sábado, 18 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
Meus Muleques Assumindo responsabilidades Valeu Albert e José Eliaquim Garcia.
Escola estadual Pedro Álvares Cabral elege nova diretoria do grêmio estudantil
Publicado 6 de junho de 2016 | Por Jeso Carneiro
Os membros da nova diretoria do grêmio estudantil do PACEles foram eleitos, respectivamente, presidente e vice da nova diretoria do Grepac (Grêmio Estudantil Pedro Álvares Cabral). A posse correu na sexta-feira, 3.
No Leia Mais, abaixo, todos os membros da diretoria.
Apenas uma chapa, a Gestão Atitude, inscreveu-se para a eleição, sendo por isso eleita por aclamação.
Os eleitos terão mandato de 2 anos.
O Grepac é berço onde despontaram vários líderes estudantis no município, e que mais tarde enveredaram pela carreira política.
Como é o caso do professor Odonaldo Cardoso, duas vezes presidentes do Grepac na década de 1990, e que hoje comanda o PEN (Partido Ecológico Nacional) em Santarém.
Localizada no bairro do Laguinho, a escola Pedro Álvares Cabral foi criada há 48 anos, e conta hoje com cerca de 800 anos matriculados no ensino médio, fundamental e EJA (Educação de Jovens e Adultos).
Diretoria do Grepac
Presidente – Albert Teixeira Garcia
Vice – Jésssica Ariela
Secretárias
Kamila Gama
Ágata Nayala
Maria Rita
Esporte e Lazer
José Eliaquim
Adriele Azevedo
Eliana Sá
Jucélia Azevedo
Tesouraria
Helen Taís
Marlice
Paulo Henrique
Cultura e Espaço Pedagógico
Karolainy Amorim
Renner Reis
Felipe Vasconcelos
Jean Carlos
Imprensa, Rádio e Comunicação
Aline Soares
Lucas Dutra
Nathale Batista
Elichardson Silva
Saúde e Meio Ambiente
Luciane Bentes
Laise Vidal
Crislem Sousa
Ramon Brito
Bruna Silva
Suplentes
Andrea Marcele
Alice Stephanie
John Lennon
José Jonathas
Luís Otávio
Rodrigo Moisés
Rodrigo Sarmento
Andrena Gonçalves
quinta-feira, 2 de junho de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Luis Fernando Verissimo
– Pai…
– Hmmm?
– Como é o feminino de sexo?
– O quê?
– O feminino de sexo.
– Não tem.
– Sexo não tem feminino?
– Não.
– Só tem sexo masculino?
– É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
– E como é o feminino de sexo?
– Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
– Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.
– O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra “sexo” é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
– Não devia ser “a sexa”?
– Não.- Por que não?
– Porque não! Desculpe. Porque não. “Sexo” é sempre masculino.
– O sexo da mulher é masculino?
– É. Não! O sexo da mulher é feminino.
– E como é o feminino?- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
– O sexo da mulher é igual ao do homem?
– É. Quer dizer… Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?
– Certo.
– São duas coisas diferentes.
– Então como é o feminino de sexo?
– É igual ao masculino.
– Mas não são diferentes?
– Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
– Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
– A palavra é masculina.
– Não. “A palavra’ é feminino. Se fosse masculina seria “o pal…”
– Chega! Vai brincar, vai.
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
– Temos que ficar de olho nesse guri…
– Por quê?
– Ele só pensa em gramática.
Luis Fernando Verissimo é jornalista, escritor, humorista, cartunista e quadrinista, vive em Porto Alegre. Para conhecer sua obra e trajetória, acesse a Wikipédia.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Usina de Belo Monte e Minha Casa Minha Vida
quarta-feira, 4 de maio de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
CAOS PRÓ DILMA:
Salvador amanhece sem ônibus e bancários paralisados
Nesta sexta-feira (15), além dos rodoviários, os bancários também realizam uma paralisação em Salvador e no interior do Estado.
A capital baiana amanheceu sem o
serviço do transporte coletivo na manhã desta sexta-feira (15). Na
quinta-feira (14), os rodoviários anunciaram que iriam retardar a saída
dos veículos. O Sindicato dos Rodoviários da Bahia informou que os
ônibus vão permanecer nas garagens das 4h até às 8h.
Nesta sexta-feira (15), além dos
rodoviários, os bancários também realizam uma paralisação em Salvador e
no interior do Estado. O atendimento nas agências localizadas no centro
da capital e nas principais cidades da Bahia ocorrerá uma hora mais
tarde.
