quinta-feira, 14 de abril de 2016

Estudantes de Santarém vão às ruas em favor de professores

Centenas de estudantes fecharam várias ruas da cidade em apoio aos mestres

Manifestação dos estudantes em apoio aos professores
Manifestação dos estudantes em apoio aos professores
A situação dos professores está cada vez mais insuportável para os mestres e vergonhosa para o País. Só o governo que não vê o caos que se formou, quando os mestres são obrigados a ensinar o Bê-A-Bá, com a barriga vazia e pensando nas contas vencidas a pagar.
O problema tomou proporções fora do comum, principalmente por conta da desigualdade social que já faz parte da cultura tupiniquim. Paga-se milhões para um jogador de futebol, e não se dá nem um mísero tostão a mais para quem ensina as primeiras letras aos futuros presidentes, mestres nas artes e médicos deste País.
Uma situação que sensibilizou até os alunos, que saíram às ruas em Santarém, na manhã desta quinta-feira (14) em favor dos combalidos e maltratados professores. Pior, que os governos, nem estadual muito menos municipal, pensam em pelo menos amenizar a dramática situação.
O governo Federal, esse nem se fala, ironicamente dona Dilma, que também sentou em banco de escola pública, está estudando uma maneira de se salvar de impeachment e prisões de seus aliados.
Fonte: RG 15/O Impacto

Justiça determina suspensão do licenciamento do porto de Maicá, em Santarém

Nenhuma licença pode ser concedida até o cumprimento da consulta prévia, livre e informada às comunidades

Maquete do Porto da Embraps, no Maicá
Maquete do Porto da Embraps, no Maicá
A Justiça Federal ordenou a paralisação do licenciamento do porto que a Embraps (Empresa Brasileira de Portos de Santarém) pretendia construir no lago de Maicá, região de várzea na margem do rio Amazonas. A suspensão fica em vigor até que os responsáveis pelo porto comprovem a realização da consulta prévia, livre e informada dos povos e comunidades afetados pelo empreendimento, conforme prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário.
A decisão atende pedido do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA). Em suas manifestações de defesa no processo, tanto o governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, quanto a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquáticos), responsável pela outorga, demonstraram desconhecer a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que determina a consulta sempre que atos administrativos ou empreendimentos econômicos possam comprometer a permanência de modos de vida tradicionais.
O governo do Pará, responsável pelo licenciamento do porto, respondeu à ação dizendo que havia realizado reuniões prévias preparatórias à audiência pública. “O procedimento da consulta livre, prévia e informada deve ser adotado antes de qualquer conduta administrativa e também não se confunde com a audiência pública relativa ao procedimento de licenciamento ambiental, exigível nos casos em que previsto significativo impacto ambiental. São institutos distintos, com escopos distintos. A consulta às comunidades tradicionais tem como finalidade assegurar a participação plena e efetiva destes grupos minoritários na tomada de decisões que possam afetar sua cultura e seu modo de viver”, ensina a decisão assinada pelo juiz Érico Freitas Pinheiro.
A liminar assinala ainda que a Antaq reconheceu que está quase concluindo o procedimento de outorga, sem que os povos e comunidades afetados tenham sido consultados a respeito do empreendimento. E ressalta que a Convenção 169 se aplica plenamente a povos ribeirinhos e quilombolas, como os afetados pelo porto do Maicá.
Existem sete comunidades quilombolas que sofrerão impacto direto ou indireto do porto da Embraps reconhecidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), pela Fundação Palmares, pela Justiça Federal e até pela prefeitura de Santarém (PA), mas foram ignoradas até o momento no processo de instalação.  MPF e MP temem mais um conflito agrário na região. A Embraps já vem espalhando placas no Lago do Maicá, onde pretende fazer a obra, marcando a região, cheia de famílias quilombolas e ribeirinhas, como propriedade particular (foto).
“A falta de consulta prévia pode gerar, por isso, grave conflito agrário, dado que a informação veiculada pela empresa Embraps fere direitos ocupacionais das populações tradicionais que historicamente ocupam as áreas de várzea e que são de domínio da União, de acordo com a Secretaria de Patrimônio da União. Não podem, assim, as áreas serem consideradas de propriedade da Embraps”, diz a ação judicial.
Processo nº 0000377-75.2016.4.01.3902
Fonte: RG 15/O Impacto e MPF

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Ano Litúrgico.II


Como nasceu o Ano Litúrgico

Com o Primeiro Domingo do Advento, tem início para nós um novo ano litúrgico. O Salmo 65, no seu versículo 12, que tomamos como título deste texto, ilustra bem como Deus, na sua graça, passa entre nós no círculo do ano litúrgico, coroando-o e coroando-nos com sua bênção nas diversas celebrações que nos colocam em contato com o mistério pascal de Cristo. Sendo assim, podemos em primeiro lugar compreender que “...o ano litúrgico não é uma ideia, mas uma pessoa, Jesus Cristo e o seu mistério realizado no tempo e que hoje a Igreja celebra sacramentalmente como ‘memória’, ‘presença’, ‘profecia’.”

