segunda-feira, 21 de março de 2011

Curuai no Lago Grande.

Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia.

Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia.

Barco no Lago grande
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

Vila socorro Lago Grande.
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

Foto: Rozinaldo Garcia

Imagem da Amazônia

Foto: Rozinaldo Garcia.
Nossa Região vista do alto.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ele conta.

O ex-governador do DF José Roberto Arruda concedeu entrevista revelando os políticos do seu ex-partido, o DEM, e do PSDB que lhe pediram auxílios financeiros. Ele ressalta que as doações eram sempre feitas aos presidentes dos partidos, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o então senador Sergio Guerra (PSDB-PE). Arruda concedeu a entrevista em setembro do ano passado à revista Veja, por meio do repórter Diego Escosteguy, mas jamais foi publicada. Esta semana, no entanto, circulou a informação de que o repórter estrearia como o mais recente contratado da revistaÉpoca, no próximo sábado, assinando reportagem de capa baseada na entrevista. Na noite desta quinta-feira, Veja se antecipou e a divulgou em seu site. Leia alguns dos principais trechos:


Quais líderes do partido foram hipócritas no seu caso? A maioria. Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar. Via aquilo na TV e achava engraçado: até outro dia batiam à minha porta pedindo ajuda! Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir 150 mil reais para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei, e até a Micarla veio aqui me agradecer depois de eleita. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas. O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília. Leia mais...

O senhor ajudou mais algum deputado? O próprio Rodrigo Maia, claro. Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador. Mais algum? Foram muitos, não me lembro de cabeça. Os que eu não ajudei, o Kassab (prefeito de São Paulo, também do DEM) ajudou. É assim que funciona. Esse é o problema da lógica financeira das campanhas, que afeta todos os políticos, sejam honestos ou não.

Por exemplo? Ajudei dois dos políticos mais decentes que conheço. No final de 2009, fui convidado para um jantar na casa do senador Marco Maciel. Estávamos eu, o ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause e o Kassab. Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso 150 mil reais por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, 75 mil reais por mês. Alguém duvida da honestidade do Marco Maciel? Claro que não. Mas ele precisa se eleger. O senador Cristovam Buarque, do PDT, que eu conheço há décadas, um dos homens mais honestos do Brasil, saiu de sua campanha presidencial, em 2006, com dívidas enormes. Ele pediu e eu ajudei.

Então o senhor também ajudou políticos de outros partidos? Claro. Por amizade e laços antigos, como no caso do PSDB, partido no qual fui líder do Congresso no governo FHC, e por conveniências regionais, como no caso do PT de Goiás, que me apoiava no entorno de Brasília. No caso do PSDB, a ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções

Evangelina foi presa em operação realizada pela Polícia Civil

Em Operação realizada hoje pela manhã, a Polícia Civil, sob o comando do investigador Hélio Rêgo, Chefe de Operações, prendeu a nacional Evangelina Silva Almeida, de 25 anos, natural de Alenquer. Em seu poder foi apreendida uma certa quantidade de cocaína, bem como dinheiro e outros objetos.


Segundo informações do investigador Hélio Rego,Evangelina “Loura do Pó” estava traficando droga nas proximidades do Terminal Rodoviário, na Rodovia Santarém/Cuiabá. Segundo a Polícia, “Loura do Pó” vendia o “produto” no Bar Dama da Noite, sendo que se hospedava no Hotel Fé em deus, localizado na Rodovia Cuiabá.


Droga apreendida em poder da traficante

Neste momento Evangelina Silva Almeida “Loura do Pó”, está prestando depoimento ao delegado Nelson Silva, diretor da Seccional de Polícia Civil.



