terça-feira, 5 de abril de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Ano Litúrgico.II
Como nasceu o Ano Litúrgico
Com o Primeiro
Domingo do Advento, tem início para nós um novo ano litúrgico. O Salmo 65, no
seu versículo 12, que tomamos como título deste texto, ilustra bem como Deus,
na sua graça, passa entre nós no círculo do ano litúrgico, coroando-o e
coroando-nos com sua bênção nas diversas celebrações que nos colocam em contato
com o mistério pascal de Cristo. Sendo assim, podemos em primeiro lugar
compreender que “...o ano litúrgico não é uma ideia, mas uma pessoa, Jesus
Cristo e o seu mistério realizado no tempo e que hoje a Igreja celebra
sacramentalmente como ‘memória’, ‘presença’, ‘profecia’.”
O homem primitivo,
mais do que o moderno, estava atento aos diversos ritmos do ano e, antes que
Deus se revelasse na história, pela luz natural da razão, o homem percebia algo
de divino nesses diversos ritmos do tempo. Assim, aos poucos, o homem foi
sacralizando as diversas “passagens” de Deus durante o ano, no ritmo cíclico
das estações.
Presença de Deus na história
Quando Deus se revela a Israel, esse ritmo não é rompido, mas é
compreendido à luz da sua fé. Assim, o povo de Israel tinha também um ritmo
cíclico de celebrações litúrgicas que se repetiam cada ano, tornando presente
de forma cúltica as diversas passagens de Deus pela sua história. Contudo,
Israel entendeu que essa repetição, apesar de ser cíclica, não era fechada e
morta em si, mas aberta a futuras e novas intervenções de Deus na história.
Israel entendeu também que essas repetições tornavam presente de forma
misteriosa aqueles fatos que poderiam simplesmente ter ficado no passado. Os
cristãos herdaram do povo judeu a celebrar de forma memorial as intervenções de
Deus na história.
Páscoa de Cristo
O culto da Igreja surgiu para celebrar a Páscoa de Cristo. Os
primeiros cristãos não possuíam um “ano litúrgico” propriamente dito. A vida
dos primeiros cristãos tinha como centro a Páscoa, celebrada semanalmente no
“domingo” e também anualmente no “Grande Domingo”. Depois outras celebrações
vão sendo assimiladas e o mistério pascal de Cristo passa a ser celebrado não
somente de forma “concentrada” na Páscoa, mas em cada uma de suas facetas (sem
deixar de estar inteiro em cada uma delas) no decorrer do ano.
Mistério pascal de Cristo
A razão para que se constituísse pouco a pouco o ano litúrgico
como nós o conhecemos foi pedagógica e teológica: pedagógica, porque não
podemos apreender todas as dimensões do mistério pascal de Cristo em uma única
celebração; teológica, porque na verdade o mistério pascal de Cristo é amplo
(vai da criação à Parusia), e cada uma das suas etapas se reveste de singular
importância, ainda que esteja em relação ao todo.
Assim, aos poucos, vão surgindo os chamados “tempos litúrgicos”
e as “festas”: a Páscoa logo se desenvolve num Tríduo e depois passa a se
desdobrar em 50 dias (o santo Pentecostes); para preparar melhor a iniciação
cristã que era realizada na Páscoa e também os penitentes que eram
reconciliados na quinta-feira santa surgiu a Quaresma; surgem, também, as
celebrações dos mártires, aqueles que tornaram viva a Páscoa de Cristo no seu
testemunho; o culto da Virgem Maria; o Natal (sobretudo a partir do século 4
para combater a festa pagã do chamado “sol invicto”, mostrando que Jesus é o
verdadeiro “Sol” que nasceu do alto); o Advento, para preparar o Natal, e
também chamado “Tempo Comum” ou “Tempo Durante o Ano”.
Ano litúrgico
Assim se formou o ano litúrgico como temos hoje: iniciamos no
Advento (marcado pela cor roxa), passamos depois ao Natal e a Epifania (dourado
ou branco – sentido festivo), seguimos pelo Tempo Comum (Cor verde) até a
Quaresma (roxo – sinal de penitência), depois desta última entramos no Grande
Período Pascal (dourado ou branco – sentido festivo), que termina com a
Solenidade de Pentecostes (vermelho – Espírito Santo), e depois voltamos ao
Tempo Comum, que dura até a Festa de Cristo Rei, que coroa todo o ano
litúrgico. As festas dos mártires, dos santos e da Virgem Maria são celebradas
no decorrer de todo o ano litúrgico. Em cada um destes “mistérios” é, na
verdade, o único Mistério Pascal de Cristo que está sendo celebrado.
Ciclo trienal
Depois do Concílio Vaticano II, os Lecionários utilizados para a
celebração da Santa Missa foram constituídos levando-se em conta o desejo do
Concílio de que os “tesouros da Palavra de Deus” fossem mais amplamente
distribuídos aos fiéis (cf. SC2 51). Com isso, temos no domingo um ciclo
trienal de leituras, que são os anos A, B e C. Cada um desses anos é marcado
pela leitura mais assídua de um dos três evangelhos sinóticos: no Ano A,
Mateus; no Ano B, que agora iniciamos, Marcos; no Ano C, Lucas. O Evangelho de
João perpassa todos os três ciclos e é lido, particularmente, no Tempo Pascal.
