terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Santo Antônio.
Caroline HasselmannDo G1 SP
(Foto: Caroline Hasselmann/G1)
Fiéis paulistanos lotam desde as 6h desta segunda-feira (13) a Igreja de Santo Antônio do Pari, na região central de São Paulo, para agradecer e fazer pedidos no dia do santo. As missas são realizadas a cada uma hora e meia e vão até as 19h30. A previsão da paróquia é que 150 mil pessoas visitem a igreja.
A vigilante Nívea Maria Brás Santana Vieira, de 33 anos, disse que é devota de Santo Antônio há 12 anos, quando pela primeira vez fez um pedido. “Pedi para casar com o meu namorado da época, e depois de sete meses casei”, afirma.
Nívea conta que o casamento de 12 anos, que gerou três filhos, acabou há três meses. Nesta segunda-feira, ela veio fazer um pedido de um novo amor. “Quanto mais rápido, melhor. Com certeza ele vai resolver”, disse.
A dona de casa Rosa Espandaro, de 57 anos, trouxe a foto da família para ser abençoada pelo padre. A devoção, segundo ela, já dura mais de dez anos e todo dia 13 de junho ela vem agradecer. “Não importa o dia que caia a data, eu venho”, afirma.
benção (Foto: Caroline Hasselmann/G1)
“Quando vim pedir uma graça pelo meu irmão chamado Antônio , a igreja estava fechada e mesmo assim pedi. Ele me atendeu”, lembra a dona de casa que carregava uma sacola de pães que recebeu na paróquia. Segundo a coordenação da paróquia, cerca de 100 mil pães doados por fiéis vão ser ditribuídos ao longo desta segunda-feira.
O arquiteto Carlos Perondi Wieck, de 22 anos, não acredita que Santo Antônio seja somente o santo casamenteiro.
Ex-aluno do Colégio Bom Jesus Santo Antônio do Pari, próximo à igreja, ele afirma que parte importante do que conheceu sobre o santo foi a distribuição de pães. “Para mim, foi o maior milagre. Ele distribuía os pães dos frades para os pobres e os pães não acabavam”, conta. O arquiteto disse que não iria fazer nenhum pedido especial a Santo Antônio, e sempre agradece, como nesta segunda, pelas conquistas que obtém.
O frei Gilmar José da Silva, pároco da Igreja de Santo Antônio do Pari, afirma que os pedidos ao santo vão além de casamentos. “Muitos invocam saúde e emprego. O casamento atualmente está em terceiro lugar”, afirma.
Cerca de 150 mil pessoas devem passar pela igreja do Pari nesta segunda-feira, segundo o frei. A celebração do Dia de Santo Antônio deve ser encerrada com uma procissão pelas ruas do bairro, às 20h30. Após o cortejo, a igreja ficará aberta até às 23h para orações e reza do terço.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Quase 40% das crianças violentadas foram vítimas do pai
Uma pesquisa realizada no HC (Hospital das Clínicas) da USP (Universidade de São Paulo) revela que o combate e a prevenção de abusos sexuais a crianças precisam ser feitos, principalmente, dentro de casa. Segundo o estudo, quatro de cada dez crianças vítimas de abuso sexual foram agredidas pelo próprio pai e três, pelo padrasto.
Os resultados foram obtidos após a análise de 205 casos de abusos a crianças ocorridos de 2005 a 2009. As vítimas dessas agressões receberam acompanhamento psicológico no HC e tiveram seu perfil analisado pelo Nufor (Programa de Psiquiatria e Psicologia Forense) do hospital.
Segundo Antonio de Pádua Serafim, psicólogo e coordenador da pesquisa sobre as agressões, em 88% dos casos de abuso infantil, o agressor faz parte do círculo de convivência da criança.
O pai (38% dos casos) é o agressor mais comum, seguido do padrasto (29%). O tio (15%) é o terceiro agressor mais comum, antes de algum primo (6%). Os vizinhos são 9% dos agressores e os desconhecidos são a minoria, representando 3% dos casos.
Os resultados foram obtidos após a análise de 205 casos de abusos a crianças ocorridos de 2005 a 2009. As vítimas dessas agressões receberam acompanhamento psicológico no HC e tiveram seu perfil analisado pelo Nufor (Programa de Psiquiatria e Psicologia Forense) do hospital.
Segundo Antonio de Pádua Serafim, psicólogo e coordenador da pesquisa sobre as agressões, em 88% dos casos de abuso infantil, o agressor faz parte do círculo de convivência da criança.
O pai (38% dos casos) é o agressor mais comum, seguido do padrasto (29%). O tio (15%) é o terceiro agressor mais comum, antes de algum primo (6%). Os vizinhos são 9% dos agressores e os desconhecidos são a minoria, representando 3% dos casos.
terça-feira, 17 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
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