quarta-feira, 23 de março de 2011

Instituto Manancial oferta mudas de plantas a agricultores


O instituo Manancial por meio de uma parceria com a Secretaria Municipal de Produção Familiar (Sempaf) informou que irá distribuir gratuitamente mudas de plantas a agricultores da área rural de Santarém. A iniciativa tem como objetivo fortalecer, diversificar e aumentar a produção de espécies frutíferas em Santarém.





Segundo o Instituto Manancial, para este ano, está previsto a entrega de 64.740 mudas das espécies, entre elas graviola, açaí, maracujá, cupuaçu, mamão, goiaba, limão tahiti, tangerina e laranja.

A iniciativa deste benefício vinha ocorrendo desde 2009, através de uma parceria entre a SEMPAF e a SAGRI. Somente no ano passado, foram distribuídas 11.150 mudas de plantas frutíferas a produtores de 23 comunidades das regiões de Santarém- Curuá-Una, Ituqui, Santarém-Jabuti, Eixo Forte, Mojuí dos Campos e algumas comunidades da região da Várzea.

As plantas que estão sendo entregues em 2011,são destinadas a produtores rurais cadastrados no mês de novembro do ano passado pela Secretaria Municipal de Produção Familiar. Este ano, serão beneficiadas aproximadamente 236 famílias de 35 comunidades das regiões de Curuá-Una, Ituqui, Santarém- Jabuti, Eixo Forte, Mojuí dos Campos, PA Moju I e II, Arapixuna, Tapajós e Arapiuns.

Durante o mês de fevereiro de 2011, foram entregues mais de 22.000 mudas de árvores. Nova remessa (20 mil plantas) começou a ser distribuída no início desta semana e continuará até os dias 29 e 30 de março para comunidades da região do Eixo Forte. De acordo com a Secretaria da SEMPAF, Ivete Bastos, “o governo vem investindo em políticas públicas que visam a permanência do agricultor em suas unidades de produção, assim como vem fortalecendo os arranjos produtivos locais de nosso Município.”



segunda-feira, 21 de março de 2011

Estudantes liberam carta para esclarecer o que houve durante a manifestação

Diretório Central dos Estudantes- DCE/ UFOPA Santarém – É latente a ausência de democracia na Universidade Federal do Oeste do Pará, desde sua criação oficial, em outubro de 2009. O reitor da UFOPA foi indicado de maneira unilateral pelo Ministro da Educação; não temos até hoje um Conselho Universitário, formado por representantes das três categorias (estudantes, professores e técnicos); todas as decisões importantes são tomadas unicamente pelo Reitor e sua equipe – inclusive a implantação da ‘nova’ estrutura acadêmica, que inclui, dentre outros aspectos, o CFI, bacharelados interdisciplinares e licenciaturas integradas.
Há anos o movimento estudantil e os movimentos sociais vêm tentando dialogar com o corpo dirigente da Universidade, no sentido de instaurar um processo democrático na instituição. Inclusive apresentamos um projeto alternativo para a UFOPA, intitulado “A Universidade que queremos”. Entretanto, a maioria das nossas iniciativas não obteve êxito. A Reitoria é surda aos nossos clamores e, ao invés de abrir espaços públicos de discussão, prefere se pautar em atitudes autoritárias, reprimindo e intimidando os estudantes, professores e funcionários que ousam discordar do projeto (im)posto pelos donos do poder.
É dentro desse contexto que realizamos o ato público do dia 18 de março de 2011, durante a aula magna no Auditório do Hotel Amazônia Boulevard, conforme deliberado na Assembléia geral dos estudantes do dia 17 de março. Nossa principal bandeira levantada na ocasião foi: Democracia/Diretas já! Afinal de contas, a comunidade acadêmica tem o direito de escolher o seu reitor e de decidir qual o modelo acadêmico melhor atende aos seus anseios, dentre outras questões.
De fato, o momento em que interrompemos a programação da Reitoria não foi o mais adequado. Aliás, não era essa a nossa intenção. Entretanto, foi o único caminho que encontramos para nos fazer ouvir, já que os membros da Administração negaram a nós o direito de falar no evento – uma atitude claramente autoritária, a exemplo de não terem convidado o DCE [entidade máxima dos estudantes da UFOPA] para compor a mesa de abertura da aula magna.
A Universidade é, por excelência, um espaço de produção de conhecimento e debate de idéias. Portanto, não podemos admitir essa ditadura do pensamento único, em que a única voz autorizada a se manifestar é a da Reitoria. Precisamos defender a plena liberdade de expressão e o amplo debate público de todas as questões pertinentes à UFOPA. O reitor não quer isso, mas nós lutaremos sempre para que todas as vozes sejam ouvidas na nossa Universidade. Nunca nos calarão!
Por outro lado, é importante ressaltar que a falta de diálogo da Reitoria com o movimento estudantil gera vários efeitos negativos para a vida de todos os estudantes. A ausência de uma política séria de assistência estudantil é uma prova disso. Nunca constou no Projeto oficial da UFOPA a construção de uma Casa do Estudante, para abrigar acadêmicos oriundos de outros municípios. Um Restaurante Universitário sequer é cogitado pelo Sr. Seixas Lourenço. A estrutura física da nossa Universidade – salas de aula, bibliotecas, laboratórios, etc. – deixa muito a desejar. Ademais, as inúmeras dúvidas sobre o funcionamento do CFI nunca são respondidas satisfatoriamente pela Administração (o caso do Índice de Desempenho Acadêmico – IDA é emblemático nesse sentido).
Por isso tudo, é extremamente importante que o corpo estudantil da UFOPA esteja sempre unido, de modo a reivindicar com eficácia suas demandas fundamentais. Não podemos nos render ao discurso maquiavélico de alguns setores que tentam colocar estudantes contra estudantes. Todos nós, ‘calouros’ e ‘veteranos’, fazemos parte de uma mesma categoria: os estudantes da UFOPA. Possuímos as mesmas demandas, sofremos dos mesmos problemas, temos sonhos e aspirações parecidos. E, o que é mais importante, todos nós almejamos uma Universidade pública de qualidade, que cumpra os desafios sociais que o povo da região espera; que contribua para o verdadeiro desenvolvimento da Amazônia, produzindo um conhecimento socialmente útil para a maioria da população.
Como dizia o grande poeta Carlos Drummond de Andrade, não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas, construir a Universidade que queremos!
Santarém/PA, março de 2011.
Diretório Central dos Estudantes da UFOPA (DCE/UFOPA)
União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém (UES)

