quarta-feira, 11 de maio de 2016
Luis Fernando Verissimo
– Pai…
– Hmmm?
– Como é o feminino de sexo?
– O quê?
– O feminino de sexo.
– Não tem.
– Sexo não tem feminino?
– Não.
– Só tem sexo masculino?
– É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
– E como é o feminino de sexo?
– Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
– Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.
– O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra “sexo” é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
– Não devia ser “a sexa”?
– Não.- Por que não?
– Porque não! Desculpe. Porque não. “Sexo” é sempre masculino.
– O sexo da mulher é masculino?
– É. Não! O sexo da mulher é feminino.
– E como é o feminino?- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
– O sexo da mulher é igual ao do homem?
– É. Quer dizer… Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?
– Certo.
– São duas coisas diferentes.
– Então como é o feminino de sexo?
– É igual ao masculino.
– Mas não são diferentes?
– Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
– Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
– A palavra é masculina.
– Não. “A palavra’ é feminino. Se fosse masculina seria “o pal…”
– Chega! Vai brincar, vai.
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
– Temos que ficar de olho nesse guri…
– Por quê?
– Ele só pensa em gramática.
Luis Fernando Verissimo é jornalista, escritor, humorista, cartunista e quadrinista, vive em Porto Alegre. Para conhecer sua obra e trajetória, acesse a Wikipédia.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Usina de Belo Monte e Minha Casa Minha Vida
quarta-feira, 4 de maio de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
CAOS PRÓ DILMA:
Salvador amanhece sem ônibus e bancários paralisados
Nesta sexta-feira (15), além dos rodoviários, os bancários também realizam uma paralisação em Salvador e no interior do Estado.
A capital baiana amanheceu sem o
serviço do transporte coletivo na manhã desta sexta-feira (15). Na
quinta-feira (14), os rodoviários anunciaram que iriam retardar a saída
dos veículos. O Sindicato dos Rodoviários da Bahia informou que os
ônibus vão permanecer nas garagens das 4h até às 8h.
Nesta sexta-feira (15), além dos
rodoviários, os bancários também realizam uma paralisação em Salvador e
no interior do Estado. O atendimento nas agências localizadas no centro
da capital e nas principais cidades da Bahia ocorrerá uma hora mais
tarde.
Eles também afirmaram que o protesto
também é contra a tentativa de golpe que está acontecendo entre a Fiesp e
os grandes empresários, para derrubar os direitos trabalhistas.
Segundo o Sindicato dos Bancários da Bahia, a intenção é alertar para
a possível perda de direitos, caso o golpe seja consumado. Ainda
segundo o representante da categoria, os trabalhadores também denunciam o
plano de governo lançado pelo PMDB, chamado de Ponte para o Futuro, que
coloca nas costas do povo a saída da crise. O programa prevê a
terceirização das atividades fim, que pode acabar com muitas categorias,
a extinção da política de valorização do salário mínimo, a
flexibilização da CLT.O presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos, alerta ainda que o grande capital apoia o golpe com o claro intuito de cortar direitos. “Não podemos aceitar. Queremos investimentos em políticas sociais e a valorização do trabalhador, não o contrário”, conclui
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Estudantes de Santarém vão às ruas em favor de professores
Centenas de estudantes fecharam várias ruas da cidade em apoio aos mestres
A situação dos professores está cada vez
mais insuportável para os mestres e vergonhosa para o País. Só o
governo que não vê o caos que se formou, quando os mestres são obrigados
a ensinar o Bê-A-Bá, com a barriga vazia e pensando nas contas vencidas
a pagar.
O problema tomou proporções fora do
comum, principalmente por conta da desigualdade social que já faz parte
da cultura tupiniquim. Paga-se milhões para um jogador de futebol, e não
se dá nem um mísero tostão a mais para quem ensina as primeiras letras
aos futuros presidentes, mestres nas artes e médicos deste País.
Uma situação que sensibilizou até os
alunos, que saíram às ruas em Santarém, na manhã desta quinta-feira (14)
em favor dos combalidos e maltratados professores. Pior, que os
governos, nem estadual muito menos municipal, pensam em pelo menos
amenizar a dramática situação.
O governo Federal, esse nem se fala,
ironicamente dona Dilma, que também sentou em banco de escola pública,
está estudando uma maneira de se salvar de impeachment e prisões de seus
aliados.
