarelo se juntariam
ao MBL em uma caminhada de 1.175 quilômetros entre São Paulo e
Brasília.
O dia, horário e evento no Facebook também foram acertados. Na data, 24 de abril, uma multidão se concentraria no bairro rico de Pinheiros, na zona oeste da capital, onde sairiam em marcha após o Hino Nacional. A história foi bem outra.
Os manifestantes que abarrotaram em festa a avenida Paulista ensolarada nos domingos de 15 de março e 12 de abril caminhariam mesmo por 30 dias? Marchariam mesmo com idade média de 40 anos e o bolso cheio? Cerca de 20% de quem protestou naqueles dias ganhavam mais de 20 salários mínimos por mês, segundo o Datafolha.
Nada disso passou pela cabeça dos líderes do MBL, nem mesmo pela mais conhecida delas, a de Kim Kataguiri, de 19 anos. “[No dia 27 de maio], ocupemos a frente da Câmara para que os congressistas se sintam pressionados a atender a nossa pauta”, convocou o estudante em um vídeo no Facebook em que explicava cada detalhe da “Marcha pela Liberdade”.
Tudo pronto. Dia 24 de abril, meio-dia, praça Panamericana. Ninguém apareceu. Como há sempre aquele atrasadinho, decidiram esperar por mais uma hora. Às 13h, 22 pessoas iniciaram a marcha. Nem o MBL apareceu direito. Kim esperava pelo menos 60 pessoas do movimento, e o total geral foi de um terço disso.
Para não atrapalhar o trânsito, o grupo foi pela calçada mesmo. Carros e um ônibus, bancado pelo Solidariedade, partido do deputado Paulinho da Força, foram mobilizados para garantir o mínimo conforto a quem pusesse o pé na estrada. Ninguém precisaria levar as mochilas nas costas. Na hora de dormir, os veículos também serviriam de abrigo.
O dia, horário e evento no Facebook também foram acertados. Na data, 24 de abril, uma multidão se concentraria no bairro rico de Pinheiros, na zona oeste da capital, onde sairiam em marcha após o Hino Nacional. A história foi bem outra.
Os manifestantes que abarrotaram em festa a avenida Paulista ensolarada nos domingos de 15 de março e 12 de abril caminhariam mesmo por 30 dias? Marchariam mesmo com idade média de 40 anos e o bolso cheio? Cerca de 20% de quem protestou naqueles dias ganhavam mais de 20 salários mínimos por mês, segundo o Datafolha.
Nada disso passou pela cabeça dos líderes do MBL, nem mesmo pela mais conhecida delas, a de Kim Kataguiri, de 19 anos. “[No dia 27 de maio], ocupemos a frente da Câmara para que os congressistas se sintam pressionados a atender a nossa pauta”, convocou o estudante em um vídeo no Facebook em que explicava cada detalhe da “Marcha pela Liberdade”.
Tudo pronto. Dia 24 de abril, meio-dia, praça Panamericana. Ninguém apareceu. Como há sempre aquele atrasadinho, decidiram esperar por mais uma hora. Às 13h, 22 pessoas iniciaram a marcha. Nem o MBL apareceu direito. Kim esperava pelo menos 60 pessoas do movimento, e o total geral foi de um terço disso.
Para não atrapalhar o trânsito, o grupo foi pela calçada mesmo. Carros e um ônibus, bancado pelo Solidariedade, partido do deputado Paulinho da Força, foram mobilizados para garantir o mínimo conforto a quem pusesse o pé na estrada. Ninguém precisaria levar as mochilas nas costas. Na hora de dormir, os veículos também serviriam de abrigo.
E lá foram eles. Pela rodovia dos Bandeirantes, chegaram a Jundiaí.
Naquela cidade, a 57 km da capital, ganharam a rodovia Anhanguera, de
onde só saíram para pisar na capital federal. O roteiro incluiu as
cidades de Uberlândia, Uberaba, Caldas Novas, Goiânia, Anápolis e
cidades satélites de Brasília.
O plano era mobilizar simpatizantes em cada um desses municípios. Pouca gente se animou. Apoio mesmo só de políticos ultraconservadores. No Twitter, o deputado Roberto Freire (PPS-SP) bradou: “Vamos mobilizar todos os partidos de oposição e oposicionistas de todos os partidos para a Marcha e o ato em BSB”.
