sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
sábado, 19 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
ASSASSINO DA SUBTENENTE SILVA É PRESO NA CIDADE DE RURÓPOLIS. ELE CONFESSOU O ASSASSINATO
SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO
O homem que assassinou na manhã de hoje a subtenente Silva, SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO, foi preso na tarde de hoje na cidade de Rurópolis.
Segundo informações a
policia encontrou com ele: 1kg e 165g de substancias entorpecente
(maconha) 8 chips da operadora VIVO, 2 TIM, 3 da CLARO, 1 CLRV de uma
moto, um aparelho celular Lg, 262 reais em especie além de uma balança
de precisão, o mesmo foi abordado na feirinha durantes rondas
rotineiras. Depois
da prisão do mesmo que foi efetuado pela GU, mas que não sabia que se
tratava do matador da subtenente, a equipe do NRI entrou em ação e
depois de troca de informações foi confirmado que o malandro era o
matador da policial, tratava de Sebastião de Sousa Neto, da cidade de
Juruti, foi ele que assaltou várias farmácias aqui em Santarém e
responde a vários processos no Amazonas.
Dinheiro, drogas, catões telefônicos e outros objetos foram encontrados com o assassino
Depois disso o assassino confessou que foi ele que matou a subtenente
Silvia, ele disse a policia que a arma usada no crime está em uma
residencia no bairro do Santarenzinho.
JK com informações do Elias Junior
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Barbosa não vê condições para impeachment de Dilma
"Impeachment é um mecanismo regular do sistema presidencialista, mas é traumático. Pode trazer consequências que não temos condições de avaliar hoje”, afirmou.
Para Joaquim Barbosa, parte das instituições brasileiras não está funcionando. "E a que menos funciona, a meu ver, é a mais importante delas, a Presidência da República. Acho que há uma crise na Presidência da República. No nosso sistema político a Presidência é o centro de gravidade. O presidente é o catalisador de todas as ações, ele se comunica diretamente com a nação, esse é o seu papel mais importante. Isso não ocorre no Brasil."
O ex-presidente do STF ressaltou que "o Brasil precisa de lideranças políticas lúcidas, com uma visão muito clara de sociedade e do que precisa ser feito para mudar o país, para completar essa formação inacabada do Estado". Segundo Barbosa, falta alguém para dizer a verdade para o brasileiro.
"Não vejo, tanto na ala governamental quanto na oposição, a liderança lúdica que dê a direção correta", disse.
Barbosa afirmou que as instituições de controle do Estado, como o Judiciário e o Ministério Público, continuam funcionando e que não se surpreendeu com o escândalo da Lava-Jato: "Para mim, isso é uma sequência natural (do mensalão)."
Em relação ao julgamento do mensalão, Barbosa disse que as pressões não o abalaram, mas o que chamou a atenção dele foi a questão racial.
"Fazia o que qualquer juiz sério naquela posição teria que fazer. Era um mero executor de decisões coletivas. Estou convicto de que por trás daqueles ataques insensatos, violentos estava a velha questão racial", ressaltou.
Barbosa disse que não pensa em entrar para a política: "Acho que não tenho vocação para política. Nunca gostei, nem mesmo na época de estudante. Acho que sou uma pessoa livre demais para dar esse passo."
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Advogado de Nestor Cerveró é preso no Aeroporto do Galeão, no Rio
Edson Ribeiro (ao fundo) com o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró
O advogado Edson Ribeiro, que defende Nestor Cerveró, foi preso no
Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, na manhã desta sexta-feira (27).
Ribeiro retornava dos Estados Unidos quando foi detido pelas
autoridades brasileiras.Na noite dessa quinta (26), o ministro do STF Teori Zavascki autorizou a inclusão do nome do advogado na lista da Interpol. Edson Ribeiro estava foragido desde o dia da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), acusado de tentar interferir nas investigações da Lava-Jato.
O senador, o advogado e o banqueiro André Esteves foram gravados pelo filho de Nestor, Bernardo Cerveró, em um quarto de hotel em Brasília oferecendo fuga e mesada de R$ 50 mil ao ex-diretor da Petrobras para que ele não fizesse um acordo de delação premiada.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Dilma veta aposentadoria de servidor aos 75 anos
A proposta chamada de PEC da Bangala adiou a aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal, dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União, e foi proposta originalmente pelo senador José Serra (PSDB); a norma valeria apenas para quem optasse por se dedicar mais tempo à carreira, mas, nos bastidores do Planalto, comenta-se que a razão do veto foi a pressão de entidades representativas de servidores, contrárias ao aumento no tempo de serviço
23 de Outubro de 2015 às 06:44
A presidente Dilma Rousseff vetou, nesta quinta-feira (22/10), o projeto de lei que permitira aos servidores públicos a aposentadoria aos 75 anos. A mudança era esperada — e comemorada — por juízes e servidores desde que entrou em vigor a chamada PEC da Bengala, que adiou a aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal, dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União.