Fonte: RG 15/O Impacto
Justiça determina suspensão do licenciamento do porto de Maicá, em Santarém
Nenhuma licença pode ser concedida até o cumprimento da consulta prévia, livre e informada às comunidades
A Justiça Federal ordenou a paralisação
do licenciamento do porto que a Embraps (Empresa Brasileira de Portos de
Santarém) pretendia construir no lago de Maicá, região de várzea na
margem do rio Amazonas. A suspensão fica em vigor até que os
responsáveis pelo porto comprovem a realização da consulta prévia, livre
e informada dos povos e comunidades afetados pelo empreendimento,
conforme prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho
(OIT), da qual o Brasil é signatário.
A decisão atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em suas manifestações de defesa no processo, tanto o governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, quanto a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos), responsável pela outorga, demonstraram desconhecer a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que determina a consulta sempre que atos administrativos ou empreendimentos econômicos possam comprometer a permanência de modos de vida tradicionais.
O governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, respondeu à ação dizendo que havia realizado reuniões prévias preparatórias à audiência pública. “O procedimento da consulta livre, prévia e informada deve ser adotado antes de qualquer conduta administrativa e também não se confunde com a audiência pública relativa ao procedimento de licenciamento ambiental, exigível nos casos em que previsto significativo impacto ambiental. São institutos distintos, com escopos distintos. A consulta às comunidades tradicionais tem como finalidade assegurar a participação plena e efetiva destes grupos minoritários na tomada de decisões que possam afetar sua cultura e seu modo de viver”, ensina a decisão assinada pelo juiz Érico Freitas Pinheiro.
A liminar assinala ainda que a Antaq reconheceu que está quase concluindo o procedimento de outorga, sem que os povos e comunidades afetados tenham sido consultados a respeito do empreendimento. E ressalta que a Convenção 169 se aplica plenamente a povos ribeirinhos e quilombolas, como os afetados pelo porto do Maicá.
Existem sete comunidades quilombolas que sofrerão impacto direto ou indireto do porto da Embraps reconhecidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pela Fundação Palmares, pela Justiça Federal e até pela prefeitura de Santarém (PA), mas foram ignoradas até o momento no processo de instalação. MPF e MP temem mais um conflito agrário na região. A Embraps já vem espalhando placas no Lago do Maicá, onde pretende fazer a obra, marcando a região, cheia de famílias quilombolas e ribeirinhas, como propriedade particular (foto).
“A falta de consulta prévia pode gerar, por isso, grave conflito agrário, dado que a informação veiculada pela empresa Embraps fere direitos ocupacionais das populações tradicionais que historicamente ocupam as áreas de várzea e que são de domínio da União, de acordo com a Secretaria de Patrimônio da União. Não podem, assim, as áreas serem consideradas de propriedade da Embraps”, diz a ação judicial.
Processo nº 0000377-75.2016.4.01.3902A decisão atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em suas manifestações de defesa no processo, tanto o governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, quanto a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos), responsável pela outorga, demonstraram desconhecer a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que determina a consulta sempre que atos administrativos ou empreendimentos econômicos possam comprometer a permanência de modos de vida tradicionais.
O governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, respondeu à ação dizendo que havia realizado reuniões prévias preparatórias à audiência pública. “O procedimento da consulta livre, prévia e informada deve ser adotado antes de qualquer conduta administrativa e também não se confunde com a audiência pública relativa ao procedimento de licenciamento ambiental, exigível nos casos em que previsto significativo impacto ambiental. São institutos distintos, com escopos distintos. A consulta às comunidades tradicionais tem como finalidade assegurar a participação plena e efetiva destes grupos minoritários na tomada de decisões que possam afetar sua cultura e seu modo de viver”, ensina a decisão assinada pelo juiz Érico Freitas Pinheiro.
A liminar assinala ainda que a Antaq reconheceu que está quase concluindo o procedimento de outorga, sem que os povos e comunidades afetados tenham sido consultados a respeito do empreendimento. E ressalta que a Convenção 169 se aplica plenamente a povos ribeirinhos e quilombolas, como os afetados pelo porto do Maicá.