Eles também afirmaram que o protesto
também é contra a tentativa de golpe que está acontecendo entre a Fiesp e
os grandes empresários, para derrubar os direitos trabalhistas.
Segundo o Sindicato dos Bancários da Bahia, a intenção é alertar para
a possível perda de direitos, caso o golpe seja consumado. Ainda
segundo o representante da categoria, os trabalhadores também denunciam o
plano de governo lançado pelo PMDB, chamado de Ponte para o Futuro, que
coloca nas costas do povo a saída da crise. O programa prevê a
terceirização das atividades fim, que pode acabar com muitas categorias,
a extinção da política de valorização do salário mínimo, a
flexibilização da CLT.O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, alerta ainda que o grande capital apoia o golpe com o claro intuito de cortar direitos. “Não podemos aceitar. Queremos investimentos em políticas sociais e a valorização do trabalhador, não o contrário”, conclui
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Estudantes de Santarém vão às ruas em favor de professores
Centenas de estudantes fecharam várias ruas da cidade em apoio aos mestres
A situação dos professores está cada vez
mais insuportável para os mestres e vergonhosa para o País. Só o
governo que não vê o caos que se formou, quando os mestres são obrigados
a ensinar o Bê-A-Bá, com a barriga vazia e pensando nas contas vencidas
a pagar.
O problema tomou proporções fora do
comum, principalmente por conta da desigualdade social que já faz parte
da cultura tupiniquim. Paga-se milhões para um jogador de futebol, e não
se dá nem um mísero tostão a mais para quem ensina as primeiras letras
aos futuros presidentes, mestres nas artes e médicos deste País.
Uma situação que sensibilizou até os
alunos, que saíram às ruas em Santarém, na manhã desta quinta-feira (14)
em favor dos combalidos e maltratados professores. Pior, que os
governos, nem estadual muito menos municipal, pensam em pelo menos
amenizar a dramática situação.
O governo Federal, esse nem se fala,
ironicamente dona Dilma, que também sentou em banco de escola pública,
está estudando uma maneira de se salvar de impeachment e prisões de seus
aliados.
Fonte: RG 15/O Impacto
Justiça determina suspensão do licenciamento do porto de Maicá, em Santarém
Nenhuma licença pode ser concedida até o cumprimento da consulta prévia, livre e informada às comunidades
A Justiça Federal ordenou a paralisação
do licenciamento do porto que a Embraps (Empresa Brasileira de Portos de
Santarém) pretendia construir no lago de Maicá, região de várzea na
margem do rio Amazonas. A suspensão fica em vigor até que os
responsáveis pelo porto comprovem a realização da consulta prévia, livre
e informada dos povos e comunidades afetados pelo empreendimento,
conforme prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho
(OIT), da qual o Brasil é signatário.
A decisão atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em suas manifestações de defesa no processo, tanto o governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, quanto a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos), responsável pela outorga, demonstraram desconhecer a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que determina a consulta sempre que atos administrativos ou empreendimentos econômicos possam comprometer a permanência de modos de vida tradicionais.
O governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, respondeu à ação dizendo que havia realizado reuniões prévias preparatórias à audiência pública. “O procedimento da consulta livre, prévia e informada deve ser adotado antes de qualquer conduta administrativa e também não se confunde com a audiência pública relativa ao procedimento de licenciamento ambiental, exigível nos casos em que previsto significativo impacto ambiental. São institutos distintos, com escopos distintos. A consulta às comunidades tradicionais tem como finalidade assegurar a participação plena e efetiva destes grupos minoritários na tomada de decisões que possam afetar sua cultura e seu modo de viver”, ensina a decisão assinada pelo juiz Érico Freitas Pinheiro.
A liminar assinala ainda que a Antaq reconheceu que está quase concluindo o procedimento de outorga, sem que os povos e comunidades afetados tenham sido consultados a respeito do empreendimento. E ressalta que a Convenção 169 se aplica plenamente a povos ribeirinhos e quilombolas, como os afetados pelo porto do Maicá.
Existem sete comunidades quilombolas que sofrerão impacto direto ou indireto do porto da Embraps reconhecidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pela Fundação Palmares, pela Justiça Federal e até pela prefeitura de Santarém (PA), mas foram ignoradas até o momento no processo de instalação. MPF e MP temem mais um conflito agrário na região. A Embraps já vem espalhando placas no Lago do Maicá, onde pretende fazer a obra, marcando a região, cheia de famílias quilombolas e ribeirinhas, como propriedade particular (foto).
