sábado, 19 de dezembro de 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ASSASSINO DA SUBTENENTE SILVA É PRESO NA CIDADE DE RURÓPOLIS. ELE CONFESSOU O ASSASSINATO

SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO

O homem que assassinou na manhã de hoje a subtenente Silva, SEBASTIÃO DE SOUSA BARBOSA NETO, foi preso na tarde de hoje na cidade de Rurópolis. 

Segundo informações a policia encontrou com ele:  1kg e 165g de substancias entorpecente (maconha) 8 chips da operadora VIVO, 2 TIM, 3 da CLARO, 1 CLRV de uma moto, um aparelho celular Lg, 262 reais em especie além de uma balança de precisão, o mesmo foi abordado na feirinha durantes rondas rotineiras. Depois da prisão do mesmo que foi efetuado pela GU, mas que não sabia que se tratava do matador da subtenente, a equipe do NRI entrou em ação e depois de troca de informações foi confirmado que o malandro era o matador da policial, tratava de Sebastião de Sousa Neto, da cidade de Juruti, foi ele que assaltou várias farmácias aqui em Santarém e responde a vários processos no Amazonas.

Dinheiro, drogas, catões telefônicos e outros objetos foram encontrados com o assassino
Depois disso o assassino confessou que foi ele que matou a subtenente Silvia, ele disse a policia que a arma usada no crime está em uma residencia no bairro do Santarenzinho.
Neste momento uma guarnição da polícia está a caminho de Rurópolis para traze-lo a Santarém. 

JK com informações do Elias Junior

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Barbosa não vê condições para impeachment de Dilma

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O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa disse, em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, exibida ontem (2) na GloboNews, que não vê, hoje, condições para o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A entrevista de Barbosa foi gravada antes de o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, aceitar o pedido de abertura de processo de impeachment contra Dilma.

"Impeachment é um mecanismo regular do sistema presidencialista, mas é traumático. Pode trazer consequências que não temos condições de avaliar hoje”, afirmou.

Para Joaquim Barbosa, parte das instituições brasileiras não está funcionando. "E a que menos funciona, a meu ver, é a mais importante delas, a Presidência da República. Acho que há uma crise na Presidência da República. No nosso sistema político a Presidência é o centro de gravidade. O presidente é o catalisador de todas as ações, ele se comunica diretamente com a nação, esse é o seu papel mais importante. Isso não ocorre no Brasil."

O ex-presidente do STF ressaltou que "o Brasil precisa de lideranças políticas lúcidas, com uma visão muito clara de sociedade e do que precisa ser feito para mudar o país, para completar essa formação inacabada do Estado". Segundo Barbosa, falta alguém para dizer a verdade para o brasileiro.

"Não vejo, tanto na ala governamental quanto na oposição, a liderança lúdica que dê a direção correta", disse.

Barbosa afirmou que as instituições de controle do Estado, como o Judiciário e o Ministério Público, continuam funcionando e que não se surpreendeu com o escândalo da Lava-Jato: "Para mim, isso é uma sequência natural (do mensalão)."

Em relação ao julgamento do mensalão, Barbosa disse que as pressões não o abalaram, mas o que chamou a atenção dele foi a questão racial.

"Fazia o que qualquer juiz sério naquela posição teria que fazer. Era um mero executor de decisões coletivas. Estou convicto de que por trás daqueles ataques insensatos, violentos estava a velha questão racial", ressaltou.

Barbosa disse que não pensa em entrar para a política: "Acho que não tenho vocação para política. Nunca gostei, nem mesmo na época de estudante. Acho que sou uma pessoa livre demais para dar esse passo."