Por: Jerffeson Miranda



Quaresma.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Dom Esmeraldo participou de sessão especial na Câmara Municipal de Santarém

Na manhã desta terça-feira, 15/03, a Câmara Municipal de Santarém/PA realizou uma sessão especial para discutir a temática da Campanha da Fraternidade. Presentes; o bispo da Diocese de Santarém e presidente da Comissão Episcopal para Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, Dom Esmeraldo B. Farias, o representante do Ministério Público do Pará, Dilaelson Tapajós, a representante da organização não-governamental Frente em Defesa da Amazônia, Tainara Albuquerque e o secretário municipal do meio ambiente, Marcelo Correa.


Durante a sessão, foram apresentados os objetivos e parte do vídeo de divulgação da Campanha.

Em sua fala, Dom Esmeraldo ressaltou que há um excesso de produção e de consumo, o que contribui significativamente para as mudanças climáticas, sobretudo na região da Amazônia.

A construção de hidrelétricas também foi outro assunto de reflexão. Para o bispo diocesano, o discurso do sistema produtivo de que a geração de energia irá acelerar o desenvolvimento na região deve ser questionado: “não é qualquer desenvolvimento que interessa ao povo brasileiro e a nós na Amazônia. Ele precisa levar em conta as pessoas que moram onde as hidrelétricas poderão ser construídas. Eu morei sete anos nas proximidades da barragem da hidrelétrica de Paulo Afonso/BA, e até em 2007, os índios ainda estavam sem a terra 20 anos depois da construção da barragem. Imagine como será o destino das populações indígenas e tradicionais da Amazônia afetadas por essas construções”.


No encerramento, Dom Esmeraldo ressaltou a necessidade de efetivação do Conselho Municipal do Meio Ambiente, criado no ano passado, mas que até o momento ainda não entrou em funcionamento.

Ainda como parte da programação da Campanha da Fraternidade na Diocese de Santarém, será realizado um seminário no dia 03 de abril, às 08h, em Santarém, sobre o projeto de construção de dezenas de hidrelétricas nos rios Tapajós e Xingu. O evento irá contar com a participação de movimentos sociais de Altamira de Itaituba – municípios que serão afetados pela construção das hidrelétricas de Belo Monte e de São Luis do Tapajós, respectivamente.



Fonte: Pascom



Imagem da Amazônia

Praça de são Sebastião na comunidade de Carariacá.
foto: Rozinaldo Garcia.

Bereco

O cabloco da amazônia.
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

O reboque na região da amazônia.
Foto: Rozinaldo Garcia.

Imagem da Amazônia

Foto:Rozinaldo Garcia.

Quaresma.

terça-feira, 15 de março de 2011

Quaresma.

Procure uma igreja e faça sua parte, faça sue reflexão.

Barack Obama chega ao Rio no próximo domingo

embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, se reuniu ontem com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, para acertar os detalhes da visita do presidente norte-americano, Barack Obama, à cidade no próximo domingo.


Segundo nota divulgada pela Prefeitura, Obama fará um discurso, aberto ao público, na Cinelândia, no centro do Rio. O evento, que acontecerá no período da tarde, será gratuito e, aberto ao público, com entrada a partir das 11h30. Haverá tradução simultânea.

Há informações, ainda não confirmadas pelo Consulado-Geral dos Estados Unidos no Rio, de que Barack Obama visitará uma comunidade carente da cidade pacificada pela polícia e o Cristo Redentor.

Desde quinta-feira passada funcionários do governo norte-americano, inclusive agentes do Serviço Secreto da Casa Branca, estão no Rio de Janeiro mapeando os possíveis locais por onde passará Barack Obama.

A segurança do presidente será feita pelo Serviço Secreto, em parceria com as polícias Federal e Estadual.


Fonte: (eBand)



Jarbas Vasconcelos, presidente da OAB/PA, diz que cargos são preenchidos para atender clientelismo político

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará decidiu ir à Justiça pedir a exoneração de todos os assessores especiais do gabinete do governador Simão Jatene (PSDB), diante das suspeitas de nepotismo cruzado com magistrados do Judiciário Estadual, deputados e membros das Cortes de Contas. A ação civil pública com pedido de tutela antecipada foi ajuizada ontem à tarde na Justiça Federal.


