quinta-feira, 7 de julho de 2016
sábado, 18 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
Meus Muleques Assumindo responsabilidades Valeu Albert e José Eliaquim Garcia.
Escola estadual Pedro Álvares Cabral elege nova diretoria do grêmio estudantil
Publicado 6 de junho de 2016 | Por Jeso Carneiro
Os membros da nova diretoria do grêmio estudantil do PACEles foram eleitos, respectivamente, presidente e vice da nova diretoria do Grepac (Grêmio Estudantil Pedro Álvares Cabral). A posse correu na sexta-feira, 3.
No Leia Mais, abaixo, todos os membros da diretoria.
Apenas uma chapa, a Gestão Atitude, inscreveu-se para a eleição, sendo por isso eleita por aclamação.
Os eleitos terão mandato de 2 anos.
O Grepac é berço onde despontaram vários líderes estudantis no município, e que mais tarde enveredaram pela carreira política.
Como é o caso do professor Odonaldo Cardoso, duas vezes presidentes do Grepac na década de 1990, e que hoje comanda o PEN (Partido Ecológico Nacional) em Santarém.
Localizada no bairro do Laguinho, a escola Pedro Álvares Cabral foi criada há 48 anos, e conta hoje com cerca de 800 anos matriculados no ensino médio, fundamental e EJA (Educação de Jovens e Adultos).
Diretoria do Grepac
Presidente – Albert Teixeira Garcia
Vice – Jésssica Ariela
Secretárias
Kamila Gama
Ágata Nayala
Maria Rita
Esporte e Lazer
José Eliaquim
Adriele Azevedo
Eliana Sá
Jucélia Azevedo
Tesouraria
Helen Taís
Marlice
Paulo Henrique
Cultura e Espaço Pedagógico
Karolainy Amorim
Renner Reis
Felipe Vasconcelos
Jean Carlos
Imprensa, Rádio e Comunicação
Aline Soares
Lucas Dutra
Nathale Batista
Elichardson Silva
Saúde e Meio Ambiente
Luciane Bentes
Laise Vidal
Crislem Sousa
Ramon Brito
Bruna Silva
Suplentes
Andrea Marcele
Alice Stephanie
John Lennon
José Jonathas
Luís Otávio
Rodrigo Moisés
Rodrigo Sarmento
Andrena Gonçalves
quinta-feira, 2 de junho de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Luis Fernando Verissimo
– Pai…
– Hmmm?
– Como é o feminino de sexo?
– O quê?
– O feminino de sexo.
– Não tem.
– Sexo não tem feminino?
– Não.
– Só tem sexo masculino?
– É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
– E como é o feminino de sexo?
– Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
– Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.
– O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra “sexo” é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
– Não devia ser “a sexa”?
– Não.- Por que não?
– Porque não! Desculpe. Porque não. “Sexo” é sempre masculino.
– O sexo da mulher é masculino?
– É. Não! O sexo da mulher é feminino.
– E como é o feminino?- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
– O sexo da mulher é igual ao do homem?
– É. Quer dizer… Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?
– Certo.
– São duas coisas diferentes.
– Então como é o feminino de sexo?
– É igual ao masculino.
– Mas não são diferentes?
– Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
– Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
– A palavra é masculina.
– Não. “A palavra’ é feminino. Se fosse masculina seria “o pal…”
– Chega! Vai brincar, vai.
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
– Temos que ficar de olho nesse guri…
– Por quê?
– Ele só pensa em gramática.
Luis Fernando Verissimo é jornalista, escritor, humorista, cartunista e quadrinista, vive em Porto Alegre. Para conhecer sua obra e trajetória, acesse a Wikipédia.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Usina de Belo Monte e Minha Casa Minha Vida
quarta-feira, 4 de maio de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
CAOS PRÓ DILMA:
Salvador amanhece sem ônibus e bancários paralisados
Nesta sexta-feira (15), além dos rodoviários, os bancários também realizam uma paralisação em Salvador e no interior do Estado.