RJ pode virar patrimônio da humanidade em 2012 Cristo Redentor é sinônimo de beleza no Rio de Janeiro

Dona de cartões-postais conhecidos internacionalmente, como o Pão de Açúcar e o Corcovado, a cidade do Rio de Janeiro pode ser reconhecida como Patrimônio Mundial da Humanidade, na categoria de paisagem cultural, no ano que vem. O dossiê com a candidatura foi encaminhado, no fim de janeiro, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura, e a proposta será analisada durante a 36ª Sessão do Centro do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), marcada para 2012.
De acordo com o superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Carlos Fernando Andrade, a candidatura da cidade está pautada na relação entre o homem e a natureza. Ele destacou que, se aprovado, o Rio será a primeira paisagem cultural urbana na lista da Unesco. O conceito de paisagem cultural foi adotado pela organização em 1992.
“Para nós, é uma chancela importante, porque é um reconhecimento de que uma cidade pode conciliar natureza, cultura, sítio natural e sítio urbano com o patrimônio cultural. É a primeira vez que uma cidade se candidata nessa categoria. Os outros lugares que já foram reconhecidos são ligados a áreas rurais, a sistemas agrícolas tradicionais, a jardins históricos e a outros locais de cunho simbólico ou religioso”, explicou.
A elaboração do dossiê de candidatura do Rio foi coordenada pelo Iphan e contou com a participação de outras entidades, como o Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (Inepac), e a prefeitura do Rio.
Em uma lista de 911 bens culturais e naturais reconhecidos pela Unesco, 18 estão no Brasil. Entre os bens naturais estão o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná (1986); o Pantanal Mato-Grossense, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (2000); e o Parque Nacional de Fernando de Noronha (2001). Entre os culturais estão o Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de Ouro Preto, em Minas Gerais (1980); o Centro Histórico de Olinda, em Pernambuco (1982); e as Ruínas de São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul (1983).
Segundo informações do Iphan, o 18º bem brasileiro foi reconhecido pela Unesco no ano passado, durante a 34ª Sessão do Patrimônio Mundial, em Brasília. É a Praça de São Francisco em São Cristóvão, Sergipe.
Um dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor, no Morro do Corcovado, também foi eleito, em 2007, uma das novas sete maravilhas do mundo. A lista foi idealizada pela organização suíça New Open World Corporation e a seleção, feita mundialmente por votos pela internet e por meio de ligações telefônicas. Na lista também estão a Grande Muralha, na China, as Ruínas de Petra, na Jordânia, e o Coliseu de Roma, na Itália.
Fonte: Agência Estado

Curuai no Lago Grande.

Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia.

Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia.

Barco no Lago grande
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

Vila socorro Lago Grande.
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

Foto: Rozinaldo Garcia

Imagem da Amazônia

Foto: Rozinaldo Garcia.
Nossa Região vista do alto.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ele conta.

O ex-governador do DF José Roberto Arruda concedeu entrevista revelando os políticos do seu ex-partido, o DEM, e do PSDB que lhe pediram auxílios financeiros. Ele ressalta que as doações eram sempre feitas aos presidentes dos partidos, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o então senador Sergio Guerra (PSDB-PE). Arruda concedeu a entrevista em setembro do ano passado à revista Veja, por meio do repórter Diego Escosteguy, mas jamais foi publicada. Esta semana, no entanto, circulou a informação de que o repórter estrearia como o mais recente contratado da revistaÉpoca, no próximo sábado, assinando reportagem de capa baseada na entrevista. Na noite desta quinta-feira, Veja se antecipou e a divulgou em seu site. Leia alguns dos principais trechos:


Quais líderes do partido foram hipócritas no seu caso? A maioria. Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar. Via aquilo na TV e achava engraçado: até outro dia batiam à minha porta pedindo ajuda! Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir 150 mil reais para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei, e até a Micarla veio aqui me agradecer depois de eleita. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas. O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília. Leia mais...