Existem sete comunidades quilombolas que sofrerão impacto direto ou indireto do porto da Embraps reconhecidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pela Fundação Palmares, pela Justiça Federal e até pela prefeitura de Santarém (PA), mas foram ignoradas até o momento no processo de instalação. MPF e MP temem mais um conflito agrário na região. A Embraps já vem espalhando placas no Lago do Maicá, onde pretende fazer a obra, marcando a região, cheia de famílias quilombolas e ribeirinhas, como propriedade particular (foto).
“A falta de consulta prévia pode gerar, por isso, grave conflito agrário, dado que a informação veiculada pela empresa Embraps fere direitos ocupacionais das populações tradicionais que historicamente ocupam as áreas de várzea e que são de domínio da União, de acordo com a Secretaria de Patrimônio da União. Não podem, assim, as áreas serem consideradas de propriedade da Embraps”, diz a ação judicial.
Fonte: RG 15/O Impacto e MPF
terça-feira, 5 de abril de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Ano Litúrgico.II
Como nasceu o Ano Litúrgico
Com o Primeiro
Domingo do Advento, tem início para nós um novo ano litúrgico. O Salmo 65, no
seu versículo 12, que tomamos como título deste texto, ilustra bem como Deus,
na sua graça, passa entre nós no círculo do ano litúrgico, coroando-o e
coroando-nos com sua bênção nas diversas celebrações que nos colocam em contato
com o mistério pascal de Cristo. Sendo assim, podemos em primeiro lugar
compreender que “...o ano litúrgico não é uma ideia, mas uma pessoa, Jesus
Cristo e o seu mistério realizado no tempo e que hoje a Igreja celebra
sacramentalmente como ‘memória’, ‘presença’, ‘profecia’.”
O homem primitivo,
mais do que o moderno, estava atento aos diversos ritmos do ano e, antes que
Deus se revelasse na história, pela luz natural da razão, o homem percebia algo
de divino nesses diversos ritmos do tempo. Assim, aos poucos, o homem foi
sacralizando as diversas “passagens” de Deus durante o ano, no ritmo cíclico
das estações.
Presença de Deus na história
Quando Deus se revela a Israel, esse ritmo não é rompido, mas é
compreendido à luz da sua fé. Assim, o povo de Israel tinha também um ritmo
cíclico de celebrações litúrgicas que se repetiam cada ano, tornando presente
de forma cúltica as diversas passagens de Deus pela sua história. Contudo,
Israel entendeu que essa repetição, apesar de ser cíclica, não era fechada e
morta em si, mas aberta a futuras e novas intervenções de Deus na história.
Israel entendeu também que essas repetições tornavam presente de forma
misteriosa aqueles fatos que poderiam simplesmente ter ficado no passado. Os
cristãos herdaram do povo judeu a celebrar de forma memorial as intervenções de
Deus na história.
Páscoa de Cristo
O culto da Igreja surgiu para celebrar a Páscoa de Cristo. Os
primeiros cristãos não possuíam um “ano litúrgico” propriamente dito. A vida
dos primeiros cristãos tinha como centro a Páscoa, celebrada semanalmente no
“domingo” e também anualmente no “Grande Domingo”. Depois outras celebrações
vão sendo assimiladas e o mistério pascal de Cristo passa a ser celebrado não
somente de forma “concentrada” na Páscoa, mas em cada uma de suas facetas (sem
deixar de estar inteiro em cada uma delas) no decorrer do ano.
Mistério pascal de Cristo
A razão para que se constituísse pouco a pouco o ano litúrgico
como nós o conhecemos foi pedagógica e teológica: pedagógica, porque não
podemos apreender todas as dimensões do mistério pascal de Cristo em uma única
celebração; teológica, porque na verdade o mistério pascal de Cristo é amplo
(vai da criação à Parusia), e cada uma das suas etapas se reveste de singular
importância, ainda que esteja em relação ao todo.
Assim, aos poucos, vão surgindo os chamados “tempos litúrgicos”
e as “festas”: a Páscoa logo se desenvolve num Tríduo e depois passa a se
desdobrar em 50 dias (o santo Pentecostes); para preparar melhor a iniciação
cristã que era realizada na Páscoa e também os penitentes que eram
reconciliados na quinta-feira santa surgiu a Quaresma; surgem, também, as
celebrações dos mártires, aqueles que tornaram viva a Páscoa de Cristo no seu
testemunho; o culto da Virgem Maria; o Natal (sobretudo a partir do século 4
para combater a festa pagã do chamado “sol invicto”, mostrando que Jesus é o
verdadeiro “Sol” que nasceu do alto); o Advento, para preparar o Natal, e
também chamado “Tempo Comum” ou “Tempo Durante o Ano”.