“A falta de consulta prévia pode gerar, por isso, grave conflito agrário, dado que a informação veiculada pela empresa Embraps fere direitos ocupacionais das populações tradicionais que historicamente ocupam as áreas de várzea e que são de domínio da União, de acordo com a Secretaria de Patrimônio da União. Não podem, assim, as áreas serem consideradas de propriedade da Embraps”, diz a ação judicial.
Processo nº 0000377-75.2016.4.01.3902A decisão atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em suas manifestações de defesa no processo, tanto o governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, quanto a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos), responsável pela outorga, demonstraram desconhecer a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que determina a consulta sempre que atos administrativos ou empreendimentos econômicos possam comprometer a permanência de modos de vida tradicionais.
O governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, respondeu à ação dizendo que havia realizado reuniões prévias preparatórias à audiência pública. “O procedimento da consulta livre, prévia e informada deve ser adotado antes de qualquer conduta administrativa e também não se confunde com a audiência pública relativa ao procedimento de licenciamento ambiental, exigível nos casos em que previsto significativo impacto ambiental. São institutos distintos, com escopos distintos. A consulta às comunidades tradicionais tem como finalidade assegurar a participação plena e efetiva destes grupos minoritários na tomada de decisões que possam afetar sua cultura e seu modo de viver”, ensina a decisão assinada pelo juiz Érico Freitas Pinheiro.
A liminar assinala ainda que a Antaq reconheceu que está quase concluindo o procedimento de outorga, sem que os povos e comunidades afetados tenham sido consultados a respeito do empreendimento. E ressalta que a Convenção 169 se aplica plenamente a povos ribeirinhos e quilombolas, como os afetados pelo porto do Maicá.
Existem sete comunidades quilombolas que sofrerão impacto direto ou indireto do porto da Embraps reconhecidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pela Fundação Palmares, pela Justiça Federal e até pela prefeitura de Santarém (PA), mas foram ignoradas até o momento no processo de instalação. MPF e MP temem mais um conflito agrário na região. A Embraps já vem espalhando placas no Lago do Maicá, onde pretende fazer a obra, marcando a região, cheia de famílias quilombolas e ribeirinhas, como propriedade particular (foto).
“A falta de consulta prévia pode gerar, por isso, grave conflito agrário, dado que a informação veiculada pela empresa Embraps fere direitos ocupacionais das populações tradicionais que historicamente ocupam as áreas de várzea e que são de domínio da União, de acordo com a Secretaria de Patrimônio da União. Não podem, assim, as áreas serem consideradas de propriedade da Embraps”, diz a ação judicial.
Fonte: RG 15/O Impacto e MPF
terça-feira, 5 de abril de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Ano Litúrgico.II
Como nasceu o Ano Litúrgico
Com o Primeiro
Domingo do Advento, tem início para nós um novo ano litúrgico. O Salmo 65, no
seu versículo 12, que tomamos como título deste texto, ilustra bem como Deus,
na sua graça, passa entre nós no círculo do ano litúrgico, coroando-o e
coroando-nos com sua bênção nas diversas celebrações que nos colocam em contato
com o mistério pascal de Cristo. Sendo assim, podemos em primeiro lugar
compreender que “...o ano litúrgico não é uma ideia, mas uma pessoa, Jesus
Cristo e o seu mistério realizado no tempo e que hoje a Igreja celebra
sacramentalmente como ‘memória’, ‘presença’, ‘profecia’.”
O homem primitivo,
mais do que o moderno, estava atento aos diversos ritmos do ano e, antes que
Deus se revelasse na história, pela luz natural da razão, o homem percebia algo
de divino nesses diversos ritmos do tempo. Assim, aos poucos, o homem foi
sacralizando as diversas “passagens” de Deus durante o ano, no ritmo cíclico
das estações.
Presença de Deus na história
Quando Deus se revela a Israel, esse ritmo não é rompido, mas é
compreendido à luz da sua fé. Assim, o povo de Israel tinha também um ritmo
cíclico de celebrações litúrgicas que se repetiam cada ano, tornando presente
de forma cúltica as diversas passagens de Deus pela sua história. Contudo,
Israel entendeu que essa repetição, apesar de ser cíclica, não era fechada e
morta em si, mas aberta a futuras e novas intervenções de Deus na história.
Israel entendeu também que essas repetições tornavam presente de forma
misteriosa aqueles fatos que poderiam simplesmente ter ficado no passado. Os
cristãos herdaram do povo judeu a celebrar de forma memorial as intervenções de
Deus na história.