O homem primitivo, mais do que o moderno, estava atento aos diversos ritmos do ano e, antes que Deus se revelasse na história, pela luz natural da razão, o homem percebia algo de divino nesses diversos ritmos do tempo. Assim, aos poucos, o homem foi sacralizando as diversas “passagens” de Deus durante o ano, no ritmo cíclico das estações.

Presença de Deus na história

Quando Deus se revela a Israel, esse ritmo não é rompido, mas é compreendido à luz da sua fé. Assim, o povo de Israel tinha também um ritmo cíclico de celebrações litúrgicas que se repetiam cada ano, tornando presente de forma cúltica as diversas passagens de Deus pela sua história. Contudo, Israel entendeu que essa repetição, apesar de ser cíclica, não era fechada e morta em si, mas aberta a futuras e novas intervenções de Deus na história. Israel entendeu também que essas repetições tornavam presente de forma misteriosa aqueles fatos que poderiam simplesmente ter ficado no passado. Os cristãos herdaram do povo judeu a celebrar de forma memorial as intervenções de Deus na história.

Páscoa de Cristo

O culto da Igreja surgiu para celebrar a Páscoa de Cristo. Os primeiros cristãos não possuíam um “ano litúrgico” propriamente dito. A vida dos primeiros cristãos tinha como centro a Páscoa, celebrada semanalmente no “domingo” e também anualmente no “Grande Domingo”. Depois outras celebrações vão sendo assimiladas e o mistério pascal de Cristo passa a ser celebrado não somente de forma “concentrada” na Páscoa, mas em cada uma de suas facetas (sem deixar de estar inteiro em cada uma delas) no decorrer do ano.

Mistério pascal de Cristo

A razão para que se constituísse pouco a pouco o ano litúrgico como nós o conhecemos foi pedagógica e teológica: pedagógica, porque não podemos apreender todas as dimensões do mistério pascal de Cristo em uma única celebração; teológica, porque na verdade o mistério pascal de Cristo é amplo (vai da criação à Parusia), e cada uma das suas etapas se reveste de singular importância, ainda que esteja em relação ao todo.

Assim, aos poucos, vão surgindo os chamados “tempos litúrgicos” e as “festas”: a Páscoa logo se desenvolve num Tríduo e depois passa a se desdobrar em 50 dias (o santo Pentecostes); para preparar melhor a iniciação cristã que era realizada na Páscoa e também os penitentes que eram reconciliados na quinta-feira santa surgiu a Quaresma; surgem, também, as celebrações dos mártires, aqueles que tornaram viva a Páscoa de Cristo no seu testemunho; o culto da Virgem Maria; o Natal (sobretudo a partir do século 4 para combater a festa pagã do chamado “sol invicto”, mostrando que Jesus é o verdadeiro “Sol” que nasceu do alto); o Advento, para preparar o Natal, e também chamado “Tempo Comum” ou “Tempo Durante o Ano”.

Ano litúrgico

Assim se formou o ano litúrgico como temos hoje: iniciamos no Advento (marcado pela cor roxa), passamos depois ao Natal e a Epifania (dourado ou branco – sentido festivo), seguimos pelo Tempo Comum (Cor verde) até a Quaresma (roxo – sinal de penitência), depois desta última entramos no Grande Período Pascal (dourado ou branco – sentido festivo), que termina com a Solenidade de Pentecostes (vermelho – Espírito Santo), e depois voltamos ao Tempo Comum, que dura até a Festa de Cristo Rei, que coroa todo o ano litúrgico. As festas dos mártires, dos santos e da Virgem Maria são celebradas no decorrer de todo o ano litúrgico. Em cada um destes “mistérios” é, na verdade, o único Mistério Pascal de Cristo que está sendo celebrado.