O presidente da OAB-PA, Jarbas Vasconcelos, justifica que os cargos de assessoria no gabinete do chefe de Estado não têm previsão legal e costumam ser preenchidos e ampliados para atender ao clientelismo político. Ele estima que os gastos com esses assessores cheguem a R$ 30 milhões por ano. A ordem também enviou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) um pedido de sindicância e abertura de processo disciplinar contra os membros do Tribunal de Justiça do Estado (TJE) envolvidos.

“O nepotismo é imoral. Agride a consciência dos cidadãos essa troca de favores entre o Executivo e o Judiciário. É um indício de captação irregular de apoio político”, criticou Vasconcelos, em entrevista coletiva, ontem.

Por meio do tráfico de influência, já que o Judiciário tem poderes para decretar a intervenção no Estado, por exemplo. O nepotismo cruzado no Pará ganhou repercussão nacional com a matéria publicada na última edição da “IstoÉ”.

A revista mostrou 12 casos de parentes de juízes e desembargadores que tiveram parentes nomeados como assessores especiais do gabinete do governador este ano. Alguns desses casos já tinham sido identificados pela OAB-PA, assim como a nomeação de José Carlos Antunes (irmão do presidente da Assembleia Legislativa, Manoel Pioneiro) e de Antônio Sérgio Lopes Chaves (irmão do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado – TCE, Aloysio Chaves) para os cargos de assessores especiais II da Governadoria.

A Ordem contabilizou 442 nomeações de assessores especiais entre os dias 6 de janeiro e 11 de março deste ano, com remunerações que variam de R$ 3 a 7 mil, mas estima que haja cerca de 750 assessores no setor se contabilizar também os remanescentes de administrações anteriores.

As investigações da OAB não acabaram, independentemente da sindicância pedida ao CNJ, que está sob a relatoria da corregedora Eliana Calmon. A OAB acredita que a relação de parentes de magistrados no governo do Estado seja maior do que o revelado até aqui. Por isso, enviou ontem ofício à Casa Civil pedindo informações sobre todos os assessores nomeados no gabinete do governador e em toda a administração direta e indireta. O objetivo inicial da OAB é focar no Judiciário. Posteriormente, a Ordem vai ampliar a apuração para os demais Poderes.


Governo do Pará nega nepotismo cruzado

Em nota da Secretaria de Comunicação (Secom), o governo nega praticar nepotismo cruzado e critica a OAB-PA por não ter se manifestado contra a nomeação de assessores especiais na administração anterior, que seriam 2 mil. A nota não menciona as nomeações de assessores especiais entre os parentes de magistrados, de parlamentares ou conselheiros dos Tribunais de Contas no Estado na atual gestão, mas nega praticar o nepotismo cruzado definido na Súmula 13/2008, do Supremo Tribunal Federal (STF), que prevê a “reciprocidade” na caracterização do nepotismo cruzado.

O governo justifica que a nomeação de assessores especiais é legal, amparada na Lei 5.810/1994, com salários variando de R$ 545,00 a R$ 4.070,00, e que esses comissionados “desenvolvem atividades pertinentes à funcionalidade do Estado, por conta da insuficiência, e muitas vezes inexistência, de cargos de direção e assessoramento nas secretarias e demais órgãos da administração direta e indireta”.


Informa que na Casa Civil, Casa Militar, Cerimonial, Consultoria Geral do Estado e Banco do Cidadão todos os cargos de diretoria são ocupados por assessores especiais. A nota finaliza que o Estado está firmando uma parceria com o Movimento Brasil Competitivo para modernizar a gestão. Já o TJE informou, por meio da assessoria de imprensa, que não iria comentar o assunto por se tratar de “questões particulares” dos envolvidos.