A capital baiana amanheceu sem o
serviço do transporte coletivo na manhã desta sexta-feira (15). Na
quinta-feira (14), os rodoviários anunciaram que iriam retardar a saída
dos veículos. O Sindicato dos Rodoviários da Bahia informou que os
ônibus vão permanecer nas garagens das 4h até às 8h.
Nesta sexta-feira (15), além dos
rodoviários, os bancários também realizam uma paralisação em Salvador e
no interior do Estado. O atendimento nas agências localizadas no centro
da capital e nas principais cidades da Bahia ocorrerá uma hora mais
tarde.
Eles também afirmaram que o protesto
também é contra a tentativa de golpe que está acontecendo entre a Fiesp e
os grandes empresários, para derrubar os direitos trabalhistas.
Segundo o Sindicato dos Bancários da Bahia, a intenção é alertar para
a possível perda de direitos, caso o golpe seja consumado. Ainda
segundo o representante da categoria, os trabalhadores também denunciam o
plano de governo lançado pelo PMDB, chamado de Ponte para o Futuro, que
coloca nas costas do povo a saída da crise. O programa prevê a
terceirização das atividades fim, que pode acabar com muitas categorias,
a extinção da política de valorização do salário mínimo, a
flexibilização da CLT.O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, alerta ainda que o grande capital apoia o golpe com o claro intuito de cortar direitos. “Não podemos aceitar. Queremos investimentos em políticas sociais e a valorização do trabalhador, não o contrário”, conclui
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Estudantes de Santarém vão às ruas em favor de professores
Centenas de estudantes fecharam várias ruas da cidade em apoio aos mestres
A situação dos professores está cada vez
mais insuportável para os mestres e vergonhosa para o País. Só o
governo que não vê o caos que se formou, quando os mestres são obrigados
a ensinar o Bê-A-Bá, com a barriga vazia e pensando nas contas vencidas
a pagar.
O problema tomou proporções fora do
comum, principalmente por conta da desigualdade social que já faz parte
da cultura tupiniquim. Paga-se milhões para um jogador de futebol, e não
se dá nem um mísero tostão a mais para quem ensina as primeiras letras
aos futuros presidentes, mestres nas artes e médicos deste País.
Uma situação que sensibilizou até os
alunos, que saíram às ruas em Santarém, na manhã desta quinta-feira (14)
em favor dos combalidos e maltratados professores. Pior, que os
governos, nem estadual muito menos municipal, pensam em pelo menos
amenizar a dramática situação.
O governo Federal, esse nem se fala,
ironicamente dona Dilma, que também sentou em banco de escola pública,
está estudando uma maneira de se salvar de impeachment e prisões de seus
aliados.
Fonte: RG 15/O Impacto
Justiça determina suspensão do licenciamento do porto de Maicá, em Santarém
Nenhuma licença pode ser concedida até o cumprimento da consulta prévia, livre e informada às comunidades
A Justiça Federal ordenou a paralisação
do licenciamento do porto que a Embraps (Empresa Brasileira de Portos de
Santarém) pretendia construir no lago de Maicá, região de várzea na
margem do rio Amazonas. A suspensão fica em vigor até que os
responsáveis pelo porto comprovem a realização da consulta prévia, livre
e informada dos povos e comunidades afetados pelo empreendimento,
conforme prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho
(OIT), da qual o Brasil é signatário.
A decisão atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em suas manifestações de defesa no processo, tanto o governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, quanto a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos), responsável pela outorga, demonstraram desconhecer a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que determina a consulta sempre que atos administrativos ou empreendimentos econômicos possam comprometer a permanência de modos de vida tradicionais.
O governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, respondeu à ação dizendo que havia realizado reuniões prévias preparatórias à audiência pública. “O procedimento da consulta livre, prévia e informada deve ser adotado antes de qualquer conduta administrativa e também não se confunde com a audiência pública relativa ao procedimento de licenciamento ambiental, exigível nos casos em que previsto significativo impacto ambiental. São institutos distintos, com escopos distintos. A consulta às comunidades tradicionais tem como finalidade assegurar a participação plena e efetiva destes grupos minoritários na tomada de decisões que possam afetar sua cultura e seu modo de viver”, ensina a decisão assinada pelo juiz Érico Freitas Pinheiro.
A liminar assinala ainda que a Antaq reconheceu que está quase concluindo o procedimento de outorga, sem que os povos e comunidades afetados tenham sido consultados a respeito do empreendimento. E ressalta que a Convenção 169 se aplica plenamente a povos ribeirinhos e quilombolas, como os afetados pelo porto do Maicá.
Existem sete comunidades quilombolas que sofrerão impacto direto ou indireto do porto da Embraps reconhecidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pela Fundação Palmares, pela Justiça Federal e até pela prefeitura de Santarém (PA), mas foram ignoradas até o momento no processo de instalação. MPF e MP temem mais um conflito agrário na região. A Embraps já vem espalhando placas no Lago do Maicá, onde pretende fazer a obra, marcando a região, cheia de famílias quilombolas e ribeirinhas, como propriedade particular (foto).
“A falta de consulta prévia pode gerar, por isso, grave conflito agrário, dado que a informação veiculada pela empresa Embraps fere direitos ocupacionais das populações tradicionais que historicamente ocupam as áreas de várzea e que são de domínio da União, de acordo com a Secretaria de Patrimônio da União. Não podem, assim, as áreas serem consideradas de propriedade da Embraps”, diz a ação judicial.
Processo nº 0000377-75.2016.4.01.3902A decisão atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em suas manifestações de defesa no processo, tanto o governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, quanto a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos), responsável pela outorga, demonstraram desconhecer a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que determina a consulta sempre que atos administrativos ou empreendimentos econômicos possam comprometer a permanência de modos de vida tradicionais.
O governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, respondeu à ação dizendo que havia realizado reuniões prévias preparatórias à audiência pública. “O procedimento da consulta livre, prévia e informada deve ser adotado antes de qualquer conduta administrativa e também não se confunde com a audiência pública relativa ao procedimento de licenciamento ambiental, exigível nos casos em que previsto significativo impacto ambiental. São institutos distintos, com escopos distintos. A consulta às comunidades tradicionais tem como finalidade assegurar a participação plena e efetiva destes grupos minoritários na tomada de decisões que possam afetar sua cultura e seu modo de viver”, ensina a decisão assinada pelo juiz Érico Freitas Pinheiro.
A liminar assinala ainda que a Antaq reconheceu que está quase concluindo o procedimento de outorga, sem que os povos e comunidades afetados tenham sido consultados a respeito do empreendimento. E ressalta que a Convenção 169 se aplica plenamente a povos ribeirinhos e quilombolas, como os afetados pelo porto do Maicá.
Existem sete comunidades quilombolas que sofrerão impacto direto ou indireto do porto da Embraps reconhecidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pela Fundação Palmares, pela Justiça Federal e até pela prefeitura de Santarém (PA), mas foram ignoradas até o momento no processo de instalação. MPF e MP temem mais um conflito agrário na região. A Embraps já vem espalhando placas no Lago do Maicá, onde pretende fazer a obra, marcando a região, cheia de famílias quilombolas e ribeirinhas, como propriedade particular (foto).
“A falta de consulta prévia pode gerar, por isso, grave conflito agrário, dado que a informação veiculada pela empresa Embraps fere direitos ocupacionais das populações tradicionais que historicamente ocupam as áreas de várzea e que são de domínio da União, de acordo com a Secretaria de Patrimônio da União. Não podem, assim, as áreas serem consideradas de propriedade da Embraps”, diz a ação judicial.
Fonte: RG 15/O Impacto e MPF
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