A proposta (apelidada de PL da Bengalinha) era tão aguardada que gerou uma corrida por liminares nos tribunais, protagonizada por desembargadores que queriam ficar mais tempo nas cortes. Decisões foram concedidas pelos tribunais de Justiça deSão Paulo, de Pernambuco e do Rio de Janeiro permitindo que magistrados se mantivessem na carreira. Para o STF, no entanto, a mudança dependia da edição de uma lei complementar — que acaba de ser vetada pela presidente.
A norma valeria apenas para quem optasse por se dedicar mais tempo à carreira, mas, nos bastidores do Planalto, comenta-se que a razão do veto foi a pressão de entidades representativas de servidores, contrárias ao aumento no tempo de serviço. A regra valeria também para os membros do Poder Judiciário, do Ministério Público, das Defensorias Públicas e dos tribunais e dos Conselhos de Contas.
O texto esperava sanção presidencial desde o dia 29 de setembro, quando o Plenário do Senado aprovou por unanimidade a proposta. O PLS 274/2015 foi proposto pelo senador José Serra (PSDB-SP) e passou por algumas mudanças na Câmara dos Deputados, com o acréscimo de duas emendas ao texto original.
No dia 7 de outubro, o Supremo Tribunal Federal analisou o projeto econsiderou-o constitucional, mesmo atingindo membros do Judiciário. Em sessão administrativa, os ministros do Supremo deliberaram, por sete votos a um, que a possível sanção do projeto pela presidente Dilma Rousseff não infringiria a Constituição. O ministro Luiz Fux foi o único a votar pela inconstitucionalidade da medida.
sábado, 17 de outubro de 2015
Cunha chora ao ver xerox de seu passaporte na Suíça e assume que tem um irmão gêmeo desaparecido
Após
ver a cópia de seu passaporte que o incrimina sobre suas contas
bancárias secretas na Suíça, o presidente da Câmara dos deputados,
Eduardo Cunha, se emocionou ao ver o documento e decidiu assumir, de uma
vez por todas, que tem um irmão gêmeo desaparecido há muitos anos.
Enquanto chorava de emoção, Eduardo Cunha explicou a
situação: “Agora que acharam os documentos, não tenho mais como esconder
a verdade. Tenho um irmão gêmeo que não vejo há anos. Nos separamos
pois ele tinha uma vida moralmente condenável, diferente de mim que
sempre fui honesto e integro”
“A última vez que vi meu irmão gêmeo foi quando ele roubou
meu passaporte para fugir do país, após ter cometido uma série de
crimes. Ele disse que iria para Itália para dividir um apartamento com o
Pizzolato, e pelo visto ele também foi na Suíça” disse Cunha.
A emissora Record anunciou que pretende fazer o reencontro dos dois irmãos gêmeos no programa do Rodrigo Faro.
Bruno Machado
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
PT nega acordo com Eduardo Cunha
"Notícias a este respeito são deslavadas mentiras ou plantações de quem eventualmente deseja semear confusão", continuou. "Denúncias contra Cunha seguirão seu rito normal e os representantes petistas votarão conforme as provas e sua consciência, enquanto continuaremos a lutar contra o golpismo nas ruas e nas instituições, em defesa da legalidade constitucional e do mandato da presidente Dilma Rousseff."
"Tanto o governo quanto o PT já deixaram claro que não existe hipótese de complacência com o malfeito e a corrupção, que devem ser apurados e punidos doa a quem doer", concluiu. "Nosso compromisso é com a democracia e o Estado de Direito."
Estas declarações devem ser lidas com atenção, em um momento no qual boa parte da imprensa se dedica a registrar, em letras garrafais, que o Palácio do Planalto e a direção petista estariam negociando a recusa ou o protelamento de trâmites para o impeachment presidencial, em troca da aliança PT-PMDB para bloquear o pedido de cassação do presidente da Câmara no Conselho de Ética.