Ano litúrgico
Assim se formou o ano litúrgico como temos hoje: iniciamos no
Advento (marcado pela cor roxa), passamos depois ao Natal e a Epifania (dourado
ou branco – sentido festivo), seguimos pelo Tempo Comum (Cor verde) até a
Quaresma (roxo – sinal de penitência), depois desta última entramos no Grande
Período Pascal (dourado ou branco – sentido festivo), que termina com a
Solenidade de Pentecostes (vermelho – Espírito Santo), e depois voltamos ao
Tempo Comum, que dura até a Festa de Cristo Rei, que coroa todo o ano
litúrgico. As festas dos mártires, dos santos e da Virgem Maria são celebradas
no decorrer de todo o ano litúrgico. Em cada um destes “mistérios” é, na
verdade, o único Mistério Pascal de Cristo que está sendo celebrado.
Ciclo trienal
Depois do Concílio Vaticano II, os Lecionários utilizados para a
celebração da Santa Missa foram constituídos levando-se em conta o desejo do
Concílio de que os “tesouros da Palavra de Deus” fossem mais amplamente
distribuídos aos fiéis (cf. SC2 51). Com isso, temos no domingo um ciclo
trienal de leituras, que são os anos A, B e C. Cada um desses anos é marcado
pela leitura mais assídua de um dos três evangelhos sinóticos: no Ano A,
Mateus; no Ano B, que agora iniciamos, Marcos; no Ano C, Lucas. O Evangelho de
João perpassa todos os três ciclos e é lido, particularmente, no Tempo Pascal.
Assim no giro do ano, percorrendo esse ciclo trienal, temos a chance de ter um
contato abundante e fecundo com quase todos os textos da Sagrada Escritura.
Vida cristã
A vida cristã deve ter como base o ano litúrgico. Como a
liturgia deve ser o centro da nossa existência, e ela é celebrada dentro dos
ritmos próprios do ano litúrgico, assim as nossas devoções e a nossa própria
espiritualidade como um todo devem se alimentar desse mesmo ritmo, de forma que
a nossa vida se nutra do único e mesmo “sopro de Pentecostes”, que desce sobre
nós na liturgia e nos acompanha no cotidiano de nossas vidas. Isso nos fará
viver a liturgia não somente na assembleia, mas nos fará viver a liturgia
cotidianamente. Assim a “obra de Deus” se realizará plenamente em nós, porque é
Ele quem nos transforma pela celebração dos seus mistérios.
Fonte: http://arqrio.org/formacao/detalhes/615/ano-liturgico
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
20 de Janeiro - Dia de São Sebastião
Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.
Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de Sebastião e o tratou.
Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288.
São Sebastião é um santo muito popular e padroeiro do município do Rio
de Janeiro, dando seu nome à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Reza a lenda que, na batalha final que expulsou os franceses que
ocupavam o Rio, São Sebastião foi visto de espada na mão entre os
portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os franceses
calvinistas. Além disso, o dia da batalha coincidiu com o dia do santo,
celebrado em 20 de janeiro. São Sebastião é o protetor da humanidade
contra a fome, a peste e a guerra.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
“De Olhos Vendados” abre o calendário de formação da Fotoativa 2016
A Fotoativa abre inscrições para a
oficina de iniciação à fotografia “De Olhos Vendados” com Miguel
Chikaoka. Entre os meses de março e abril deste ano, serão duas turmas
paralelas, uma às terças e quintas pela parte da noite, e outra aos
sábados pela parte da tarde. Para ambas as turmas, haverá momentos de
prática a combinar em grupo. Os interessados devem se candidatar por
meio de formulário de inscrição on-line até o dia 18 de fevereiro e aguardar a chamada para as entrevistas presenciais.
A oficina “De Olhos Vendados” é
destinada ao público geral, amadores e experientes, interessados no
aprendizado e na prática da fotografia através de experimentos
inspirados na leitura da gênese do processo de produção de imagens. Sua
metodologia se compõe de vivências que envolvem práticas de construção e
uso de dispositivos de visualização e captura de imagens, jogos e
exercícios sensoriais, expedições e rodas de conversa.
