VC ja faz deste livro da história.
Um abraçooooo!!!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Nova Revista de fotografia.
A revista britânica Digital Photographer terá, a partir de abril, uma edição brasileira. Será lançada em São Paulo no dia 13. Como o nome já diz, a linha editorial é voltada especificamente à tecnologia de fotografia digital.
Acordo militar entre Brasil e EUA é destaque na Argentina
Luiz Antônio Alves
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O acordo militar que será assinado hoje (12) entre o Brasil e os Estados Unidos, simultaneamente à Cúpula de Segurança Nuclear, em Washington, é destaque na Argentina.
Informação divulgada pela agência oficial de notícias Telam diz que o acordo contém uma cláusula expressa de garantias que assegura o respeito aos principios de "igualdade soberana dos Estados, a integridade e a inviolabilidade territorial e a não intervenção em assuntos internos de outros Estados". A Telam define o acordo como o de maior abrangência já assinado entre o Brasil e os Estados Unidos nos últimos 30 anos.
Ao contrário do que foi noticiado recentemente pela imprensa internacional, o documento não prevê a instalação de bases militares norte-americanas em território brasileiro, direcionando a colaboração entre o Brasil e os Estados Unidos exclusivamente para a área da defesa e também para o combate ao terrorismo.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, assinará o acordo em nome do governo brasileiro, enquanto o secretário de Defesa Robert Gates representará os Estados Unidos. As negociações sobre o acordo militar entre os dois países, para fins de transparência, foram comunicadas a todos os países que, juntamente com o Brasil, compõem a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), ou seja, a Argentina, Bolívia, o Chile, a Colômbia, o Equador, a Guiana, o Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e a Venezuela.
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O acordo militar que será assinado hoje (12) entre o Brasil e os Estados Unidos, simultaneamente à Cúpula de Segurança Nuclear, em Washington, é destaque na Argentina.
Informação divulgada pela agência oficial de notícias Telam diz que o acordo contém uma cláusula expressa de garantias que assegura o respeito aos principios de "igualdade soberana dos Estados, a integridade e a inviolabilidade territorial e a não intervenção em assuntos internos de outros Estados". A Telam define o acordo como o de maior abrangência já assinado entre o Brasil e os Estados Unidos nos últimos 30 anos.
Ao contrário do que foi noticiado recentemente pela imprensa internacional, o documento não prevê a instalação de bases militares norte-americanas em território brasileiro, direcionando a colaboração entre o Brasil e os Estados Unidos exclusivamente para a área da defesa e também para o combate ao terrorismo.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, assinará o acordo em nome do governo brasileiro, enquanto o secretário de Defesa Robert Gates representará os Estados Unidos. As negociações sobre o acordo militar entre os dois países, para fins de transparência, foram comunicadas a todos os países que, juntamente com o Brasil, compõem a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), ou seja, a Argentina, Bolívia, o Chile, a Colômbia, o Equador, a Guiana, o Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e a Venezuela.
Governo fará tudo o que for necessário para ajudar o Rio, diz Lula
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (12) que o governo federal fará “tudo o que for necessário” para ajudar o Rio de Janeiro após os temporais que atingiram o estado na semana passada.
Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula acusou governos anteriores de terem “responsabilidade” na tragédia, ao permitirem que as pessoas morassem em áreas consideradas de risco. “Tudo o que poderia ser evitado no começo as pessoas deixaram – certamente por conta da política”, afirmou o presidente.
Ele destacou a liberação, por medida provisória, de R$ 200 milhões para socorrer o estado, mas lembrou que a chuva precisa parar para que o levantamento dos prejuízos seja feito.
“Eu agora só posso dizer que o povo brasileiro está entristecido com o que aconteceu no Rio de Janeiro e pedindo a Deus, rezando muito, para que pare de chover e o Rio possa voltar à normalidade”.
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (12) que o governo federal fará “tudo o que for necessário” para ajudar o Rio de Janeiro após os temporais que atingiram o estado na semana passada.
Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula acusou governos anteriores de terem “responsabilidade” na tragédia, ao permitirem que as pessoas morassem em áreas consideradas de risco. “Tudo o que poderia ser evitado no começo as pessoas deixaram – certamente por conta da política”, afirmou o presidente.