O senhor ajudou mais algum deputado? O próprio Rodrigo Maia, claro. Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador. Mais algum? Foram muitos, não me lembro de cabeça. Os que eu não ajudei, o Kassab (prefeito de São Paulo, também do DEM) ajudou. É assim que funciona. Esse é o problema da lógica financeira das campanhas, que afeta todos os políticos, sejam honestos ou não.

Por exemplo? Ajudei dois dos políticos mais decentes que conheço. No final de 2009, fui convidado para um jantar na casa do senador Marco Maciel. Estávamos eu, o ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause e o Kassab. Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso 150 mil reais por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, 75 mil reais por mês. Alguém duvida da honestidade do Marco Maciel? Claro que não. Mas ele precisa se eleger. O senador Cristovam Buarque, do PDT, que eu conheço há décadas, um dos homens mais honestos do Brasil, saiu de sua campanha presidencial, em 2006, com dívidas enormes. Ele pediu e eu ajudei.

Então o senhor também ajudou políticos de outros partidos? Claro. Por amizade e laços antigos, como no caso do PSDB, partido no qual fui líder do Congresso no governo FHC, e por conveniências regionais, como no caso do PT de Goiás, que me apoiava no entorno de Brasília. No caso do PSDB, a ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções

Evangelina foi presa em operação realizada pela Polícia Civil

Em Operação realizada hoje pela manhã, a Polícia Civil, sob o comando do investigador Hélio Rêgo, Chefe de Operações, prendeu a nacional Evangelina Silva Almeida, de 25 anos, natural de Alenquer. Em seu poder foi apreendida uma certa quantidade de cocaína, bem como dinheiro e outros objetos.


Segundo informações do investigador Hélio Rego,Evangelina “Loura do Pó” estava traficando droga nas proximidades do Terminal Rodoviário, na Rodovia Santarém/Cuiabá. Segundo a Polícia, “Loura do Pó” vendia o “produto” no Bar Dama da Noite, sendo que se hospedava no Hotel Fé em deus, localizado na Rodovia Cuiabá.


Droga apreendida em poder da traficante

Neste momento Evangelina Silva Almeida “Loura do Pó”, está prestando depoimento ao delegado Nelson Silva, diretor da Seccional de Polícia Civil.



Por: Jerffeson Miranda



Quaresma.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dom Esmeraldo participou de sessão especial na Câmara Municipal de Santarém

Na manhã desta terça-feira, 15/03, a Câmara Municipal de Santarém/PA realizou uma sessão especial para discutir a temática da Campanha da Fraternidade. Presentes; o bispo da Diocese de Santarém e presidente da Comissão Episcopal para Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, Dom Esmeraldo B. Farias, o representante do Ministério Público do Pará, Dilaelson Tapajós, a representante da organização não-governamental Frente em Defesa da Amazônia, Tainara Albuquerque e o secretário municipal do meio ambiente, Marcelo Correa.


Durante a sessão, foram apresentados os objetivos e parte do vídeo de divulgação da Campanha.

Em sua fala, Dom Esmeraldo ressaltou que há um excesso de produção e de consumo, o que contribui significativamente para as mudanças climáticas, sobretudo na região da Amazônia.

A construção de hidrelétricas também foi outro assunto de reflexão. Para o bispo diocesano, o discurso do sistema produtivo de que a geração de energia irá acelerar o desenvolvimento na região deve ser questionado: “não é qualquer desenvolvimento que interessa ao povo brasileiro e a nós na Amazônia. Ele precisa levar em conta as pessoas que moram onde as hidrelétricas poderão ser construídas. Eu morei sete anos nas proximidades da barragem da hidrelétrica de Paulo Afonso/BA, e até em 2007, os índios ainda estavam sem a terra 20 anos depois da construção da barragem. Imagine como será o destino das populações indígenas e tradicionais da Amazônia afetadas por essas construções”.


No encerramento, Dom Esmeraldo ressaltou a necessidade de efetivação do Conselho Municipal do Meio Ambiente, criado no ano passado, mas que até o momento ainda não entrou em funcionamento.

Ainda como parte da programação da Campanha da Fraternidade na Diocese de Santarém, será realizado um seminário no dia 03 de abril, às 08h, em Santarém, sobre o projeto de construção de dezenas de hidrelétricas nos rios Tapajós e Xingu. O evento irá contar com a participação de movimentos sociais de Altamira de Itaituba – municípios que serão afetados pela construção das hidrelétricas de Belo Monte e de São Luis do Tapajós, respectivamente.



Fonte: Pascom



Imagem da Amazônia

Praça de são Sebastião na comunidade de Carariacá.
foto: Rozinaldo Garcia.

Bereco

O cabloco da amazônia.
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

O reboque na região da amazônia.
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

Foto:Rozinaldo Garcia.

Quaresma.