Segundo o fotógrafo e educador Miguel
Chikaoka, o objetivo da oficina é estimular o exercício do pensamento
crítico-criativo sobre as possibilidades do fazer fotográfico e seus
desdobramentos nas mais diversas áreas do conhecimento.
Miguel Chikaoka é
natural de Registro-SP, vive e trabalha em Belém desde 1980. Seu
trabalho voltado à experimentação, pesquisa e reflexão do fazer
fotográfico resultou numa prática educativa pautada na potência
inspiradora da luz em todas as suas dimensões. Como artista acumula uma
dezena de exposições individuais e uma extensa lista de participações de
em coletivas no Brasil e no exterior. Em 2012, recebeu o Prêmio Brasil
de Fotografia e a Comenda da Ordem do Mérito Cultural – MinC por sua
contribuição à cultura brasileira. Em 2014 foi contemplado com o Prêmio
de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça / Funarte.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
sábado, 19 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
ASSASSINO DA SUBTENENTE SILVA É PRESO NA CIDADE DE RURÓPOLIS. ELE CONFESSOU O ASSASSINATO
SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO
O homem que assassinou na manhã de hoje a subtenente Silva, SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO, foi preso na tarde de hoje na cidade de Rurópolis.
Segundo informações a
policia encontrou com ele: 1kg e 165g de substancias entorpecente
(maconha) 8 chips da operadora VIVO, 2 TIM, 3 da CLARO, 1 CLRV de uma
moto, um aparelho celular Lg, 262 reais em especie além de uma balança
de precisão, o mesmo foi abordado na feirinha durantes rondas
rotineiras. Depois
da prisão do mesmo que foi efetuado pela GU, mas que não sabia que se
tratava do matador da subtenente, a equipe do NRI entrou em ação e
depois de troca de informações foi confirmado que o malandro era o
matador da policial, tratava de Sebastião de Sousa Neto, da cidade de
Juruti, foi ele que assaltou várias farmácias aqui em Santarém e
responde a vários processos no Amazonas.
Dinheiro, drogas, catões telefônicos e outros objetos foram encontrados com o assassino
Depois disso o assassino confessou que foi ele que matou a subtenente
Silvia, ele disse a policia que a arma usada no crime está em uma
residencia no bairro do Santarenzinho.
JK com informações do Elias Junior
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Barbosa não vê condições para impeachment de Dilma
"Impeachment é um mecanismo regular do sistema presidencialista, mas é traumático. Pode trazer consequências que não temos condições de avaliar hoje”, afirmou.
Para Joaquim Barbosa, parte das instituições brasileiras não está funcionando. "E a que menos funciona, a meu ver, é a mais importante delas, a Presidência da República. Acho que há uma crise na Presidência da República. No nosso sistema político a Presidência é o centro de gravidade. O presidente é o catalisador de todas as ações, ele se comunica diretamente com a nação, esse é o seu papel mais importante. Isso não ocorre no Brasil."
O ex-presidente do STF ressaltou que "o Brasil precisa de lideranças políticas lúcidas, com uma visão muito clara de sociedade e do que precisa ser feito para mudar o país, para completar essa formação inacabada do Estado". Segundo Barbosa, falta alguém para dizer a verdade para o brasileiro.
"Não vejo, tanto na ala governamental quanto na oposição, a liderança lúdica que dê a direção correta", disse.
Barbosa afirmou que as instituições de controle do Estado, como o Judiciário e o Ministério Público, continuam funcionando e que não se surpreendeu com o escândalo da Lava-Jato: "Para mim, isso é uma sequência natural (do mensalão)."
Em relação ao julgamento do mensalão, Barbosa disse que as pressões não o abalaram, mas o que chamou a atenção dele foi a questão racial.
"Fazia o que qualquer juiz sério naquela posição teria que fazer. Era um mero executor de decisões coletivas. Estou convicto de que por trás daqueles ataques insensatos, violentos estava a velha questão racial", ressaltou.
Barbosa disse que não pensa em entrar para a política: "Acho que não tenho vocação para política. Nunca gostei, nem mesmo na época de estudante. Acho que sou uma pessoa livre demais para dar esse passo."
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