Ele destacou a liberação, por medida provisória, de R$ 200 milhões para socorrer o estado, mas lembrou que a chuva precisa parar para que o levantamento dos prejuízos seja feito.
“Eu agora só posso dizer que o povo brasileiro está entristecido com o que aconteceu no Rio de Janeiro e pedindo a Deus, rezando muito, para que pare de chover e o Rio possa voltar à normalidade”.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Feliz Aniversário.
Hoje a festa é pra Udirlei Andrade, querido por muitos é Caco Barcelos, Bill e equipe de Comunicação da PMS.
Um grande Abraçoooooo!!!!!!
Um grande Abraçoooooo!!!!!!
GOVERNO LULA:América Latina pode crescer mais de 4% puxada pelo Brasil, diz Cepal
CARTAGENA, Colômbia, 8 de abril (Reuters) - A América Latina pode crescer mais de 4,1% em 2010, devido a um bom desempenho do Brasil e México e à manutenção de estímulos fiscais e monetários, disse a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), Alicia Bárcena. Exportações do agronegócio brasileiro atingem recorde em marçoBrasil assina acordo para fortalecer comércio bilateral com a ChinaPedidos de seguro-desemprego nos EUA surpreendem e sobem
Ela afirmou que a Cepal pode revisar para cima sua projeção para o crescimento em razão da evolução positiva dos preços das matérias-primas e da boa performance no primeiro trimestre.
"É possível que essa estimativa de 4,1% possa subir", disse Alicia. "Estamos vendo os números do último trimestre que acabou em março e estamos vendo otimismo, por exemplo no México." Ela informou que em 2009 a região teve contração de 1,9%, devido à forte queda do comércio, golpeado pela crise global. O dinamismo econômico será impulsionado pelo Brasil, que deve crescer 5,5% neste ano. O México pode crescer até 4%, ante a estimativa feita em dezembro de 3,5%. "Podemos elevar a previsão de México a até 4%", disse. Contrabalançando está o impacto econômico negativo dos fortes terremotos no Haiti e no Chile, acrescentou.
Ela afirmou que a Cepal pode revisar para cima sua projeção para o crescimento em razão da evolução positiva dos preços das matérias-primas e da boa performance no primeiro trimestre.
"É possível que essa estimativa de 4,1% possa subir", disse Alicia. "Estamos vendo os números do último trimestre que acabou em março e estamos vendo otimismo, por exemplo no México." Ela informou que em 2009 a região teve contração de 1,9%, devido à forte queda do comércio, golpeado pela crise global. O dinamismo econômico será impulsionado pelo Brasil, que deve crescer 5,5% neste ano. O México pode crescer até 4%, ante a estimativa feita em dezembro de 3,5%. "Podemos elevar a previsão de México a até 4%", disse. Contrabalançando está o impacto econômico negativo dos fortes terremotos no Haiti e no Chile, acrescentou.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Governo Lula é aprovado por 92% dos jornalistas, diz pesquisa
O estudo “A cabeça do jornalista: opiniões e valores políticos dos jornalistas no Brasil” mostra que o governo Lula tem aprovação de 92% dos profissionais de imprensa. A pesquisa foi realizada com 212 jornalistas de mais de 70 veículos distribuídos em 42 municípios de 23 estados.
Os entrevistados também avaliam que a imprensa faz uma cobertura justa do governo. Para 45% deles, a mídia é adequadamente crítica, contra 34% que a consideram complacente e 18%, crítica em excesso.
O estudo também avaliou a percepção dos jornalistas sobre a atuação do Congresso Nacional: 73% dos pesquisados consideram o trabalho desenvolvido pelos parlamentares como ruim ou muito ruim.
O levantamento avaliou o posicionamento político dos profissionais de imprensa do País. 52% declararam preferência pela esquerda ou centro-esquerda, contra 23% de centro e 12% de centro-direita ou direita. 13% preferiram não se posicionar.
O pertencimento a partidos políticos também foi questionado. Dentre os pesquisados, apenas 15% declararam identificação com alguma legenda. Destes, 48% identificam-se com o PT, 25% com o PSDB. A lista segue com PC do B, PSol, PDT, PMDB e PV.
Sobre a situação da imprensa, 74% dos pesquisados afirmaram que o jornalismo brasileiro está na direção correta. Entretanto, existem problemas a serem enfrentados. Os mais citados no estudo foram a baixa atenção dada a temas complexos, falta de contato dos jornalistas com seus públicos e a redução dos assuntos cobertos.