Assim no giro do ano, percorrendo esse ciclo trienal, temos a chance de ter um
contato abundante e fecundo com quase todos os textos da Sagrada Escritura.
Vida cristã
A vida cristã deve ter como base o ano litúrgico. Como a
liturgia deve ser o centro da nossa existência, e ela é celebrada dentro dos
ritmos próprios do ano litúrgico, assim as nossas devoções e a nossa própria
espiritualidade como um todo devem se alimentar desse mesmo ritmo, de forma que
a nossa vida se nutra do único e mesmo “sopro de Pentecostes”, que desce sobre
nós na liturgia e nos acompanha no cotidiano de nossas vidas. Isso nos fará
viver a liturgia não somente na assembleia, mas nos fará viver a liturgia
cotidianamente. Assim a “obra de Deus” se realizará plenamente em nós, porque é
Ele quem nos transforma pela celebração dos seus mistérios.
Fonte: http://arqrio.org/formacao/detalhes/615/ano-liturgico
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
20 de Janeiro - Dia de São Sebastião
Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram convertidos por ele.
Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu procedimento.
Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de Sebastião e o tratou.
Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado. Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288.
São Sebastião é um santo muito popular e padroeiro do município do Rio
de Janeiro, dando seu nome à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Reza a lenda que, na batalha final que expulsou os franceses que
ocupavam o Rio, São Sebastião foi visto de espada na mão entre os
portugueses, mamelucos e índios, lutando contra os franceses
calvinistas. Além disso, o dia da batalha coincidiu com o dia do santo,
celebrado em 20 de janeiro. São Sebastião é o protetor da humanidade
contra a fome, a peste e a guerra.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
“De Olhos Vendados” abre o calendário de formação da Fotoativa 2016
A Fotoativa abre inscrições para a
oficina de iniciação à fotografia “De Olhos Vendados” com Miguel
Chikaoka. Entre os meses de março e abril deste ano, serão duas turmas
paralelas, uma às terças e quintas pela parte da noite, e outra aos
sábados pela parte da tarde. Para ambas as turmas, haverá momentos de
prática a combinar em grupo. Os interessados devem se candidatar por
meio de formulário de inscrição on-line até o dia 18 de fevereiro e aguardar a chamada para as entrevistas presenciais.
A oficina “De Olhos Vendados” é
destinada ao público geral, amadores e experientes, interessados no
aprendizado e na prática da fotografia através de experimentos
inspirados na leitura da gênese do processo de produção de imagens. Sua
metodologia se compõe de vivências que envolvem práticas de construção e
uso de dispositivos de visualização e captura de imagens, jogos e
exercícios sensoriais, expedições e rodas de conversa.
Segundo o fotógrafo e educador Miguel
Chikaoka, o objetivo da oficina é estimular o exercício do pensamento
crítico-criativo sobre as possibilidades do fazer fotográfico e seus
desdobramentos nas mais diversas áreas do conhecimento.
Miguel Chikaoka é
natural de Registro-SP, vive e trabalha em Belém desde 1980. Seu
trabalho voltado à experimentação, pesquisa e reflexão do fazer
fotográfico resultou numa prática educativa pautada na potência
inspiradora da luz em todas as suas dimensões. Como artista acumula uma
dezena de exposições individuais e uma extensa lista de participações de
em coletivas no Brasil e no exterior. Em 2012, recebeu o Prêmio Brasil
de Fotografia e a Comenda da Ordem do Mérito Cultural – MinC por sua
contribuição à cultura brasileira. Em 2014 foi contemplado com o Prêmio
de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça / Funarte.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
sábado, 19 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
ASSASSINO DA SUBTENENTE SILVA É PRESO NA CIDADE DE RURÓPOLIS. ELE CONFESSOU O ASSASSINATO
SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO
O homem que assassinou na manhã de hoje a subtenente Silva, SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO, foi preso na tarde de hoje na cidade de Rurópolis.
Segundo informações a
policia encontrou com ele: 1kg e 165g de substancias entorpecente
(maconha) 8 chips da operadora VIVO, 2 TIM, 3 da CLARO, 1 CLRV de uma
moto, um aparelho celular Lg, 262 reais em especie além de uma balança
de precisão, o mesmo foi abordado na feirinha durantes rondas
rotineiras. Depois
da prisão do mesmo que foi efetuado pela GU, mas que não sabia que se
tratava do matador da subtenente, a equipe do NRI entrou em ação e
depois de troca de informações foi confirmado que o malandro era o
matador da policial, tratava de Sebastião de Sousa Neto, da cidade de
Juruti, foi ele que assaltou várias farmácias aqui em Santarém e
responde a vários processos no Amazonas.
Dinheiro, drogas, catões telefônicos e outros objetos foram encontrados com o assassino
Depois disso o assassino confessou que foi ele que matou a subtenente
Silvia, ele disse a policia que a arma usada no crime está em uma
residencia no bairro do Santarenzinho.