Páscoa de Cristo
O culto da Igreja surgiu para celebrar a Páscoa de Cristo. Os
primeiros cristãos não possuíam um “ano litúrgico” propriamente dito. A vida
dos primeiros cristãos tinha como centro a Páscoa, celebrada semanalmente no
“domingo” e também anualmente no “Grande Domingo”. Depois outras celebrações
vão sendo assimiladas e o mistério pascal de Cristo passa a ser celebrado não
somente de forma “concentrada” na Páscoa, mas em cada uma de suas facetas (sem
deixar de estar inteiro em cada uma delas) no decorrer do ano.
Mistério pascal de Cristo
A razão para que se constituísse pouco a pouco o ano litúrgico
como nós o conhecemos foi pedagógica e teológica: pedagógica, porque não
podemos apreender todas as dimensões do mistério pascal de Cristo em uma única
celebração; teológica, porque na verdade o mistério pascal de Cristo é amplo
(vai da criação à Parusia), e cada uma das suas etapas se reveste de singular
importância, ainda que esteja em relação ao todo.
Assim, aos poucos, vão surgindo os chamados “tempos litúrgicos”
e as “festas”: a Páscoa logo se desenvolve num Tríduo e depois passa a se
desdobrar em 50 dias (o santo Pentecostes); para preparar melhor a iniciação
cristã que era realizada na Páscoa e também os penitentes que eram
reconciliados na quinta-feira santa surgiu a Quaresma; surgem, também, as
celebrações dos mártires, aqueles que tornaram viva a Páscoa de Cristo no seu
testemunho; o culto da Virgem Maria; o Natal (sobretudo a partir do século 4
para combater a festa pagã do chamado “sol invicto”, mostrando que Jesus é o
verdadeiro “Sol” que nasceu do alto); o Advento, para preparar o Natal, e
também chamado “Tempo Comum” ou “Tempo Durante o Ano”.
Ano litúrgico
Assim se formou o ano litúrgico como temos hoje: iniciamos no
Advento (marcado pela cor roxa), passamos depois ao Natal e a Epifania (dourado
ou branco – sentido festivo), seguimos pelo Tempo Comum (Cor verde) até a
Quaresma (roxo – sinal de penitência), depois desta última entramos no Grande
Período Pascal (dourado ou branco – sentido festivo), que termina com a
Solenidade de Pentecostes (vermelho – Espírito Santo), e depois voltamos ao
Tempo Comum, que dura até a Festa de Cristo Rei, que coroa todo o ano
litúrgico. As festas dos mártires, dos santos e da Virgem Maria são celebradas
no decorrer de todo o ano litúrgico. Em cada um destes “mistérios” é, na
verdade, o único Mistério Pascal de Cristo que está sendo celebrado.
Ciclo trienal
Depois do Concílio Vaticano II, os Lecionários utilizados para a
celebração da Santa Missa foram constituídos levando-se em conta o desejo do
Concílio de que os “tesouros da Palavra de Deus” fossem mais amplamente
distribuídos aos fiéis (cf. SC2 51). Com isso, temos no domingo um ciclo
trienal de leituras, que são os anos A, B e C. Cada um desses anos é marcado
pela leitura mais assídua de um dos três evangelhos sinóticos: no Ano A,
Mateus; no Ano B, que agora iniciamos, Marcos; no Ano C, Lucas. O Evangelho de
João perpassa todos os três ciclos e é lido, particularmente, no Tempo Pascal.
Assim no giro do ano, percorrendo esse ciclo trienal, temos a chance de ter um
contato abundante e fecundo com quase todos os textos da Sagrada Escritura.
Vida cristã
A vida cristã deve ter como base o ano litúrgico. Como a
liturgia deve ser o centro da nossa existência, e ela é celebrada dentro dos
ritmos próprios do ano litúrgico, assim as nossas devoções e a nossa própria
espiritualidade como um todo devem se alimentar desse mesmo ritmo, de forma que
a nossa vida se nutra do único e mesmo “sopro de Pentecostes”, que desce sobre
nós na liturgia e nos acompanha no cotidiano de nossas vidas. Isso nos fará
viver a liturgia não somente na assembleia, mas nos fará viver a liturgia
cotidianamente. Assim a “obra de Deus” se realizará plenamente em nós, porque é
Ele quem nos transforma pela celebração dos seus mistérios.
Fonte: http://arqrio.org/formacao/detalhes/615/ano-liturgico
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