A pesquisa foi publicada na revista Comunicação & Política volume 27 e está disponível aqui.
Os entrevistados também avaliam que a imprensa faz uma cobertura justa do governo. Para 45% deles, a mídia é adequadamente crítica, contra 34% que a consideram complacente e 18%, crítica em excesso.
O estudo também avaliou a percepção dos jornalistas sobre a atuação do Congresso Nacional: 73% dos pesquisados consideram o trabalho desenvolvido pelos parlamentares como ruim ou muito ruim.
O levantamento avaliou o posicionamento político dos profissionais de imprensa do País. 52% declararam preferência pela esquerda ou centro-esquerda, contra 23% de centro e 12% de centro-direita ou direita. 13% preferiram não se posicionar.
O pertencimento a partidos políticos também foi questionado. Dentre os pesquisados, apenas 15% declararam identificação com alguma legenda. Destes, 48% identificam-se com o PT, 25% com o PSDB. A lista segue com PC do B, PSol, PDT, PMDB e PV.
Sobre a situação da imprensa, 74% dos pesquisados afirmaram que o jornalismo brasileiro está na direção correta. Entretanto, existem problemas a serem enfrentados. Os mais citados no estudo foram a baixa atenção dada a temas complexos, falta de contato dos jornalistas com seus públicos e a redução dos assuntos cobertos.
A pesquisa foi publicada na revista Comunicação & Política volume 27 e está disponível aqui.
terça-feira, 30 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
VOX POPULI: DILMA TEM 45% E SERRA, 29%
Pesquisa de intenções de voto para Presidente da República, realizada na Paraíba pelo Instituto Vox Populi, de Belo Horizonte (MG), mostra que no Estado a pré-candidata do PT, Dilma Roussef, está 16 pontos percentuais à frente de José Serra, do PSDB.
Segundo o Vox Populi, na consulta estimulada Dilma tem 45% das intenções de votos dos paraibanos, contra 29% do governador de São Paulo. Na mesma pesquisa, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) está em terceiro lugar, com 7%. A senadora Marina Silva (PV-AC) está em quarto lugar, com 5% das preferências dos paraibanos.
Os eleitores que pretendem não votar em nenhum deles e que votarão em branco ou nulo são 6%. Os que não souberam ou não responderam chegam a 8%
Da redação com Portal Correio
Segundo o Vox Populi, na consulta estimulada Dilma tem 45% das intenções de votos dos paraibanos, contra 29% do governador de São Paulo. Na mesma pesquisa, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) está em terceiro lugar, com 7%. A senadora Marina Silva (PV-AC) está em quarto lugar, com 5% das preferências dos paraibanos.
Os eleitores que pretendem não votar em nenhum deles e que votarão em branco ou nulo são 6%. Os que não souberam ou não responderam chegam a 8%
Da redação com Portal Correio
Oposição (direita), Lula e Dilma
"A cupidez do poder produz a corrupção".
(Pedro Casaldáliga)
A oposição, melhor dizendo, a direita, anda "se rasgando em tiras".
Jamais imaginou, durante séculos de dominação que, um dia, seus privilégios lhe fossem negados pela força da Democracia, mediante o voto popular.
Isto ocorreu em 2002 com a eleição do Lula para Presidente da República e com a sua reeleição em 2006. Se a perplexidade em 2002 foi grande, muito maior o foi em 2006. Chegou-se ao ponto extremo do então presidente do PFL declarar com todas as letras: "Não queremos o impeachment, queremos sangrar o Lula para enfraquecê-lo até as eleições de 2006".
Com esta frase Jorge Bornhausen revelou o sentimento de ódio que habita a mentalidade dos poderosos. Sangrar é uma palavra que tem uma conotação fortíssima. É o mesmo que atormentar uma pessoa (ou animal) dia e noite até que exaure todas as suas forças e entregue os pontos, definitivamente, até à morte.
Não foi o que aconteceu. Lula venceu e foi vitorioso em 2006.
A Bíblia nos diz que "Deus confunde os poderosos". Nos diz ainda que "Os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz". (Lc 16, 1-8). Duas verdades incontestes. A esperteza da direita em querer manter seus privilégios, a qualquer preço ,levou-a ao desgaste de hoje e à descrença de muitas pessoas na Verdadeira Política. Se exercida neste sentido ela é uma das maiores expressões do amor cristão.