Ciclo trienal

Depois do Concílio Vaticano II, os Lecionários utilizados para a celebração da Santa Missa foram constituídos levando-se em conta o desejo do Concílio de que os “tesouros da Palavra de Deus” fossem mais amplamente distribuídos aos fiéis (cf. SC2 51). Com isso, temos no domingo um ciclo trienal de leituras, que são os anos A, B e C. Cada um desses anos é marcado pela leitura mais assídua de um dos três evangelhos sinóticos: no Ano A, Mateus; no Ano B, que agora iniciamos, Marcos; no Ano C, Lucas. O Evangelho de João perpassa todos os três ciclos e é lido, particularmente, no Tempo Pascal. Assim no giro do ano, percorrendo esse ciclo trienal, temos a chance de ter um contato abundante e fecundo com quase todos os textos da Sagrada Escritura.

Vida cristã

A vida cristã deve ter como base o ano litúrgico. Como a liturgia deve ser o centro da nossa existência, e ela é celebrada dentro dos ritmos próprios do ano litúrgico, assim as nossas devoções e a nossa própria espiritualidade como um todo devem se alimentar desse mesmo ritmo, de forma que a nossa vida se nutra do único e mesmo “sopro de Pentecostes”, que desce sobre nós na liturgia e nos acompanha no cotidiano de nossas vidas. Isso nos fará viver a liturgia não somente na assembleia, mas nos fará viver a liturgia cotidianamente. Assim a “obra de Deus” se realizará plenamente em nós, porque é Ele quem nos transforma pela celebração dos seus mistérios.

Fonte: http://arqrio.org/formacao/detalhes/615/ano-liturgico

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Brincando com Luz.





Fotos: RG.

20 de Janeiro - Dia de São Sebastião

São Sebastião nasceu em Milão, na Itália, de acordo com Santo Ambrósio, por volta do século III, embora haja versões de que tenha nascido em Narbonne, na França. Pertencente a uma família cristã, foi batizado em criança. Mais tarde, tomou a decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano.

Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.

Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.

Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de Sebastião e o tratou.

Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288.

São Sebastião é um santo muito popular e padroeiro do município do Rio de Janeiro, dando seu nome à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Reza a lenda que, na batalha final que expulsou os franceses que ocupavam o Rio, São Sebastião foi visto de espada na mão entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os franceses calvinistas. Além disso, o dia da batalha coincidiu com o dia do santo, celebrado em 20 de janeiro. São Sebastião é o protetor da humanidade contra a fome, a peste e a guerra.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

“De Olhos Vendados” abre o calendário de formação da Fotoativa 2016

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A Fotoativa abre inscrições para a oficina de iniciação à fotografia “De Olhos Vendados” com Miguel Chikaoka. Entre os meses de março e abril deste ano, serão duas turmas paralelas, uma às terças e quintas pela parte da noite, e outra aos sábados pela parte da tarde. Para ambas as turmas, haverá momentos de prática a combinar em grupo. Os interessados devem se candidatar por meio de formulário de inscrição on-line até o dia 18 de fevereiro e aguardar a chamada para as entrevistas presenciais.
A oficina “De Olhos Vendados” é destinada ao público geral, amadores e experientes, interessados no aprendizado e na prática da fotografia através de experimentos inspirados na leitura da gênese do processo de produção de imagens. Sua metodologia se compõe de vivências que envolvem práticas de construção e uso de dispositivos de visualização e captura de imagens, jogos e exercícios sensoriais, expedições e rodas de conversa.
Segundo o fotógrafo e educador Miguel Chikaoka, o objetivo da oficina é estimular o exercício do pensamento crítico-criativo sobre as possibilidades do fazer fotográfico e seus desdobramentos nas mais diversas áreas do conhecimento.
Miguel Chikaoka é natural de Registro-SP, vive e trabalha em Belém desde 1980. Seu trabalho voltado à experimentação, pesquisa e reflexão do fazer fotográfico resultou numa prática educativa pautada na potência inspiradora da luz em todas as suas dimensões. Como artista acumula uma dezena de exposições individuais e uma extensa lista de participações de em coletivas no Brasil e no exterior. Em 2012, recebeu o Prêmio Brasil de Fotografia e a Comenda da Ordem do Mérito Cultural – MinC por sua contribuição à cultura brasileira. Em 2014 foi contemplado com o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça / Funarte.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

sábado, 19 de dezembro de 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ASSASSINO DA SUBTENENTE SILVA É PRESO NA CIDADE DE RURÓPOLIS. ELE CONFESSOU O ASSASSINATO

SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO

O homem que assassinou na manhã de hoje a subtenente Silva, SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO, foi preso na tarde de hoje na cidade de Rurópolis. 