Onyx Lorenzoni (DEM-RS) chegou a dizer que pretendia participar de um trecho da caminhada, enquanto Ronaldo Caiado (DEM-GO) prometeu receber com festa os manifestantes quando chegassem a Goiânia, sua base eleitoral.
Os dias foram passando, Caiado não deu o ar da graça e a marcha sumiu dos noticiários. A esperança de reunir milhares em frente ao Congresso se esvaiu depois que o parecer jurídico sobre o impeachment da presidenta chegou ao gabinete de Aécio na noite de quarta-feira 20. “Não é agenda para agora”, contemporizou o presidente do PSDB, ao se referir às conclusões do jurista Miguel Reale Júnior, que não viu embasamento jurídico para o impedimento.
O plano era mobilizar simpatizantes em cada um desses municípios. Pouca gente se animou. Apoio mesmo só de políticos ultraconservadores. No Twitter, o deputado Roberto Freire (PPS-SP) bradou: “Vamos mobilizar todos os partidos de oposição e oposicionistas de todos os partidos para a Marcha e o ato em BSB”.
Onyx Lorenzoni (DEM-RS) chegou a dizer que pretendia participar de um trecho da caminhada, enquanto Ronaldo Caiado (DEM-GO) prometeu receber com festa os manifestantes quando chegassem a Goiânia, sua base eleitoral.
Os dias foram passando, Caiado não deu o ar da graça e a marcha sumiu dos noticiários. A esperança de reunir milhares em frente ao Congresso se esvaiu depois que o parecer jurídico sobre o impeachment da presidenta chegou ao gabinete de Aécio na noite de quarta-feira 20. “Não é agenda para agora”, contemporizou o presidente do PSDB, ao se referir às conclusões do jurista Miguel Reale Júnior, que não viu embasamento jurídico para o impedimento.
Quando pouca gente se lembrava da marcha, Kataguiri e os amigos
voltaram às manchetes. Embriagado, José Lino, de 49 anos, colidiu sua
caminhonete com outro veículo por volta das 19h do sábado 23 e se viu
arremessado contra o acostamento, justamente onde caminhavam os
integrantes do MBL.
Kataguiri e Amanda Kailayne Alves, de 28 anos, foram atropelados. Nada grave. Eles foram encaminhados para hospitais da região e medicados. No dia seguinte, Renan Santos (31), outro líder do MBL, compartilhou um vídeo no Facebook politizando o acidente ao revelar sua intenção de averiguar se o motorista era membro do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
Os milhares esperados em frente ao Congresso gritando pelo impeachment de Dilma diante de receptivos presidentes da Câmara e do Senado terminaram em um discurso constrangido do coordenador do MBL Rubens Nunes Filho na terça-feira 26 durante a reunião da bancada do DEM: “Conclamo os senhores que recebam a marcha amanhã, às 14 horas. Que estejam na rampa para nos receber e se possível prestar apoio”.
Nenhum político juntou-se ao minguado grupo que se reuniu no gramado do Congresso nesta quarta-feira, mas, acompanhados por parlamentares da oposição, o movimento conseguiu se reunir com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e protocolar o pedido de impeachment.
Trinta e três dias depois, 35,6 quilômetros supostamente caminhados por dia (lembre-se do ônibus e carros de apoio) e um final melancólico para um movimento megalomaníaco.
Kataguiri e Amanda Kailayne Alves, de 28 anos, foram atropelados. Nada grave. Eles foram encaminhados para hospitais da região e medicados. No dia seguinte, Renan Santos (31), outro líder do MBL, compartilhou um vídeo no Facebook politizando o acidente ao revelar sua intenção de averiguar se o motorista era membro do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
Os milhares esperados em frente ao Congresso gritando pelo impeachment de Dilma diante de receptivos presidentes da Câmara e do Senado terminaram em um discurso constrangido do coordenador do MBL Rubens Nunes Filho na terça-feira 26 durante a reunião da bancada do DEM: “Conclamo os senhores que recebam a marcha amanhã, às 14 horas. Que estejam na rampa para nos receber e se possível prestar apoio”.
Nenhum político juntou-se ao minguado grupo que se reuniu no gramado do Congresso nesta quarta-feira, mas, acompanhados por parlamentares da oposição, o movimento conseguiu se reunir com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e protocolar o pedido de impeachment.
Trinta e três dias depois, 35,6 quilômetros supostamente caminhados por dia (lembre-se do ônibus e carros de apoio) e um final melancólico para um movimento megalomaníaco.
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