quarta-feira, 29 de novembro de 2017

UM POUQUINHO DO CÍRIO FLUVIAL




















MOSTRANDO UM POUCO COMO FOI O CÍRIO FLUVIAL 2017, COM OS CLICKS DE RG FOTOGRAFIAS

terça-feira, 28 de novembro de 2017

UM POUCO DO CÍRIO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO.








































DESDE DA MANHÃ LÁ ESTAVAM ESPERANDO ESSE MOMENTO PARA MANIFESTAR SUA FÉ, OLHANDO O NASCER DO SOL COM A MÃE DA CONCEIÇÃO, VEIO A MISSA PARA COMUNGAR PARA TEREM FORÇA NA CAMINHADA, OS PÉS E MÃOS PREPARADOS PARA LEVANTAR A CORDA.LÁ VEM A MÃE E COMEÇA A CAMINHADA, VEM A SOLIDARIEDADE COM UM COPO DE ÁGUA, E MUITA FÉ, GENTE PAGANDO PROMESSAS, HOMENAGEM É TUDO FESTA, E LÁ VEM UMA MULTIDÃO QUE TOMA A RUA, NINGUÉM VÊ O COMEÇO E O FIM, A IMPRENSA VEM FAZER A COBERTURA DESTE MOMENTO MARAVILHOSO, E CONTINUA A CAMINHADA O INCENTIVO NAS PALAVRAS DO BISPO E SEGUE A CAMINHADA, E LÁ VEM A SANTA TRAZIDA POR PESSOAS QUE NUNCA SE VIRAM, MAS TEM A MESMA ESPERANÇA NESTA CAMINHADA DE CHEGAR A CASA DA MÃE. E NÃO FALTA A EMOÇÃO DA CHEGADA , VONTADE DE CHORAR, DE REZAR E AGRADECER POR ESTE MOMENTO, E  AGORA FALTA LEVAR A LEMBRANÇA UM PEDAÇO DE CORDA COMO RECORDAÇÃO PARA NÃO ESQUECER ESSE ATO DE FÉ.  

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

ALAS com novos integrantes


Dia 24, às 20h, no Centro Recreativo, a Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS) realizará sessão solene para empossar seus quatro novos membros, nominados abaixo:
- MARIA LÍDIA AIRES DE MENDONÇA - intérprete, arranjadora e produtora cultural com mais de 30 anos de carreira. Ocupará a cadeira de número 31, cujo patrono é Raimundo Fona.
- RAIMUNDO BRITO (Ray Brito)-  cantor, ocupará a cadeira de número 33, que tem como patrono o poeta Rui Paranatinga Barata. 
- JOÃO BERNARDO MOTA SANTANA - professor, ocupará a cadeira de número 26, cujo patrono é o poeta Manuel Rebouças de Albuquerque). 
- ANTÔNIA TEREZINHA DOS SANTOS AMORIM - historiadora, foi eleita para ocupar a cadeira  de número 05, que tem como patrono o fotógrafo Apolônio Alves Pereira Fona.

 No evento, será prestada homenagem póstuma à Raimunda Rodrigues Frazão (Dica Frazão), que era integrante da referida entidade cultural.
Convidados pelos dirigentes da ALAS, eu e Edinaldo Mota atuaremos como mestres de cerimônia da solenidade e, também, apresentaremos as atrações do "Momento Cultural" (músicas e poesias) que terá a participação de membros da Academia, dentre eles, Odilson Matos, Sebastião Tapajós, Ivone Picanço, Antônio Von, Moacir Santos e Djalma do Cavaco. Só pra lembrar: Edinaldo e eu, somos membros efetivos da Academia de Letras e Artes de Santarém.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

O pior dos ateus

“Por que me dizeis ‘Senhor! Senhor!’ e não fazeis o que vos mando?” - Lucas 6,46
É uma afirmativa que sempre escandaliza certos católicos rotulados de “praticantes”: pode-se ir à igreja diariamente, conhecer de cor a Bíblia inteira e, na vida... ser ateu! Sim. Ateu prático - aquele que muito fala em Deus, mas O exclui cuidadosamente de sua rotina cotidiana.

O ateu teórico promove publicamente sua descrença, fazendo alarde de um circunstancial e pedante ceticismo, que dura enquanto persistem as calmas da existência, as situações normais, sem sobressaltos e medrosas incertezas. Mas na hora do desastre, no pavoroso momento da catástrofe, seu pretensioso esquema racionalista se desmonta num passe de mágica... E ele, feito para Deus como qualquer homem, reza, suplica e pede ajuda ao Senhor que negara. “Se o Pai do céu me der vida e saúde, ainda hei de provar que Ele não existe!” - sentenciou o humorista Millôr Fernandes, definindo genialmente o ridículo ateísmo de identificadas elites.

O ateu prático - o pior de todos! - tem-se, ao contrário do outro, como o dono da Fé, o modelo do crente. Quanta piedade... domingueira e de sacristia! Nos negócios e diversões, nas leituras e na criação dos filhos, age, porém, exatamente como se Deus não existisse! É adúltero, hipócrita, desonesto e mau, re­petindo as mesmas iniquidades dos réprobos sem nenhum código moral a lhes reger o comportamento!

É à gente fingida assim que Se dirige Cristo na contundente indagação citada no início desta página. Se vivo a bater no peito, proclamando minha convicção religiosa, tenho de fazer o que determina o meu suposto Divino Mestre, sendo luz na comunidade, dando diários testemunhos de coerência com o Evangelho e de fi­delidade à Igreja a que juro pertencer.

Só desta forma - vivendo a doutrina - não se correrá o risco supremo e irremediável de ouvir, quando já não houver tempo pa­ra mais nada: - “Ide, malditos, para o fogo eterno, pois nunca vos conheci!”

Ensina-nos, ó Jesus Salvador, a fazer de nossas vidas um cristalino espelho de Ti!

(Por Emir Bemerguy – “Sementes para Passarinhos – Meditações” – 1975)