Segundo informações a policia encontrou com ele:  1kg e 165g de substancias entorpecente (maconha) 8 chips da operadora VIVO, 2 TIM, 3 da CLARO, 1 CLRV de uma moto, um aparelho celular Lg, 262 reais em especie além de uma balança de precisão, o mesmo foi abordado na feirinha durantes rondas rotineiras. Depois da prisão do mesmo que foi efetuado pela GU, mas que não sabia que se tratava do matador da subtenente, a equipe do NRI entrou em ação e depois de troca de informações foi confirmado que o malandro era o matador da policial, tratava de Sebastião de Sousa Neto, da cidade de Juruti, foi ele que assaltou várias farmácias aqui em Santarém e responde a vários processos no Amazonas.

Dinheiro, drogas, catões telefônicos e outros objetos foram encontrados com o assassino
Depois disso o assassino confessou que foi ele que matou a subtenente Silvia, ele disse a policia que a arma usada no crime está em uma residencia no bairro do Santarenzinho.
Neste momento uma guarnição da polícia está a caminho de Rurópolis para traze-lo a Santarém. 

JK com informações do Elias Junior

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Barbosa não vê condições para impeachment de Dilma

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O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa disse, em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, exibida ontem (2) na GloboNews, que não vê, hoje, condições para o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A entrevista de Barbosa foi gravada antes de o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, aceitar o pedido de abertura de processo de impeachment contra Dilma.

"Impeachment é um mecanismo regular do sistema presidencialista, mas é traumático. Pode trazer consequências que não temos condições de avaliar hoje”, afirmou.

Para Joaquim Barbosa, parte das instituições brasileiras não está funcionando. "E a que menos funciona, a meu ver, é a mais importante delas, a Presidência da República. Acho que há uma crise na Presidência da República. No nosso sistema político a Presidência é o centro de gravidade. O presidente é o catalisador de todas as ações, ele se comunica diretamente com a nação, esse é o seu papel mais importante. Isso não ocorre no Brasil."

O ex-presidente do STF ressaltou que "o Brasil precisa de lideranças políticas lúcidas, com uma visão muito clara de sociedade e do que precisa ser feito para mudar o país, para completar essa formação inacabada do Estado". Segundo Barbosa, falta alguém para dizer a verdade para o brasileiro.

"Não vejo, tanto na ala governamental quanto na oposição, a liderança lúdica que dê a direção correta", disse.

Barbosa afirmou que as instituições de controle do Estado, como o Judiciário e o Ministério Público, continuam funcionando e que não se surpreendeu com o escândalo da Lava-Jato: "Para mim, isso é uma sequência natural (do mensalão)."

Em relação ao julgamento do mensalão, Barbosa disse que as pressões não o abalaram, mas o que chamou a atenção dele foi a questão racial.

"Fazia o que qualquer juiz sério naquela posição teria que fazer. Era um mero executor de decisões coletivas. Estou convicto de que por trás daqueles ataques insensatos, violentos estava a velha questão racial", ressaltou.

Barbosa disse que não pensa em entrar para a política: "Acho que não tenho vocação para política. Nunca gostei, nem mesmo na época de estudante. Acho que sou uma pessoa livre demais para dar esse passo."

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Advogado de Nestor Cerveró é preso no Aeroporto do Galeão, no Rio

Edson Ribeiro (ao fundo) com o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró
O advogado Edson Ribeiro, que defende Nestor Cerveró, foi preso no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (27). Ribeiro retornava dos Estados Unidos quando foi detido pelas autoridades brasileiras.

Na noite dessa quinta (26), o ministro do STF Teori Zavascki autorizou a inclusão do nome do advogado na lista da Interpol. Edson Ribeiro estava foragido desde o dia da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), acusado de tentar interferir nas investigações da Lava-Jato.

O senador, o advogado e o banqueiro André Esteves foram gravados pelo filho de Nestor, Bernardo Cerveró, em um quarto de hotel em Brasília oferecendo fuga e mesada de R$ 50 mil ao ex-diretor da Petrobras para que ele não fizesse um acordo de delação premiada.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Um pouco do Círio De Nossa Mãe.











Um pouco Círio de Nossa Senhora da Conceição 2015, muita fé e homenagem que marcam essa festa da fé do povo de Santarém, é o momento que ninguém pode julgar, é um momento pessoal, é um encontro da fé e devoção da maneira mais pura de cada um.  

terça-feira, 10 de novembro de 2015