JK com informações do Elias Junior
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Barbosa não vê condições para impeachment de Dilma
"Impeachment é um mecanismo regular do sistema presidencialista, mas é traumático. Pode trazer consequências que não temos condições de avaliar hoje”, afirmou.
Para Joaquim Barbosa, parte das instituições brasileiras não está funcionando. "E a que menos funciona, a meu ver, é a mais importante delas, a Presidência da República. Acho que há uma crise na Presidência da República. No nosso sistema político a Presidência é o centro de gravidade. O presidente é o catalisador de todas as ações, ele se comunica diretamente com a nação, esse é o seu papel mais importante. Isso não ocorre no Brasil."
O ex-presidente do STF ressaltou que "o Brasil precisa de lideranças políticas lúcidas, com uma visão muito clara de sociedade e do que precisa ser feito para mudar o país, para completar essa formação inacabada do Estado". Segundo Barbosa, falta alguém para dizer a verdade para o brasileiro.
"Não vejo, tanto na ala governamental quanto na oposição, a liderança lúdica que dê a direção correta", disse.
Barbosa afirmou que as instituições de controle do Estado, como o Judiciário e o Ministério Público, continuam funcionando e que não se surpreendeu com o escândalo da Lava-Jato: "Para mim, isso é uma sequência natural (do mensalão)."
Em relação ao julgamento do mensalão, Barbosa disse que as pressões não o abalaram, mas o que chamou a atenção dele foi a questão racial.
"Fazia o que qualquer juiz sério naquela posição teria que fazer. Era um mero executor de decisões coletivas. Estou convicto de que por trás daqueles ataques insensatos, violentos estava a velha questão racial", ressaltou.
Barbosa disse que não pensa em entrar para a política: "Acho que não tenho vocação para política. Nunca gostei, nem mesmo na época de estudante. Acho que sou uma pessoa livre demais para dar esse passo."
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Advogado de Nestor Cerveró é preso no Aeroporto do Galeão, no Rio
Edson Ribeiro (ao fundo) com o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró
O advogado Edson Ribeiro, que defende Nestor Cerveró, foi preso no
Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (27).
Ribeiro retornava dos Estados Unidos quando foi detido pelas
autoridades brasileiras.Na noite dessa quinta (26), o ministro do STF Teori Zavascki autorizou a inclusão do nome do advogado na lista da Interpol. Edson Ribeiro estava foragido desde o dia da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), acusado de tentar interferir nas investigações da Lava-Jato.
O senador, o advogado e o banqueiro André Esteves foram gravados pelo filho de Nestor, Bernardo Cerveró, em um quarto de hotel em Brasília oferecendo fuga e mesada de R$ 50 mil ao ex-diretor da Petrobras para que ele não fizesse um acordo de delação premiada.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Dilma veta aposentadoria de servidor aos 75 anos
A proposta chamada de PEC da Bangala adiou a aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal, dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União, e foi proposta originalmente pelo senador José Serra (PSDB); a norma valeria apenas para quem optasse por se dedicar mais tempo à carreira, mas, nos bastidores do Planalto, comenta-se que a razão do veto foi a pressão de entidades representativas de servidores, contrárias ao aumento no tempo de serviço
23 de Outubro de 2015 às 06:44
A presidente Dilma Rousseff vetou, nesta quinta-feira (22/10), o projeto de lei que permitira aos servidores públicos a aposentadoria aos 75 anos. A mudança era esperada — e comemorada — por juízes e servidores desde que entrou em vigor a chamada PEC da Bengala, que adiou a aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal, dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União.
A proposta (apelidada de PL da Bengalinha) era tão aguardada que gerou uma corrida por liminares nos tribunais, protagonizada por desembargadores que queriam ficar mais tempo nas cortes. Decisões foram concedidas pelos tribunais de Justiça deSão Paulo, de Pernambuco e do Rio de Janeiro permitindo que magistrados se mantivessem na carreira. Para o STF, no entanto, a mudança dependia da edição de uma lei complementar — que acaba de ser vetada pela presidente.
A norma valeria apenas para quem optasse por se dedicar mais tempo à carreira, mas, nos bastidores do Planalto, comenta-se que a razão do veto foi a pressão de entidades representativas de servidores, contrárias ao aumento no tempo de serviço. A regra valeria também para os membros do Poder Judiciário, do Ministério Público, das Defensorias Públicas e dos tribunais e dos Conselhos de Contas.
O texto esperava sanção presidencial desde o dia 29 de setembro, quando o Plenário do Senado aprovou por unanimidade a proposta. O PLS 274/2015 foi proposto pelo senador José Serra (PSDB-SP) e passou por algumas mudanças na Câmara dos Deputados, com o acréscimo de duas emendas ao texto original.
No dia 7 de outubro, o Supremo Tribunal Federal analisou o projeto econsiderou-o constitucional, mesmo atingindo membros do Judiciário. Em sessão administrativa, os ministros do Supremo deliberaram, por sete votos a um, que a possível sanção do projeto pela presidente Dilma Rousseff não infringiria a Constituição. O ministro Luiz Fux foi o único a votar pela inconstitucionalidade da medida.
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