Sabemos que há no Congresso Nacional inúmeros parlamentares que a praticam neste sentido. Seus Projetos são todos voltados para as necessidades mais prementes do nosso povo. Pena que a oposição atrapalhe tanto!...
Se observarmos, com atenção, as votações na Câmara e no Senado, constataremos que a oposição só apóia o que lhe vai trazer benefícios, imediatos ou futuros. Foi por esta razão que inventaram o "mensalão do PT", cujo objetivo maior era atingir o Lula, "sangrando" o seu Governo, através da cassação e perseguição caluniosa dos seus quadros mais expressivos.
Não obtiveram êxito, felizmente. O que importa agora é preservar o legado do Lula, independente da sua culpa ou não, no caso do mensalão.
Este legado só poderá ter continuidade com a eleição da Dilma Roussef. É ela quem, no momento, encarna esta possibilidade. Só com ela o que já foi feito em benefício dos menos favorecidos poderá empoderá-los (dar poder a quem não tem) para que consigam seguir em frente em busca da liberdade e livrando-se da servidão de séculos.
A esperança é de que seu Governo tenha condições políticas para combater a ganância, a cobiça e a ambição do poder que produz tanta corrupção.
Que ela tenha a possibilidade de assegurar o Poder, não para continuar no poder, mas, para colocá-lo a serviço de todos os brasileiros!
(Pedro Casaldáliga)
A oposição, melhor dizendo, a direita, anda "se rasgando em tiras".
Jamais imaginou, durante séculos de dominação que, um dia, seus privilégios lhe fossem negados pela força da Democracia, mediante o voto popular.
Isto ocorreu em 2002 com a eleição do Lula para Presidente da República e com a sua reeleição em 2006. Se a perplexidade em 2002 foi grande, muito maior o foi em 2006. Chegou-se ao ponto extremo do então presidente do PFL declarar com todas as letras: "Não queremos o impeachment, queremos sangrar o Lula para enfraquecê-lo até as eleições de 2006".
Com esta frase Jorge Bornhausen revelou o sentimento de ódio que habita a mentalidade dos poderosos. Sangrar é uma palavra que tem uma conotação fortíssima. É o mesmo que atormentar uma pessoa (ou animal) dia e noite até que exaure todas as suas forças e entregue os pontos, definitivamente, até à morte.
Não foi o que aconteceu. Lula venceu e foi vitorioso em 2006.
A Bíblia nos diz que "Deus confunde os poderosos". Nos diz ainda que "Os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz". (Lc 16, 1-8). Duas verdades incontestes. A esperteza da direita em querer manter seus privilégios, a qualquer preço ,levou-a ao desgaste de hoje e à descrença de muitas pessoas na Verdadeira Política. Se exercida neste sentido ela é uma das maiores expressões do amor cristão.
Sabemos que há no Congresso Nacional inúmeros parlamentares que a praticam neste sentido. Seus Projetos são todos voltados para as necessidades mais prementes do nosso povo. Pena que a oposição atrapalhe tanto!...
Se observarmos, com atenção, as votações na Câmara e no Senado, constataremos que a oposição só apóia o que lhe vai trazer benefícios, imediatos ou futuros. Foi por esta razão que inventaram o "mensalão do PT", cujo objetivo maior era atingir o Lula, "sangrando" o seu Governo, através da cassação e perseguição caluniosa dos seus quadros mais expressivos.
Não obtiveram êxito, felizmente. O que importa agora é preservar o legado do Lula, independente da sua culpa ou não, no caso do mensalão.
Este legado só poderá ter continuidade com a eleição da Dilma Roussef. É ela quem, no momento, encarna esta possibilidade. Só com ela o que já foi feito em benefício dos menos favorecidos poderá empoderá-los (dar poder a quem não tem) para que consigam seguir em frente em busca da liberdade e livrando-se da servidão de séculos.
A esperança é de que seu Governo tenha condições políticas para combater a ganância, a cobiça e a ambição do poder que produz tanta corrupção.
Que ela tenha a possibilidade de assegurar o Poder, não para continuar no poder, mas, para colocá-lo a serviço de todos os brasileiros!
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