Mais de metade da bancada partidária, 34 entre 62 deputados, assinou a denúncia contra Cunha ao órgão responsável por sua investigação intramuros. Mas distintas tendências internas apresentaram, à Comissão Executiva Nacional do PT, demanda por posição oficial da legenda em favor de processo contra o parlamentar peemedebista.
"Não faz sentido pedir para abrir o que já está aberto", destaca Rui Falcão. "Além do mais, em um momento delicado como o que estamos vivendo, fechar questão sobre tema desta natureza apenas abalaria relações dentro da coalizão, possivelmente até ajudando o presidente da Câmara a ampliar frente de proteção junto a seus pares."
A ausência de resolução formal do comando petista, associada à omissão dos parlamentares filiados ao PC do B, de toda forma, podem ter facilitado a vida dos meios de comunicação e setores oposicionistas ansiosos por colocar tanto o PT quanto o governo em escandalosa cena de cambalacho com Eduardo Cunha.
Caso os petistas e a presidente aceitassem este roteiro, claramente negado por Rui Falcão, estaríamos diante do axioma de Boulay de la Meurthe, político e magistrado sob o governo de Napoleão Bonaparte. Ao saber do assassinado do duque de Enghien, um dos líderes das fileiras pela restauração monárquica, comentou: "Pior que um crime, foi um grande erro."
As recentes decisões do STF, aliadas às fortes evidências delituosas contra o presidente da Câmara dos Deputados, criaram condições melhores para o impeachment ser derrotado nas ruas, no plenário e até na própria corte suprema.
Mesmo que Cunha, em gesto de vingança e desespero, paute a admissibilidade do afastamento da chefe de Estado, seriam necessários 342 votos, dos 513 possíveis, para sua efetivação.
Os riscos a correr, em movimento social e institucional contra o impeachment, confrontando-se abertamente com o chefe da Câmara e a oposição de direita, são bem menores que o custo político de um pacto que provavelmente dilapidaria, talvez de forma irreversível, a credibilidade do PT e da presidente.
Afinal, o contundente discurso da presidente Dilma Rousseff contra o golpismo, na abertura do Congresso da CUT, não é almoço grátis. Seria impagável a conta devedora entre pedir para os trabalhadores ficarem de guarda erguida contra os "moralistas sem moral" e abraçar, logo em seguida, o expoente mais visível e poderoso dessa camarilha reacionária
Corrupção: PF prende secretário-executivo da Pesca
Clemerson José Pinheiro da Silva (de cabelo branco, à direita), chega à superintendência da PF em Brasília
Os funcionários do antigo Ministério estão do lado de fora do prédio, esperando a PF finalizar as buscas no edifício.
Clemerson José Pinheiro da Silva é secretário de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura. Em 2014, ele ocupou o cargo de diretor do Departamento de Registro da Pesca e Aquicultura da pasta.
“A investigação identificou inúmeros ilícitos, desde a pesca ilegal, passando por fraudes em documentação para inserir no mercado o pescado sem origem, até a identificação de organização criminosa com ramificações no Ministério da Pesca e no Ibama, causando sérios prejuízos ambientais também em outros Estados”, informa a PF, em nota.
Foram emitidos 19 mandados de prisões e 63 de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina, no Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Pará e Distrito Federal. Quatrocentos policiais cumprem os mandados.
O Ministério era comandado por Hélder Barbalho (PMDB-PA), herdeiro do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), e tem gastos de cerca de R$ 150 milhões por ano. Com baixo orçamento, a pasta registra trajetória de escândalos, como o da carteira de pescador. A pasta foi incorporada pelo Ministério da Agricultura em outubro deste ano, comandada por Kátia Abreu (PMDB).
Segundo a PF, servidores públicos, armadores de pesca, representantes sindicais e intermediários, mediante atos de corrupção, tráfico de influência e advocacia administrativa, atuavam concessão ilegal das permissões emitidas pelo Ministério da Pesca. Investigadores apontam que muitas das embarcações licenciadas irregularmente não possuíam os requisitos para obter autorização.
“Em outros casos, eram colocados empecilhos para embarcações aptas, com o objetivo de pressionar os proprietários dos barcos para o pagamento de propina. Um dos fatos investigados envolveu o licenciamento para pesca da tainha na safra 2015. A organização criminosa chegou a cobrar R$ 100 mil por embarcação para emissão de permissão de pesca, sem observância dos requisitos legais”, diz nota da PF.
De acordo com a PF, espécies ameaçadas de extinção, cuja pesca é proibida, como Tubarão Azul, Tubarão Cola-fina, Tubarão Anjo e Raia Viola foram apreendidos na Operação Enredados. Ao longo da investigação, mais de 240 toneladas de pescado capturado de forma ilegal, com preço de mercado superior a R$ 3 milhões, foram apreendidos em abordagem da PF em diversos pontos da costa brasileira.
“Dentre as ilegalidades constatadas, algumas foram de forma reiterada, como a desconsideração dos dados do PREPS – Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações por Satélite -, que monitora a atividade dos barcos pesqueiros”, informa a PF.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Papa pede perdão em nome da Igreja por escândalos recentes em Roma
O Papa Francisco pediu "perdão" ontem (14) em nome da Igreja pelos
escândalos recentes em Roma e no Vaticano, no início de sua audiência
semanal na praça de São Pedro.
O Vaticano registrou várias controvérsias nos últimos meses, incluindo o anúncio da homossexualidade de um padre polonês e o vazamento de uma carta privada enviada por um grupo de cardeais conservadores ao pontífice para protestar contra a metodologia do recente sínodo sobre a família.
"Gostaria, em nome da Igreja, de pedir perdão pelos escândalos recentes que aconteceram em Roma e no Vaticano. Lhes peço perdão", disse Francisco.
"É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem", disse, ao citar um trecho da Bíblia.
O pontífice, de 78 anos, preside um sínodo de três semanas no qual os debates da Igreja sobre a família se viram ofuscados pelos escândalos.
A divulgação da carta dos cardeais rebeldes recordou na terça-feira o ambiente de intriga do escândalo "Vatileaks" em 2012, quando o mordomo do Papa Bento XVI revelou as intensas disputas dentro da cúria e as supostas fraudes cometidas pela administração vaticana.
A reunião dos bispos começou com as declarações de um padre polonês de 43 anos, Krysztof Olaf Charamsa, que anunciou sua homossexualidade e apresentou seu companheiro.
Charamsa, membro da Congregação para a Doutrina da Fé, foi afastado imediatamente, mas seu anúncio jogou lenha na fogueira de um debate que opõe conservadores e liberais sobre a relação da Igreja com os homossexuais.
O Papa Francisco também se viu envolvido no mundo da política italiana este mês, depois que negou enfaticamente ter convidado o prefeito de Roma, Ignazio Marino, a sua viagem aos Estados Unidos.
Muitos consideram que as declarações do papa, que alguns interpretaram como uma demonstração de desprezo, contribuíram para a renúncia de Marino, na segunda-feira. (G1)
O Vaticano registrou várias controvérsias nos últimos meses, incluindo o anúncio da homossexualidade de um padre polonês e o vazamento de uma carta privada enviada por um grupo de cardeais conservadores ao pontífice para protestar contra a metodologia do recente sínodo sobre a família.
"Gostaria, em nome da Igreja, de pedir perdão pelos escândalos recentes que aconteceram em Roma e no Vaticano. Lhes peço perdão", disse Francisco.
"É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem", disse, ao citar um trecho da Bíblia.
O pontífice, de 78 anos, preside um sínodo de três semanas no qual os debates da Igreja sobre a família se viram ofuscados pelos escândalos.
A divulgação da carta dos cardeais rebeldes recordou na terça-feira o ambiente de intriga do escândalo "Vatileaks" em 2012, quando o mordomo do Papa Bento XVI revelou as intensas disputas dentro da cúria e as supostas fraudes cometidas pela administração vaticana.
A reunião dos bispos começou com as declarações de um padre polonês de 43 anos, Krysztof Olaf Charamsa, que anunciou sua homossexualidade e apresentou seu companheiro.
Charamsa, membro da Congregação para a Doutrina da Fé, foi afastado imediatamente, mas seu anúncio jogou lenha na fogueira de um debate que opõe conservadores e liberais sobre a relação da Igreja com os homossexuais.
O Papa Francisco também se viu envolvido no mundo da política italiana este mês, depois que negou enfaticamente ter convidado o prefeito de Roma, Ignazio Marino, a sua viagem aos Estados Unidos.
Muitos consideram que as declarações do papa, que alguns interpretaram como uma demonstração de desprezo, contribuíram para a renúncia de Marino, na segunda-feira. (G1)
Assinar:
Postagens (Atom)



